Por quem o sinos dobram

O texto abaixo é sobre “divisão”. Então, se já não aguenta mais esse assunto, não leia.

A Ordem DeMolay tem tantas listas de discussão, que o Yahoo! Grupos criou uma categoria só para elas. Existem, neste sistema de grupos, um pouco mais de 1300 sobre a Ordem. Desses, cerca de uns 400 devem ser nacionais (chutei isso, não dá para levantar esse dado com precisão).

Dos grupos que participo, todos vão bem. Até que alguém toca na ferida: Supremo Conselho. Aí é sangue jorrando para todos os lados. E sujando a roupa de todo mundo. Até daqueles que não querem saber dessa bobagem.

Esse assunto maldito, por vezes conversado em sussurros e quase sempre evitado é o principio e fim da Ordem DeMolay brasileira.

Quando havia apenas um Supremo, apenas um Grande Mestre, apenas uma bagunça caótica e destrutiva, tinhamos uma Ordem DeMolay com pouca ou nenhuma estrutura. E, graças à vaidade humana, ela era um barril de pólvora com um estopim queimando lentamente. Como já era esperado a coisa estourou. Então resolveu-se fazer revolução.

Alguns pegaram a máquina velha e enferrujada. Resolveram consertá-la. Outros preferiram uma máquina nova, sem marcas de uso e arranhões.

E a partir desse momento, a Ordem DeMolay brasileira começou a crescer e se organizar. Apareceu uma estrutura, coisa que antes ficava apenas no papel. A Ordem DeMolay começou a ser feita para os DeMolays e pelos DeMolays. Ações foram feitas, líderes foram eleitos, novos paradigmas foram adotados, houve crescimento. E hoje somos a maior Ordem DeMolay do mundo. Maior, inclusive, que àqueles que a criaram.

(E note-se que estou falando de Ordem DeMolay e não de Supremo Conselho)

O pessoal que pegou a máquina velha? Vai bem obrigado. Os que preferiram uma máquina nova? Também estão muito bem.

Então, eu não entendo. Por que unir aquilo que separado está dando certo? Se a Maçonaria Brasileira, possui uma variedade de potências e obediências, porquê a Ordem DeMolay não pode contar com dois orgãos administrativos?

Legitimidade? A minha concepção de legitimo se enquadra dentro das duas instituições. As duas são Ordem DeMolay. As duas praticam Ordem DeMolay. As duas executam os mesmos rituais. As duas seguem os princípios ditados por Frank Sherman Land. Agora se ser legítima é ter pendurado na parede um pedaço de papel com a assinatura de  um “Dad” que quase ninguém sabe pronunciar o nome, então podemos desistir de tudo e começarmos outra Ordem.

Acho que já passou da hora de dar a solução mais viável para isso tudo: o reconhecimento. Está na hora de nossos líderes, se assim o forem, honrarem o compromisso de serem irmãos.

Precisamos nos tornar uma Ordem DeMolay brasileira e não um Supremo X ou um Supremo Y. Seria legal, se este fosse o primeiro passo para a busca de nossa identidade.

O Patriota está notando que as vezes, dentro da Ordem DeMolay, temos que escolher lados. E ultimamente, escolher um lado está muito aquém de defender uma idéia ou ideal.  Está se tornando uma briga mesquinha que a cada dia vai degenerando a Ordem DeMolay. E assim, lentamente, como ocorre nos Estados Unidos da América, ela vai acabando.

O mais velho e o mais novo

Eram dois irmãos. O mais velho tinha fama de malandro, todo cheio de si. Gostava de farrear com os amigos, de curtir a vida… O mais novo era o intelectual da casa: lia, lia, lia… E preocupava pai, mãe, professores. Se imergia num mundo só dele, queria saber tudo, conhecer tudo, aprender tudo, absorver tudo ao mesmo tempo agora. Nem é preciso dizer que os dois não se davam bem. Um não existia para o outro, na verdade. Se esbarravam pela casa, dividiam o mesmo quarto… E nada de se darem bem. Até que um dia o destino deu a eles a oportunidade de trabalharem juntos em prol de um objetivo em comum.

Os dois foram iniciados na Ordem DeMolay. No mesmo dia. E tornaram-se duplamente irmãos. Por um instante, comemoraram juntos a conquista e o início de uma nova vida. Participavam das reuniões, opinavam, interagiam… Mas cada um na sua. Ainda não conversavam, não compartilhavam as dificuldades do trabalho em equipe, nem mesmo iam juntos para as reuniões – se possível, cada um ia por um caminho. E a situação começava a ficar evidente e constrangedora para o resto do grupo.

O mais velho, de repente, passou a focar sua energia e determinação extremas aos objetivos da Ordem. Trabalhava bem, tinha espírito de equipe, abraçava as causas da Ordem com unhas e dentes. O mais novo, da mesma forma, deu o que havia de melhor em si: conhecimento, instrução, raciocínio rápido, foco. Mal sabiam eles que se completavam. Na verdade, nunca souberam e, infelizmente, não acreditavam nisso.

E lá, no íntimo de cada um, havia uma pequena chama que queimava mais forte quando o irmão fazia algo de bom. O mais velho sentia-se envaidecido de ver que seu irmão mais novo sabia trilhar seus próprios passos e demonstrar isso aos demais; o mais novo tinha seu irmão mais velho como seu herói, aquele que ele sempre desejou ser e que era capaz de resolver qualquer problema. Mas o orgulho não deixava que essa chama explodisse dentro deles e se externalizasse. E os dois estavam condenados a viver eternamente com amor e admiração platônicos um pelo outro…

*******

O Cortês gostaria muito que histórias como essa tivesse finais felizes. Mas, infelizmente, sabe que às vezes nem mesmo as mais puras virtudes de nossa Ordem são capazes de reparar certos laços rompidos.

Amizade e empatia

“O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos.” (Aristóteles)


Certa vez, perguntei a um grande amigo e irmão: se você pudesse escolher a oitava virtude, qual seria? Ele me respondeu “empatia”. Na mesma hora, fui buscar definições para essa palavra.

A que mais me chamou atenção foi a seguinte: capacidade de se identificar com outra pessoa, de sentir o que ela sente, de querer o que ela quer, de apreender do modo como ela apreende etc.

Preferi encaixar essa definição na virtude do Companheirismo, o que me trouxe a idéia de Amizade. Uma amizade é baseada em afinidades e sentimentos recíprocos; faz entender um ao outro sem a necessidade de explicações; traz o conhecimento mútuo e o desejo de compartilhar…

A amizade nos conforta nos momentos de tristeza e nos alimenta de alegria. Ela nos ensina lições de lealdade, tolerância, companheirismo e fraternidade. Amizade é a força que nos motiva a lutar, a enfrentar os desafios – é a força que nos ensina a viver.


Neste carnaval, O Fiel teve grandes provas de amizade, de companheirismo e de fidelidade. E a empatia só aumentou com isso tudo. Obrigado, meus irmãos! Posso dizer: amo todos vocês.

E viva a Pegação!!!

Atualmente, dentro da maioria dos Capítulos, anda ocorrendo nos DeMolays um aumento acelerado no número de hormônios que causam, além dos famosos problemas e características da puberdade, também uma necessidade grande de gastá-los de qualquer forma possível (e às vezes impossível).

Sendo assim, tenho visto muitos DeMolays desesperados e afoitos que tentam gastar essas energias na “pegação” deles de cada dia. Não bastasse isso, começaram a ficar neuróticos e compulsivos perante algumas situações.

 

“Ei DeMolay! Vamos ao Congresso?”

E com uma cara a “la maníaco” ele responde:

“_Vai ter Filha de Jó? Rainbow?

Não filhinho, é Congresso DeMolay e, em Congresso DeMolay, vai ter DeMolay!

Ah!…”

E aí você traumatiza o pequeno adolescente em pleno conflito existencial.

 

Lembro certa vez que um DeMolay namorava sério com uma Filha de Jó, já fazia alguns meses. Por alguns problemas no relacionamento, os dois resolveram se separar, mas óbvio que o sentimento dos dois permaneceria por ali durante algum tempo, mesmo que magoados ou separados. E ai, veio o auge naquele Capítulo:

“_Obaaaaaaaaaa, Filha de Jó solteira no pedaço!!! Quem chegar por último é a mulher do padre!!!”

E começa a disputa pra ver quem pega quem!

 

Isso me lembra um poema clássico de Carlos Drummond de Andrade que dizia:

“João amava Teresa,
que amava Raimundo,
que amava Maria,
que amava Joaquim,
que amava Lili,
que não amava ninguém.”

 

Só que percebi ao lembrar deste poema que o Carlos, poeta sábio e bastante conhecido havia esquecido de completar:

“e todos os garotos eram DeMolays, e todas as garotas eram de outra Ordem também para- maçônica.”

 

Pois sim, voltando à historinha, o DeMolay estava chateado pelo fim do namoro, e descobriu que passado 1 semana do término, o irmão melhor-amigo havia gastado sua ansiedade com a Ex. Aquilo criou um atrito imenso dentro do Capítulo, dividiu grupos e opiniões e por aí se questionou: Onde está a tal Fraternidade?

Vivemos pregando:

*Nós somos irmãos e respeitamos uns aos outros!

*Nós buscamos a Pureza de pensamentos, ações e palavras!!

*Nós temos algo chamado Companheirismo e somos fiéis aos princípios desta Ordem!

Logo, tudo foi ao “chão”.

 

Até na famosa Tábua dos 10 mandamentos tocaram: “Respeitai a mulher do próximo.” Mesmo que o próximo seja seu Irmão. Ironia a parte, creio que mesmo que rolasse algum sentimento ou tipo de flerte, o Demolay deveria ter esperado no mínimo o tempo pra ferida cicatrizar. Ele que acalmasse os ânimos de outra forma. Ops! Aí está o problema, ele procuraria outra prima, seja ela quem fosse.

Foi assim que perceberam que o Capítulo e o Bethel praticamente viraram um só.

Fulano tinha ficado com Beltrana que namorou Sicrano e que tava ficando agora com a Fulana que já tinha ficado com Beltrano e Fulanão que já passou por outras também não sabia se ficava novamente com ela ou ficava com a Bonita que tava ali.

 

BAAAAAAAASTAAAAAAAA!

 

Foi necessário podar as plantas pra revigorarem e desenvolver-se novamente. O assunto virou pauta de reunião, foi analisado, e logicamente quem tava ali entendeu o recado. Após o acontecido, creio que todos rezavam pedindo ao Moço do Céu que apagasse o fogo, quando na verdade o incêndio já havia sido apagado.

Meu Deus, quanto trabalho!

O fim?

Sei não. Espero que não tenha sido o mesmo colocado por Carlos…

 

“João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.”

 

O Reverente entende o problema hormonal enfrentado. Mas sabe também que Pureza de intenções, Senso e Respeito aos Irmãos são coisas primordiais não só dentro da Ordem, mas dentro dos nossos próprios Corações, Lealdade é tudo nessa Jornada, e a Regra da Lealdade é clara: Ou você tem, ou você não tem. Quem a tem está no círculo que lhe acolhe e cabe. Quem não tem…

 

Bye Bye Guy!

Uma pequena diferença

Conversava com a tia da minha namorada em um domingo qualquer. O vício pela Ordem DeMolay, ainda que haja um leve aceno para a melancolia às vezes, faz os olhos brilharem quando se fala do que se faz. Complicado e difícil quando ainda não conseguimos (infelizmente) definir nosso papel tanto social quanto moral (observe-se conceitos como companheirismo e fidelidade e veremos que realmente ainda há o que amadurecer). Ainda assim, o brilho não cessa facilmente e, durante quase duas horas, a conversa rendeu muito…

Foram pequenas histórias, pequenas vivências que para a modesta idade que tenho (e temos) mostraram a essa tia que nós, DeMolays, não somos comuns. E, mais uma vez me perguntei o por quê…

“Era um sábado à noite. Depois de muita enrolação, após uma investidura na cavalaria marcada por risadas, havia uma festa na cidade. O show envolvia bandas conhecidas no circuito jovem e, mesmo com a chegada após a metade das apresentações, a diversão estaria garantida. Alcóol da cevada, idas e vindas atrás de gatinhas (monstras que justificavam o uso excessivo de cerveja) e alguns passinhos de forró pra um lado e pra outro. Conhecidos passavam e se cumprimentavam e surpresas eram habituais, como encontrar um primo do interior completamente animado sob efeito de SOL. Entre o grupo que havia ido junto para a festa, havia um (entre quatro no total) que não era iniciado no DeMolay. Fora convidado, porém recusara o convite (já falei disso num outro post) e, por vergonha – acredito eu -, nunca explicara o que aconteceu. Já um pouco animado com Sol (havia bebido cerca de 5 latinhas em menos de 15min pelas minhas contas), ele pede que o acompanhe até a entrada do sanitário (graças a Deus, não éramos mulheres o que implica a não necessidade de ingresso ao mictório). Na passagem inclusive, encontrei uma antiga colega de uma outra faculdade que há tempos não via. Depois de retirar a água do joelho, iríamos retornar para encontrar os outros dois quando o garoto percebera que seu celular havia caído da meia – lugar extremamente idiota para se guardar um celular, eu sei. Procuramos pelo chão e, depois de várias ligações para o referido número, retornamos para o lugar que originalmente estávamos. Chegando lá contei o ocorrida ao mesmo tempo que tentava cancelar o celular (era pós-pago e em nome de uma empresa da tia que está no início da história) – tentativa esta frustrada. Olhei para um dos Irmãos que estava conosco (o dono do carro) e falei que achava melhor irmos embora (não tinha mais do que 1h que havíamos chegado a festa). Ele prontamente disse que iria embora. O outro DeMolay – com espírito de um tanto questionável – ainda resistira um pouco com o velho “quem manda colocar o celular numa meia”. Mas, em pouco tempo nos direcionávamos à saída. Passava das 02h da madrugada e, para uma noite de sábado, era cedo. Ainda assim, íamos pra casa. Levar o garoto que perdeu o celular para que ele tentasse entrar em contato com alguém que bloqueasse a linha. Nesse caminho, a fala que rendeu a noite perdida para nós DeMolays. Esse amigo que recusou iniciar no DeMolay – por motivos pessoais diga-se de passagem – falara:
Eu achava que DeMolay só ajudava DeMolay. Mas eu me enganei‘.”

Assim, fizemos uma pequena diferença. Uma diferença que nos torna mais humanos. E mais amorosos, mais reverentes, mais corteses, mais companheiros, mais fiéis, mais puros e mais patriotas. Somos DeMolays!

Aproximando da Face Divina…

Pensando na lógica em ser DeMolay e nos famosos ditos que um DeMolay deve honrar seus pais, todas as mulheres, tudo que da Pátria vem, assim também Deus como devido, penso então até onde conseguimos honrar todos estes compromissos em nosso dia a dia. Um DeMolay por si só, já tem todas as suas obrigações, muitos trabalham, estudam tem seus afazeres assi então paremos para reflexão: Conseguimos, conciliar tudo isso e ainda assim pensar em nossos deveres como DeMolays que somos?

Nas brigas e discussões em nossas casas, conseguimos nos recordar cada vez que fizemos uma luz considerada Amor Filial se acender e ser exaltada como 1ª virtude?

Nas nossas dificuldades por muitas vezes invocamos Deus, pedindo ajuda e consolo, será que em nossas felicidades também o procuramos para agradecer o quão bom tem sido?

Na correria dentro de nosso trabalho, lutando contra o relógio para cumprir tudo o que precisamos, será que ainda nos recordamos da Educação, e das tão antigas “palavrinhas mágicas” como Bom Dia, Por favor, obrigado!  Será?

Em nossas vidas será que somos exemplos de companheiros assíduos com nossos compromissos junto de amigos que sempre necessitam de nossas orientações e conselhos? Ou será que temos deixado de lado aqueles que nos apoiaram um dia?

Em nossa vida profana, seríamos exemplos corretos de fidelidade?

Seria talvez bobagem desse humilde Reverente, cobrar tudo isso, e porque não um pouco de Pureza daqueles que considera “irmãos por escolha”, e que também se comprometeram a seguir as virtudes retamente?

Quanto ao Patriotismo, agora frente às Eleições, e Campanhas, músicas e santinhos, muitas vezes cômicos, creio que é o mínimo como Patriotas que somos, ter senso e tentar votar naqueles que se dedicam à causa justa de um governo do povo, pelo povo e para o povo…Não é isso que falava aquela Cerimônia repetidas tantas vezes dentro de nossos Capítulos? Àqueles que tem um Título de Eleitor, que pensem e votem não por interesse próprio, creio que está na hora de pensarmos mais no coletivo, do que em nós mesmos.

É tão bonito dias de reunião, todos lá fazendo uma ritualística primorosa, falando cerimônias decoradas, pessoas antigas em nossa Ordem nos relembrando grandes preceitos e princípios, com uma oratória bem construída. Logo questiono, até onde tudo que falamos é realmente seguido por nós mesmos?

Depois de tudo isso apenas refletiremos, e continuemos ao menos na tentativa de sermos verdadeiros DeMolays. Estamos buscando não?!

 

O Reverente não pede que se façam santos, pede apenas que tentem colocar nossos princípios nas ações cotidianas. Até porque ele sabe que asas pesam e auréolas incomodam. O Divino não é para humanos, mas podemos tentar nos aproximar, não?

Respeito é EXCELENTE e todo mundo GOSTA!

Temos por retos princípios um que consideramos o elo entre todos, que o comprove o senhor Companheiro. Talvez que esta vela e porque não, virtude DeMolay esteja esquecida nas teias do inconsciente. Vemos em muitos Capítulos um desrespeito mútuo, que se embaraçam em fofocas, mentiras, falsidades.

O engraçado disso tudo, não é a questão de desrespeito, mas sim a questão de ser Demolays desrespeitando uns aos outros. Isso é o que mais incomoda.

Está certo, intriga, grupinhos, “panelinhas” têm em todos os lugares da sociedade. Correto! E compreensível também que haja uma ou outra briga ou conflito em nossos Capítulos. Porém, já que somos Demolays e temos por meta não só a evolução espiritual, intelectual mas também a moral, poderíamos ao menos nos conscientizar da importância de sermos exemplos a serem seguidos, correto?

Digo isso aos mais novos: Se tiverem a oportunidade de se vigiarem para não falar mal de um irmão, já será um imenso passo. Aos mais velhos: Se tiverem a oportunidade de se vigiarem para não falar mal e assim sendo servir como Ótimo exemplo aos mais novos, já será um passo enorme.

Cabe a cada um se vigiar, defeitos todos têm, mas se deixarmos que eles nos tomem conta, o mundo se perde, e a causa DeMolay se apaga.

Tentar não é conseguir, mas é lutar ao menos para que não aconteça aquilo que deprecia e abala qualquer estrutura capitular. Quando se está unido em algo limpo e claro, a harmonia flui melhor, os trabalhos fluem melhor e tudo entra no eixo correto, como deve ser.

Logo, pense duas vezes antes de falar o que não lhe é devido. E ouça apenas aquilo que lhe é de direito. Não cabe um e outro julgar o defeito deste ou daquele irmão. Quanto mais pessoas dentro de um Círculo de amizades [Capítulos], mais conflitos e diferenças terão a enfrentar, isso já foi comprovado pela sociologia e relações humanas, mas cabe àqueles que buscam algo de bom se orientar e assim sendo, respeitar o limite do outro. O seu espaço termina onde começa o do próximo. Esquece não!

 

O Reverente ficará satisfeito vendo que um contribui e muito para a evolução do outro.

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