Prestem atenção…

O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não atende à repreensão.”Provérbios 13:1

O livro de Provérbios é um dos livros sapienciais do Antigo Testamento da Bíblia. Conforme declara a sua introdução, tem como propósito ensinar a alcançar sabedoria, a disciplina e uma vida prudente e a fazer o que é correto, justo e digno. Em suma, ensina a aplicar e fornecer instrução moral.

Diante desta instrução, farei uma breve análise do provérbio e do que tenho aprendido estes ultimos tempos.

Instrução e repreensão. Creio que vivem por um limiar muito tênue, até por que se o emissor e o receptor estiverem em sintonia, dificilmente haverá repreensão e sim educação, instrução, correção moral como propõe o provérbio. Porém havendo interferências na relação e na comunicação entre pai e filho, a lição passará a uma repreensão e o filho escarnecerá seu ascendente.

Escarnecer, é zombar de alguma situação. Ao repreender, o jovem perderá o respeito por seu interlocutor. Entretanto deverá o jovem buscar entender o que motivou seu pai ou mãe mesmo. Alias, creio que para instruir e aconselhar, vale qualquer pessoa em que haja afeto e respeito. Tais como amigos, namoradas, padrinhos, madrinhas e tantas outras pessoas queridas.

Hoje recebi uma instrução, creio que uma das mais valiosas que já recebi. Dificil é admitir isso publicamente. Já estava refletindo sobre determinada situação a muito tempo, porém a instrução e um trabalho silencioso me fizeram meditar sobre a questão.

“Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” – Genêsis 4:7

Isso me fez refletir um pouco, porém, me questiono se valerá a pena. Porém meu instrutor, meu amigo, me fez lembrar de algo que sempre digo a outros:

E você perderá algo se tentar?

Em determinadas situações há momentos em que é melhor inverter a sua atuação, não da noite para o dia, mas pelo menos como você reage as situações.

Apesar das consequências (uns vêem como benefício) que determinadas atitudes podem trazer, não custa tentar mudar, apenas para ver se o paradigma mudará, mudando o paradigma, não há mais que se falar em mudança, mas sim em melhoria do ser.

A frase do ano eu diria, que é: Eu tentarei…

Abraços fraternos,
D’O Companheiro

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90 anos procurando formar melhores cidadãos…

Foi no início de Janeiro de 1919 que Dad Land, atendeu o telefone e reconheceu a voz de Sam Freet, membro da Loja Ivanhoe, contando a história do Sr. Elmer Lower, Companheiro Maçom da mesma loja que havia falecido a um ano. Pelo telefone Sam, pediu a Land que conseguisse um emprego para o filho mais velho de Lower, o jovem Louis, com 17 anos na época.

Na outra tarde, ocorreu o primeiro encontro que mudaria a vida de milhares de jovens em todo o mundo, entre Dad Land e o primeiro DeMolay, Ir. Louis Lower. O jovem demonstrou uma honestidade de carater e uma aptidão natural para a liderança, roupas usadas e curtas, inocência nas palavras. Land ainda pensou, se tivesse um filho, gostaria que fosse como ele.

Louis disse ser um bom aluno, mesmo com os tempos dificeis que sua família estava passando, confidenciou ainda sua vontade em concluir os estudos e auxiliar na educação de outros. Contou a Land também sobre seu pai. Por fim, Land o contratou para auxilia-lo no escritório maçônico que trabalhava.

Neil, esposa de Land, percebeu que seu marido havia chegado diferente em casa, questionou-lhe, e ele contou sobre Lower e as impressões que tivera sobre o garoto. Neil deu a idéia para Land receber Lower e os amigos no apartamento para se conhecerem melhor.

Era meados de fevereiro e Louis levou 8 amigos para conhecer Land, apresentou cada um de seus amigos:

Extraído do discurso do Grande Orador e Ex-Grande Mestre Reese Harrison, em 18 de março de 1994:

Um pouco sobre os Nove DeMolays Originais

Ivan M. Bentley 

Vivia na vizinhança de Louis Lower. Recebeu Chevalier em 1920. Morreu em um acidente em 1921. Sua morte tornou-se o primeiro rubi no Brasão DeMolay.
Louis G. Lower

Primeiro DeMOlay, Ex-MC do Capítulo Mãe (mas não o primeiro). Chevalier em 1920. Primeiro Legionário de Honra Ativo em 28 de Maio de 1926. Assassinado em 18 de Julho de 1943. O segundo rubi.
Edmund Marshall 

Vizinho de porta de Elmer Dorsey. Chevalier em 1920. Graduado pela Universidade de Missouri. Presidente do Conselho de Comércio de Kansas City. Morreu em 8 de novembro de 1966. O quarto rubi (Frank Land foi o terceiro)
Clyde C. Stream

Primo de Gorman McBride(Primeiro MC). Foi um engenheiro técnico na Companhia Elétrica de Sagano. Aposentou-se em Bradenton, Flórida. Morreu em 3 de Maio de 1971. O quinto rubi.

Gorman A. McBride

Vizinho de Louis Lower. O segundo Demolay e primeiro MC do Capítulo Mãe. Chevalier em 1920. Foi um Membro Ativo do Supremo Conselho Internacional. Advogado por profissão. Recebeu a Cruz do Fundador do próprio Land, o único dos originais a fazê-lo. Foi Diretor de Atividades do SCI na década de 60. Morreu em 10 de Novembro de 1973. O sexto rubi.

Ralph Sewell

Morava com Louis Lower. Tornou-se Gestor de Crédito da H. D. Lee Company, a que faz os Jeans Lee. Excelente pianista e organista. Morreu em julho de 1976. O sétimo rubi.

Elmer V. Dorsey

Morava ao lado de Lower. Ex-MC do Capítulo Mãe. Um executivo de sucesso. Mudou-se para o Texas e tornou-se um Consultor do Capítulo Richardson. Morreu em novembro de 1979. O oitavo rubi.

William W. Steinhilber

Morava na vizinhança de Lower. Tornou-se um investidor e corretor de sucesso. Capitão do primeiro time de Baseball DeMolay. Morreu em 28 de Outubro de 1992. O nono rubi.

Jerome Jacobson

Morava a uma quadra de Lower. Graduado pela Universidade de Kansas, admitido no Missouri como Advogado. Prosseguiu carreira advogando e trabalhando com finanças. Morou em Kansas City toda sua vida. Faleceu em maio de 2002. O último e décimo rubi.

Todos os rapazes tinham a mesma faixa etária em torno dos 17 anos. Conheceram as estruturas do Templo do Rito Escocês e se reuniram. Depois de muito debater para um nome para a Associação, Clyde, pediu a Land que contasse sobre algo ligado a maçonaria. Land contou sobre Jacques DeMolay e toda sua história. Os garotos ficaram fascinados. E nos encontros seguintes a idéia do nome foi se auto-afirmando.

Na reunião de 24 de março de 1919, fora feita a primeira reunião do Conselho DeMolay, elegendo-se temporáriamente Gorman como Presidente e Lower como Secretário.  Decidiram que para integrar o grupo deveria-se ter ao menos 16 anos e que quando completasse 21 anos ele se retiraria da associação.

E assim meus irmãos iniciou a Ordem DeMolay, com um jovem maçom e nove garotos, motivados pelo exemplo de Jacques DeMolay. Originalmente a reunião de 24 de março, marca o início da Ordem, porém pela proximidade com o dia 18 de Março, data da morte de Jacques, adotou-se esta ultima data para ambas as situações.

Que neste dia 18 de março façamos uma reverência ao exemplo de honra e dignidade de Jacques DeMolay e também prestemos homenagens e respeito ao idealismo de Land, um jovem maçom ao incentivar a criação desta fraternidade juvenil que tem encantado jovens ao longo dos anos.

Peço ainda que essa data possa tocar as autoridades da Ordem para atender a vontade dos DeMolays e chegarem a um acordo na fatidica Audiência de Conciliação a se realizar em 14 de Abril em Brasília, conforme vem circulando no Orkut e Grupos de emails.

Uma nova esperança…

Prometi semana passada falar de trabalhos bem feitos. Vou fugir brevemente ao tema, porém não deixa de ser um trabalho bem feito.

Ainda hoje recebi uma publicação, chamada Jornal XVIII de Março (baixe ele aqui), uma excelente publicação, não pela extensão e conteúdos variados, mas sim pela principal noticia que é publicada. Em miúdos, a queda do Decreto 22.

Sim meus irmãos, desta vez tornou-se público e notória uma visita entre Capítulos de ambas as Administrações Federais.

De início, logo eu, O Companheiro, busquei mais informações sobre o ocorrido com irmãos do Estado e Cidade envolvida na situação. E vi umtrabalho bem feito pelos nossos Irmãos DeMolays, principalmente os Seniores DeMolays, já maçons e integrando o Conselho Consultivo dos Capítulos. 

Com essa primeira aparição pública da queda do famoso decreto, vale destacar que inúmeros outros Capítulos e Estados já vem realizando silenciosamente a intervisitação, comecei a pensar definitivamente para o que viemos?

Vamos deixar a situação como está? Vamos nos furtar de participar do processo decisório? Vamos deixar que poucos decidam em nossa instituição tão frequentemente alardeada como democrática?

Acredito meus irmãos DeMolays, que podemos começar a pensar em uma solução pacífica para o impasse. A solução que vejo, é a busca de um acordo. Um acordo entre as duas administrações, para cessar essa guerra administrativa e fraternal.

A vontade dos DeMolays deve ser preservada, creio que todos estão cansados dessa “briguinha de cumadres”, como bem caracteriza um Tio que conheço. Todos querem se unir e trabalhar em prol de DeMolay e de nossas virtudes.

Em uma fraternidade não devemos ter vencedores e vencidos. Com um acordo não temos essas duas categorias e os dois lados saem ganhando, alias a fraternidade e a juventude ganham!

Fica esse recado aos Irmãos, para refletir e se possível acreditar que juntos podemos fazer um trabalho bem feito em prol de nós mesmos e da Ordem, basta acreditar.

O Companheiro espera que a chama do Companheirismo toque a todos os Irmãos e Tios Maçons, para mantermos essa chama acessa e sempre iluminando a outro jovem ou DeMolay.

E viva a opressão! :(

Nos últimos tempos venho me acostumando com maneiras de agir não convencionais por assim dizer. Um pouco do efeito da sindrome de peter pan que venho desfrutando recentemente, mas mesmo assim não deixam de ser atitudes não esperadas para irmãos e tios que convivem no seio de nossa amada Ordem.

Enfim, o que fazer quando a vontade de vários irmãos e quem sabe de alguns Capítulos é suprimida pela vontade maior de um lider, melhor, uma autoridade DeMolay? O impeto de DeMolay Ativo que ainda tem resquícios aqui dentro, me leva a resolver jogar tudo pro alto e jogar a merda no ventilador. Mas e a maturidade do Senior? Aí sim que vem a busca de um entendimento. Mas que entendimento se as ações são motivadas por perseguição pessoal?

A Ordem nos ensina a trilhar um bom caminho para contemplarmos um trabalho bem feito e por isso não devemos nos desviar desse bom caminho, quaisquer que sejam as tentações ou tribulações que passamos. É dificil, eu sei e como sei que isso é dificil, ainda mais manter a cortesia sem afetação em situações como essas descritas acima.

Lembremo-nos do grande diferencial de um bom DeMolay para os lideres fracos que encontramos em nossas vidas diárias, seja nos estudos ou no profissional, esse bom DeMolay deve saber entender as limitações dos outros, compreender que cada um tem um desenvolvimento diferenciado e mais ainda uma forma de pensar diversa.

Por mais dificil que seja encarar a opressão da vontade dos DeMolays, da União dos irmãos, esse é um caminho que iremos encarar frequentemente nessa jornada da União da Ordem.

Porém, acredito hoje que mais vale a pena permanecer calado e deixar a Ordem seguir seu rumo, do que trazer mais problemas a tona e tirar o vislumbramento dos irmãos mais novos para com a Ordem. E eles acabarão enxergando a DeMolay como um ninho de problemas e confusões.

A Ordem não tem culpa e muito menos os irmãos mais novos, mas quem sabe se agirmos assim, teremos uma geração de Seniores DeMolays mais confiantes em sua própria instituição e nas benesses que ela pode causar. Não que não tenhamos pessoas assim hoje em dia, mas não é a maioria.

Somos uma geração de Seniores que vimos discórdia, a briga por poder, a vaidade dos homens, acabamos esquecendo de enaltecer as virtudes, portamos a coroa da juventude com dignidade mesmo assim. Mas era um periodo turbulento para a Ordem, houve prejuizos, mas não podemos admitir mais ainda.

Então vamos parar de falar de problemas e nostalgias e mostrar o que temos de bom de fato?

O Companheiro vai se comprometer a melhorar suas ações e superar tudo isso hein! A começar pelas temáticas dos posts.

Já com a coroa da maioridade…

Em meu último post, eu estava por fazer 21 anos, agora vos escrevo portando a coroa da maioridade.

Tenho vivido um misto de sindrome de peter pan e descaso. Descaso que desde que estava cada vez mais próximo de fazer 21 anos, fui me preparando para tal data e isso já faz mais de 6 meses. Esse preparo decorre de cobranças familiares e pressão nos estudos para um futuro profissional! :s

Sindrome de peter pan, por não querer aceitar que isso de fato está ocorrendo. Pode parecer que não há diferença, mas para mim há e muitas. Você deixa de ser apenas um jovem que está aprendendo, para ser um jovem exemplo, pelo menos em tese.

Pelos princípios da Ordem, tive meu período de Ativo para fazer as virtudes brilhar cada vez mais na Coroa da Juventude, espero ter feito um bom trabalho e que ela esteja cheia de resplendor.

Agora porto outro coroa, com mais responsabilidades e se puder contemplando um trabalho bem feito.

A primeira cerimônia sem se ajoelhar é inesquecível, o sentimento que fica é nostalgico, um misto de satisfação, em saber que essa fase passou e passou de maneira tão boa, e de saudade, por não ter aproveitado melhor esse tempo. 

Ahh, se eu tivesse uma segunda chance como eu faria tudo tão diferente.

Mas não é assim, não podemos vencer o tempo e muito menos faze-lo diferente. O que está feito, feito está. Vamos aproveitar as experiências que ficaram para o futuro, seja para servir de aprendizado pessoal ou ensinamento a um jovem DeMolay.

DeMolay Ativo, fica meu apelo, aproveite seu tempo, ele é único, as experiências vividas nele também. Não me arrependo de coisas que fiz, porém hoje sei que se pudesse faria diferente!

Abraços a todos!

Próximo do fim…

Hoje a poucos dias dos meus 21 anos, começo a refletir sobre tudo que fiz na Ordem DeMolay. (Dizer que fiz pela Ordem DeMolay, hoje vejo que já soaria como um excesso de hipocrisia)

Pude fazer e conhecer grandes pessoas na Ordem DeMolay. Ela é uma oportunidade única, dificil de descrever. Os aprendizados também são para toda a vida, não me esquecerei da primeira vez que me confiaram uma tarefa, responsabilidade que me fora passada e que tive que ralar para atingir um resultado satisfatório.

Agora próximo de minha maioridade começo a refletir sobre meus trabalhos e se foram bem feitos. Se portei a coroa da juventude com dignidade como me pediram, se estou digno realmente da coroa da maioridade.

E nessa reflexão, descubro que fiz o melhor que pude, nesta jornada,  não mais simbólica, descobri que é dificil ostentar todas as virtudes, mas que vale a pena tentar, ainda mais se conseguir mudar uma pessoa que seja, com essas suas ações.

Um grande irmão me disse que para ser um grande líder na Ordem é preciso que a lideremos como um pai lidera uma família, com compaixão e justiça. E ser líder neste caso não é ostentar ou ter ostentado um colar, mas sim ser um exemplo a ser seguido pelos seus irmãos. O colar é meramente símbolo do poder e não de autoridade, já que esta ultima se conquista por meio de suas ações.

Mas vamos lá, minha fase como DeMolay Ativo passou, não sei dizer se foi rápido demais ou lenta demais, acredito que foi na medida necessária. O suficiente para amadurecer e crescer. E agora vem a fase como Senior DeMolay, onde vou ensinar a pescar e não dar o peixe como antigamente. Vai ser dificil mais vou aprender e crescer mais ainda. Sem contar as chocotas que isso me trará, já que sempre paguei muito dos Seniores.

O Companheiro está deveras tranquilo com a proximidade de seus 21 anos…

Verdade?

Prezados Irmãos do CdPQ, voltei! Desculpem a ausência. Alguns dias enfrentando o Dark Side…

A reflexão que trago hoje é sobre a verdade. O filósofo Nietzsche apresentou um conceito que me parece o melhor para verdade

“Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas”.

Realmente não há verdades absolutas, bem como não há pessoas que saibam de toda a verdade. Pois como o filósofo da citação crê, a verdade nada mais é que uma ponto de vista de um fato. E este ponto de vista é influenciado pelo tempo. Porém onde quero chegar com esse papo de verdade?

Freqüentemente na Ordem temos que encarar a verdade ou dize-la. Gostamos de encara-la? Ou de dize-la?

Estamos entre irmãos e por diversas vezes os irmãos nos pedem opiniões sobre ações que serão tomadas, como uma candidatura, uma disputa entre membros e tantas outras questões que nos aparecem eventualmente. Como agimos? Com o coração, em favor de nosso irmão e amigo. Ou então com a razão, em favor do bem da Ordem e do bem do próprio Irmão.

Esta encruzilhada nos é apresentada no nosso dia a dia. E como escolhemos agir?

Certa vez em uma festa, ouvi de uma amiga a seguinte frase: “Um pouco de mentira no relacionamento faz bem.”

Será que é só no relacionamento? Alias faz bem mesmo? Ou só adia situações complicadas no momento. Situações específicas que não sabemos lidar e vamos adiando, contando um mentira aqui ou omitindo uma opinião ali. Para que um dia finalmente a situação se resolva, geralmente da pior maneira. Ou então você omitindo novamente uma opinião para poder sair como o conciliador, amigo, pacífico.

Desde um bom tempo tenho preferido dizer a verdade, é um exercício difícil. Muitos sofrem a minha volta com isso, até aceitar a verdade, pois afinal ela doi. Mas e a mentira? E a omissão? Construiremos nossa vida em um alicerce de areia? As pessoas demoram e sempre demorarão para entender minhas ações, mas ao longo elas verão que foi o melhor.

Melhor um amigo dizendo seus defeitos que um inimigo seu. Alias que valor se dá a palavra de um inimigo? Todos nós temos defeitos, como tentar melhorar, buscar uma perfeição inatingível se não soubermos em que erramos?

“A verdade é filha do tempo, não da autoridade”. Francis Bacon

Então vamos dar tempo ao tempo e descobrir o que a vida ensina!

O Companheiro tem andado bem apreensivo e pensativo nos ultimos dias…