Vale à Pena?

O que faz valer à pena ser DeMolay? Essa pergunta me surpreendeu, quando fui fazer uma sindicância. Um pai de um candidato me questionou isso ao fim da entrevista. Na hora me assustei. Será que vale à pena ser DeMolay?

Temos que sacrificar quase todos nossos sábados em prol da Ordem. Gastamos rios de dinheiro (ê jeito hiperbóleo de se falar) com viagens, congressos, barraquinha da DeMolay Shop ou da Sete Virtudes e até com paramento. Afinal, meias se rasgam, pés crescem, camisas se tornam amareladas e calças apertadas. Dentro do Capítulo ainda rola muita intriga e desafeto (sejamos sinceros né galera!). Foda que são tudo um bando de homem trancado dentro de uma sala.

A primeira coisa que vem na nossa cabeça, olhando por esse lado, é não; não vale à pena. Mas nos lembramos que apesar de tudo, há a amizade com os Irmãos. Há as viagens, que apesar de serem despendiosas, se transformam em uma das coisas mais divertidas da Ordem. Há o aprendizado, que escola nenhuma dessa mundo, é capaz de oferecer. Há a convivência com os Tios, Tias e agregados. Há as iniciações sábado pela manhã. Há as elevações, que nos faz voltar para casa por volta da meia noite. Há a pizza no final da reunião e a bagunça de todo mundo andando aos gritos, de roupa social pela cidade. Então, parando para pensar, sim, vale à pena.

Na hora, isso tudo veio à minha cabeça. Fiquei um bom minuto e meio em silêncio, olhando para baixo. Respondi que o que faz valer à pena, é que a Ordem DeMolay, nos ensina a viver nossa juventude intensamente. O pai do candidato me olhou nos olhos e disse: Então vai valer à pena pro meu filho.

São momentos assim que nos alegram. Me senti feito. Apesar das dificuldades que lidamos dentro de nossa Ordem, vale à pena.

O Patriota se encontra em um momento de muita felicidade e está ansioso para rumar novos ares e horizontes dentro da Ordem.

Salto do Leitor II

Bem meus irmãos, não venho honrando meu compromisso com o blog e hoje vou aproveitar para fazer o quadro Salto do Leitor, já que ainda estou com sérios problemas para escrever vou aproveitar um texto muito bom.

Este texto foi escrito pelo Senior DeMolay Ir. Augusto Ortolan, do Capítulo Ronan Borges Alves de Mirassol D’Oeste/MT.

Espero que gostem.

Morte

Morte… O que seria morte? Morte possui vários significados. Morte dos entes queridos… Morte de sonhos… Morte de amores… Morte de vontades… Morte de desejos.

A morte. O que seria a morte? A morte é quando deixamos para trás o que gostamos… Aquilo que um dia trouxe saudade. A morte é o que não mais vemos, o que não mais tocamos. Podemos até sentir falta, mas evitamos lembrar ou pensar. A morte é quando não mais vemos em cada esquina, dentro do carro, dentro do nosso quarto. É a única coisa ausente onipresente em nós mesmos.

A morte do prazer é quando este vira obrigação, ou quando é visto como um trabalho. A morte da vontade é quando não há estimulo, quando não há reconhecimento ou sentido… Sentido de fazer ou lutar por alguma coisa.

A morte é quando não há nem mais cinzas para renascer… Quando a própria natureza absorve o que restou. Como nunca tivesse existido.

A morte para um sênior DeMolay, não é quando brigam com ele. Não quando o perseguem. Não é quando ele falha… Ou quando seus sonhos são barrados pelos seus irmãos e pelos seus tios. A morte para um sênior DeMolay é simplesmente quando se perde a Vontade. Quando as reuniões se tornam “perca” ao invés de “ganho” de tempo. Quando ele vê mais brigas do que amizades sinceras. Quando ele vê intrigas ao invés de progresso. Quando vê mais interesses do que ajuda. Quando há mais orgulho e vaidades do que filantropias e confraternizações. Ele perde a Vontade quando param de olhar nos olhos… Quando param de tocar nos ombros. Perde a Vontade quando não mais se abraçam… Não mais dizem, “Eu te amo”.

A morte para um sênior DeMolay, quando sua foto na parede perde sentido de orgulho. Quando seus heróis viram seus inimigos. Quando os que o inspiravam coragem se tornam covardes. E que tudo que ele deslumbrava era apenas um sonho ou uma fachada utópica.

Um sênior DeMolay se vê contra a morte, quando ele não re-lê mais os rituais, quando para de ler os emails sobre a Ordem, quando não chega mais cedo na reunião, quando recusa a fazer cargos. A morte para um DeMolay é quando ele para de limpar a secretaria, pois ele descobre que ninguém sequer nota a limpeza ou sujeira dela. Quando ele percebe que organizar seguidamente as pastas dos membros nada lhe traz, além de noites mal dormidas.      Que se esforçar para fazer coisas menos nobres do que falar bem em cerimônias ou se apresentar bem perante o público, são esforços anônimos para seus próprios irmãos.

A morte para um sênior DeMolay é quando ele enxerga que o Poder fala mais alto que a Liderança, que a Arrogância vence a Bondade, que as Virtudes sempre se apagam no fim da reunião, mas nunca ficam acesas no coração de ninguém, e o Ritual se torna um livreto. Ah sim o Ritual! A Morte para um sênior DeMolay é quando as palavras se tornam apenas palavras… Os sinais são simbólicos… E o Juramento um protocolo da iniciação a ser seguido, e uma exigência para a Elevação.

A morte para um sênior DeMolay é ver os mais novos não saberem sobre o passado de sua Ordem, sua história… Quando seus olhos não mais brilham… Quando não há mais vergonha de estar aprendendo; não existe mais fascínio pelos paramentos.

 É quando os preceptores se tornam um cargo de iniciação e de pública (e não de eterno ensinamento nas reuniões). É quando a entrevista dos pais não tem pais; e a entrevista com os candidatos não possuem candidatos, pois nem mais a curiosidade os motiva a querer conhecer o capítulo.

A morte para um sênior DeMolay é quando ele prefere ficar mais calado; prefere sentar no canto; não ser chamado ou lembrado, e usar velho o terno do silêncio e da indiferença ao invés do colar vermelho da paixão latente.             É Quando a capa pesa… A cadeira fica desconfortável… A cerimônia de abertura entediante, e o Bem à Ordem interminável.

A morte para um sênior DeMolay não é a falta de reconhecimento. E sim a falta de Justiça. A falta de sinceridade dentre os irmãos. É a falta de magia. Não há mais magia pela Ordem DeMolay. Não há brilho nos olhos. Não há orgulho em ser DeMolay. Não há respeito. A morte para um sênior DeMolay é quando os maçons o têm como um conhecido… E os DeMolay como um colega… Ou até como desafeto.

A morte para um sênior DeMolay é ver que enfim todo seu esforço foi em vão. E será perdido. Como todas as atas de suas reuniões. É ver que não é por raiva, nem egoísmo, ou qualquer infantilidade da sua parte ele deixa a Ordem. Mas por que não quer mais. “Não tenho Vontade.” Isto, meus amigos é a Morte para um Sênior DeMolay. É quando ele não vê o DeMolay como Ordem, e sim como Grupo de Jovens.

A morte eterna assim é quando ele vê que por mesquinharia, por orgulho e vaidade de alguns a Ordem DeMolay perde dois dos seniores DeMolays mais dedicados, mais apaixonados e sonhadores que aquele capítulo já viu. E ninguém fez nada por isso.

Augusto foi MC de seu Capítulo e por diversas vezes se destacou em seu estado.

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O Companheiro promete voltar na próxima quarta-feira.

Não, obrigado

Se tem uma palavra que a gente deveria aprender a falar bem antes do “papa” e “mama” é o “não”.

Já repararam como é difícil dizer não? Mesmo os mais desinibidos e descompromissados com a opinião alheia às vezes são pegos pela dificuldade de falar o famoso “eni-á-ó-til”. Palavrinha monossílaba de três letras, duas vogais e uma consoante. Mas, mesmo aparentando ser tão simples, pode possuir infinitos significados: no Houaiss, por exemplo, são dois, divididos em inúmeras formas de uso.

Sendo assim, por que é tão complicado dizer “não”? Por que, inclusive, é tão difícil escutar um “não” como resposta?

O ser humano é capaz de muitas peripécias para sentir-se aceito. Dizer “sim” quando se quer dizer “não” a alguém é deixar que a vontade do outro prevalesça e, mais ainda, que a nossa vontade seja suprimida. E quase sempre essa ação torna-se uma rotina, fazendo com que o outro da situação também se acostu a sempre conseguir o que quer.

E o que se perde? Seus valores, sua identidade e, mais ainda, seu amor próprio. Aí a gente fica estressado por ter assumido milhões de obrigações que não são nossas e angustiados por abrir mão daquilo que queremos de verdade.

Óbvio que não existe uma receita milagrosa para aprender a dizer “não” de uma hora pra outra, mas só de se ter consciência de que é necessário mudar é um começo. E querem uma dica? Policiamento constante e bom senso. A gente sempre tende a cair em tentação, mas também uma vez ou outra o bem maior deve falar mais alto.

Tem um texto bem bacana aqui que dá outras dicas legais para se aprender a dizer não. Tá que o texto é direcionado a um certo tipo de público, mas isso a gente abafa, muda as últimas letras das palavras e fica tudo certo. Vale a pena ler!

E você: sabe dizer “não”?

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O Cortês espera que os seus irmãos que lerem este texto aprendam, mais que dizer “não”, a discernir o certo do fácil.

Exausto de clamar e pedir e falar.

Como é interessante notar a INSATISFAÇÃO do ser humano em tudo que diz respeito a sua vida, às suas conquistas, amores e desamores, afetos e desafetos, caminhos e escolhas. Se ele age de forma incorreta está insatisfeito, se age corretamente, crê que poderia ter sido melhor.

Mas o interessante não é somente a insatisfação do ser humano. Mas a insatisfação também do DeMolay. O que me leva a ir a uma reunião cansativa, desgastante, onde saímos de lá decepcionados, depois de conviver com pessoas que nos chamam de irmãos, e que se dizem nossos irmãos?

Temos em nossos Capítulos os grupos exatos e distintos:

A turma do Topo Tudo: aqueles que fazem tudo, participam de tudo e se preocupam com tudo.

A turma do ‘Vou o dia que quero’: são aqueles que vão a Cerimônias de Iniciação, Elevação e Públicas. Por que será? Ah! Eles vão em algumas ritualísticas pra provar e mostrar que são “os caras” na Ordem DeMolay.

A turma do “Dá aí que eu faço”: aqueles que só fazem algo se a gente pedir, não possuem iniciativa e não tomam frente nem do próprio cargo.

Certo, EU AMO A ORDEM DEMOLAY E SER DEMOLAY ESTÁ DENTRO DE MIM E NÃO FORA! Mas já se imaginaram fora de seus Capítulos? Viram se é possível ser DeMolay sem ir ao Capítulo, estudar o Ritual, participar das atividades, ter fotos no orkut: DEMOLAY AMO MUITO TUDO ISSO! [Um álbum totalmente dedicado às 7 virtudes!]. Ou então usar as famosas aspas: Jacques” [DM].

Ah?!

E temos a turma “Sim! Eu sou Sênior chato”: são aqueles caras mais velhos, que já estão cansados de anotar e, observar e, corrigir seja administração seja a ritualística de cada Capítulo, e vêem nos erros dos mais novos absurdos inadmissíveis. E já não possuem a mesma paciência e tolerância de antes.

E existe Demolay sem Capítulo?! Existe Capítulo sem DeMolay?

O bom de ser Sênior é saber que ali você está no seu limite. Você é um senhor sábio chato que vai às reuniões pra ajudar, mesmo quando acreditam que vá para colocar defeito. Está certo, cada sênior escolhe seu caminho e há entre eles, os grupos exatos e já divididos. A Alumni que o diga!

Grupo n° 1 :Os vovôs apegadinhos!”: aqueles que vão em tudo, e escolheram permanecer no Capítulo, pois crêem que é na Maioridade que verdadeiramente se começa o bom trabalho como DeMolay.

Grupo n° 2: “Vovôs também cansam”: são aqueles que vão a uma reunião semestral só para lembrar os demais que: Ei! Eu fui DeMolay, hoje eu sou sênior!Aí eu apareço de vez em quando pra vocês não esquecerem de mim e eu relembrar a ritualística e não ficar boiando!

Grupo n° 3: “Vovôs Estrelas”:  são aqueles que vão de vez em quando no Capítulo e sempre fazem questão de narrar: Na minha época era assim… além do que adoram expor o currículo de siglas e nomenclaturas: Eu já fui MC, MCR, MCE, SER e será que não tem um Chevalier sobrando por ai não?

Grupo n° 4: “Opa! Seqüestraram os vovôs!”: são aqueles que mal se recordam que Ordem DeMolay existe, e digo porque já me frustrei com isso.

Os DeMolays se sentem felizes quando vêem na rua um fulano que foi um MC, ou que hoje é um advogado, comerciante ou padeiro de sucesso, e o fulaninho nem sequer se lembra que um dia iniciou.

Oi tudo bem ? Eu sou DeMolay!

Ah ta! Legal.

Ora!… Conversando com um grupo de Seniores desanimados com a Ordem DeMolay na semana passada, percebi que a Ordem mudou seu conceito, suas vontades, suas metas e ideologias. Sim, pregamos 7 virtudes que o mundo profano destrói e deturpa cada vez mais.

Falei com eles tentando defender uma causa pela qual acredito e me jogaram na cara uma política suja que anda solta pela Ordem DeMolay. Como um rastro que nos faz saber: Sim! Estamos em um País de políticos sujos e pessoas corruptas. E fazemos parte de uma Ordem que deixou de ser formadora de líderes para ser formadora de um cenário ridículo de falsidade e sujeira.

Hoje nossos Supremos são divididos, hoje estamos divididos. E nós, um dia,  ACEITAMOS QUE FOSSE ASSIM, sabem por quê? Porque não tivemos a iniciativa de dar um basta e jogar tudo pro ar e dizer: Que tudo se exploda, eu sou DeMolay e isso independe de Supremos.

Esses Seniores estavam tristes, pois segundo eles já não se fazem DeMolays como antigamente. Hoje as pessoas trocam seu trabalho pelo cargo almejado. Depois que alcançaram o êxito que queriam, viram as costas e até um dia!

Um Sênior me disse: Você sabe né?! Como é a política, ano passado eu vi que o candidato lá era ótimo DeMolay e desempenhou um trabalho magnífico. Porém o outro que não fez muito me pediu apoio e eu não poderia deixá-lo na mão não é? Até porque ele era o meu parceiro de buteco! Mas isso não me cegou quanto ao trabalho do outro!

 

Será? Será? Creio que cego sou eu ao criticar, ao dizer, ao implorar por uma Ordem DeMolay mais igualitária, mais honesta, mais digna. Do que adianta sermos dignos de portar o nome DeMolay quando na verdade participar de uma Ordem como a nossa pode ser motivo de vergonha e frustração?

 

O Reverente está cansado de nadar contra a maré, está cansado de levantar em reunião e pedir e clamar com as mãos para o Céu que cada garoto seja DeMolay de coração e espírito. E, não apenas DeMolay no sentido físico e por interesse. Ele se cansou de mandar cartas e emails pedindo mais calma, mais tolerância, mais transparência, mais vontade de lutar. Ele cansou de aconselhar Demolays a permanecerem na Ordem, pois não sabe se realmente ele está correto ao pedir que permaneçam, quando na verdade seria melhor até que ele mesmo se retirasse.

 

A falsidade e a covardia está tentando adentrar nossos Portais, meus Irmãos, e vocês estão se rendendo a elas… POR QUÊ?

 

Talvez que os amigos de fora, deste mundo de meu Deus, sejam mais honestos do que muitos que um dia chamei de irmãos. E isso deprime um Reverente, que cansou de ouvir piadas sem graças com nomes de outros irmãos, assim como cansou de servir de chacota para muitos que se dizem verdadeiros DeMolays de corpo e alma. Eu não tenho super poderes e não sei até que ponto compensa realmente dizer: Eu sou um DeMolay! A única certeza que tenho, é que não desistirei. Pois ainda creio tudo pode mudar, é tudo questão de VONTADE. E o único super poder que tenho, é aquele de abaixar levemente o rosto, e entre as mãos que cobrem uma feição cansada e violada, clamar a Deus: “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo o mal meu Deus”…

 

 

A gente precisa sair do conto de fadas.

 

Quando a recompensa parece não vir…

Apesar do clima eleitoral tomar conta de todo o País, O Amoroso optou por não ir ao lugar comum do assunto e, ainda assim, indiretamente tratar dele…

Toda semana uma rotina que se repete. Acordar, comer, trabalhar (ou estudar), namorar e dormir. Para alguns (muitos), algo agradável e cômodo. Para outros, algo enjoativo e, ao mesmo tempo, estafante. Ainda assim, ambos os grupos (felizes e infelizes) continuam vivenciando o mesmo cotidiano e a mesma vidinha. Só que, uma hora ou outra, a pergunta clássica surge: “por que eu faço isso desse jeito?”.

A resposta, no caso dos felizes é sai na ponta da língua: “porque sou feliz”. E, no segundo caso, também é automático: “porque tem que se assim, infelizmente”. Porém, nem sempre todas pessoas se incluem em categorias tão rígidas. Estas, diuturnamente, se questionam o por quê das coisas serem assim. A reflexão não se esgota e o travesseiro (o melhor conselheiro) ouve calado a perguntas como “por que eu não mereço algo melhor?”.

Esse último grupo, acredita que o tempo é um bom remédio. Aguarda (por vezes passivamente) dias melhores (pra sempre). E continuam a viver a vida… a recompensa vai vir??? Esse pergunta talvez no dia de nossas mortes haja resposta. Porém não sairá dos próprios lábios ou do pensamento. Sairão das pessoas que conviveram com você. Valeu a pena? Tudo vale a pena! E viva de novo se possível. Um dia, a recompensa vem. Só basta saber esperar…

Reflexivo, como sempre. Preocupado com seu próprio futuro. O Amoroso está apreensivo do que ele construiu, constrói e pode construir. E você? Vai construir alguma coisa hoje ou amanhã? O ontem já passou…

Ah, e cobre a recompensa do desempenho cívico da eleição… fazer da sua cidade, do seu estado e do Brasil um País melhor depende da recompensa do seu voto!

Eleições: 2008

Tem uma crise devastando o mundo lá fora. Loucura. Rezemos pelo nosso Brasil.

* * *

Passei as duas últimas semanas estudando para provas. Minha mente está devastada. Só vejo fórmulas de físicas e derivadas matemáticas.

Mas como amanhã é dia de votar, o Patriota não poderia deixar de falar.

Amanhã iremos às urnas escolher nossos representantes municipais. Vereadores e Prefeito. Espero que cada DeMolay, assim como cada cidadão brasileiro, tenha plena consciência de seu ato. Sei que não vou precisar ficar falando da importância do voto. Creio que cada DeMolay está careca de saber. E acho isso ótimo.

Votar não é apenas uma coisa obrigatória. É um dos exercícios mais plenos de cidadania.

A recomendação de hoje é simples: Vote Consciente! O Brasil agradece!

Amanhã também, nossa Constituição completa 20 anos.

Se vocês quiserem acompanhar os resultados das Eleições, basta clicar aqui e seguir as instruções.

O Patriota deseja a todos um bom e consciente voto. E viva o Brasil!

Bom senso

Daqui a menos de duas semanas, mais um congresso estadual de nossa Ordem vai ocorrer. Vamos dar dicas para ser feliz? Vamos!

1. Mala

Aqui, apesar da maioria dos congressos acontecer em dois dias, não significa que a mala tem que ser mudança nem apenas uma blusa branca e calça preta. Um paramento completo dá, sem problemas. Se estiver muito calor, cabe colocar mais uma blusa branca comprida. Complementando: dependendo da temperatura, uma bermuda e uma calça ou uma calça também dá tranquilo. Duas camisas também dá e sobra, sem contar a que já se ganha no próprio congresso! Cueca e meia fica a seu cargo, colega, me abstenho nessa parte porque né… Um chinelo e um tênis de passeio e PRONTO! Ah sim, O BÁSICO DE HIGIENE: escova de dente, pasta dental, sabonete, shampoo - dá pra levar mais, mas é opcional e particular. Toalha, se for ficar em alojamento, é obrigatório. Se for hotel ou pousada, não deve ser necessário.

No caso de alojamento, roupa de cama também bem dobradinha pra caber tranquilo! NUNCA ESQUECER TRAVESSEIRO! :)

2. Dinheiro

Ó, tá bom que a comida, o transporte e a inscrição estão todos incluídos. Mas ainda assim, a Sete Virtudes sempre tá pre$ente, dá aquela fome em horas inesperadas, pode surgir uma gripe repentina e precisar comprar remédio e às vezes festinhas à noite (te dou uma vódega?)! Tudo isso custa muitos dinheiros!

3. Alimentação

Educação é mínimo. Vamos todos respeitar as filas, deixar os Tios mais velhos e as Tias comerem antes (Tio Mansur vem no Estadual de Minas \o/), não lotar o prato (não sei se contaram, mas é possível comer mais de uma vez sem problemas, ô pedreiro), entre outros.

4. Atividades

Ó, o esperado é que se foi pago e está presente, o mínimo é participar de tudo que foi proposto: palestras, workshops, assembléia, votações, posse, gincanas, esportes etc. Lembre-se: sempre vai haver alguém mais experiente que você dando uma palestra legal, explicando sobre o ritual novo… Os novos líderes serão escolhidos justamente neste congresso, então uma participação efetiva nesta parte é FUNDAMENTAL (ouvir as propostas, conversar com os candidatos e por aí vai…). Sem contar que alguém da sua região ou algum conhecido sempre toma posse, e eles vão ficar muito felizes em ver que seus amigos o apóiam. Gincanas e atividades esportivas são ótimas formas de unir o pessoal e fazer novas amizades: ficadica.

5. Recordação

Leve máquina digital, analógica, celular, GPS, notebook e tudo que possa te ajudar a guardar fotos, vídeos, telefone e informações. Você vai ver isso tudo depois e vai sentir saudade! Sem contar que poderá ser útil no futuro, pode ter certeza.

Bem, é isso! Já aviso que semestre que vem não estarei presente justamente por causa do congresso estadual de Minas que acontece dia 11 e 12 de outubro. Não se inscreveu ainda? http://www.demolaymg.com.br/congressomineirodemolay/OCongresso/index.php

Até lá!