O objetivo de hoje é ser objetivo.

Nada paga a vontade de estar ao lado de quem nos faz bem.

Nenhum dinheiro é capaz de comprar a autenticidade da felicidade quando se é bem recebido em qualquer lugar que se chegue.

Ninguém consegue ser infeliz quando se tem condições perfeitas para que estejamos próximos a quem a gente verdadeiramente ama.

Tudo fica minúsculo no mundo, quando nos sentimos realmente amados.

Nada é tão compensatório quanto a reciprocidade de uma amizade embasada na fiel fraternidade.

O lado ruim? Deixa assim, de lado.

O lado bom? Deixa assim, traga-o pro seu lado.

Melhor que ser recompensado e reconhecido por um trabalho bem feito, é ter a consciência tranqüila de que cumpriu com o devido dever.

São fatos.

Alguns por acaso, outros forjados.

Mas todos sinceros, porque sentimento que é bom, vem d’alma.

 

O Reverente só pede que Deus continue a proporcionar momentos magníficos junto de quem faz bem, e diz a quem lê, que peça o mesmo, porque não há nada melhor do que estar ao lado de quem gosta da gente. O Reverente está objetivo hoje.

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Aos projéteis de DeMolay

Os bons permanecem.

Quem segue princípios permanece.

Quem tem dentro de si “a chama que nunca cessa” prevalece.

Quem ama verdadeiramente a causa, prevalece.

Quem cuida, fica.

Quem luta, fica.

Li algo um dia que dizia:

“Nunca nos disseram que nossas lutas seriam fáceis, mas sim árduas. Nunca nos deram armas para lutar, mas nos colocaram na frente de todas as batalhas.”

Assim sendo, quem luta conquista. E quem já conhece os horrores da “guerra” sabe lutar com mais agilidade em outra guerra.

Continuando a frase:

“Nunca recuamos em nossas lutas.”

A persistência é o ingrediente principal da receita de “continuidade”. A Fé deve ser inabalável dentro de si.

“Porém nunca falamos para quem nos colocou na frente de batalhas que em nosso peito bate um coração (Verdadeiro) DeMolay.”

Quem tem dentro de si a essência de nossa Ordem vence qualquer batalha.

“Feito de aço. Forjado com nossa Honra e revestido com nossa Lealdade.”

Todos sabem o significado disso? Vocês que lêem sabem?

Colocam em prática, Honra, coração DeMolay, Lealdade?

Ah!!!

 

Lição n° 4:

 

Aos que brigam em seus Capítulos pela continuidade de princípios e verdade, que permaneçam sendo corretos e ajam com justiça.

Aos que brigam com o mundo profano, com o intuito verdadeiro de seguir parte do que é falado dentro dos Capítulos, tenha persistência em crer que não somos santos, mas podemos ser melhores. Homens de bem, jovens cidadãos de nossa Querida Nação.

 

É tudo uma questão de Fé, Amor, Tempo. E nada mais que Estado de Espírito, onde o DeMolímetro acusa: Espírito de Verdadeiro DeMolay.

 

Quem enxerga a bondade é porque têm a bondade dentro de si. Quem não a enxerga, ou enxerga o que é ruim é porque deve possuir as mesmas condições. Deplorável…quem sabe um dia seremos dignos dos olhares de todos os homens de bem?

 

O Reverente sabe dar tempo ao tempo, sabe rezar, sabe se defender, mas tem medo dos milhares que podem passar a crer que a Ordem não seja nada mais que outra ilusão. Eles talvez não saibam se defender dos que passam pela mesma Ordem, até porque não entendem ainda que quem não é DeMolay em Espírito, não permanece por muito tempo nas fileiras que lhe foram um dia confiadas. Por isso aconselho sempre: Fé, Amor, Tempo.

Amém.

O bom filho a casa torna.

Engraçado como as passagens bíblicas são presentes nas nossas vidas mesmo que não sejamos seguidores de quaisquer religiões.

Pois bem, no ultimo fim de semana fiquei tentado a estudar o famoso Salmo XCI que diz:

 

Aquele que habita sob a proteção do Altíssimo
e mora à sombra do Onipotente,
pode exclamar: “SENHOR, Tu és o meu refúgio,
a minha cidadela, o meu Deus, em quem confio!”
Ele há de livrar-te da armadilha do caçador
e do flagelo maligno.
Ele te cobrirá com as suas penas;
debaixo das suas asas encontrarás refúgio;
a sua fidelidade é escudo e couraça.
Não temerás o terror da noite,
nem da seta que voa de dia,
nem da peste que alastra nas trevas,
nem do flagelo que mata em pleno dia.
Podem cair mil à tua esquerda
e dez mil à tua direita,
mas tu não serás atingido.
Basta abrires os olhos,
para veres a recompensa dos ímpios.
Pois disseste: “O SENHOR é o meu único refúgio!”
Fizeste do Altíssimo o teu auxílio.
Por isso, nenhum mal te acontecerá,
nenhuma epidemia chegará à tua tenda.
É que Ele deu ordens aos seus anjos,
para que te guardem em todos os teus caminhos.
Eles hão de elevar-te na palma das mãos,
para que não tropeces em nenhuma pedra.
Poderás caminhar sobre serpentes e víboras,
calcar aos pés leões e dragões.
Porque acreditou em mim, hei de salvá-lo;
hei de defendê-lo, porque conheceu o meu nome.
Quando me invocar, hei de responder-lhe;
estarei a seu lado na tribulação,
para o salvar e encher de honras.
Hei de recompensá-lo com longos dias
e mostrar-lhe a minha salvação.”

 

 

Ah! Se todos cressem mais nestas palavras, não seriam tolos, ou sequer medrosos frente à todas as batalhas. Engraçado como a Bíblia é complexa, mas mais engraçado ainda é ver como ela é capaz de sustentar credos, vontades, desejos de vencer. Ela nos oferece ânimo, mesmo que tudo se perca durante o caminho, mesmo que estejamos pobres e nus, nela encontramos o desejo de continuar e a esperança de melhora.

Nós oramos tanto em nossas reuniões, mas poucas vezes nossos irmãos realmente oram durante as preces. A maioria fica por conta de rir da leitura do Capelão, ou então fica ali falando o que não deve pro que está do lado, ou então pensando como ele vai fazer pra pisar na capa e desequilibrar o outro na hora de levantar.

Por que? Será que não sabemos fazê-los entender da necessidade de silêncio, meditação e vontade de crença na hora da Oração?! Ah! Falhas…

 

Da história Bíblica tiramos preceitos, e valores grandiosos. Exemplos de todas as virtudes que nossa Ordem possui, seja no Amor Filial de Maria, seja na Reverência ao Sagrado quanto à Arca da Aliança, seja pela Cortesia na hospitalidade do Pai que recebe o filho pródigo, seja na lição de Adultério passado nas histórias de Maria Madalena, seja na pureza do “vinde a mim as criancinhas” ou até mesmo o Patriotismo na guerra entre filisteus e exércitos israelenses.

 

Será que sabemos manusear uma Bíblia, será que cremos nela? Quantas vezes já abriu uma e orou? Já teve curiosidade de estudar a História de Davi e Jônatas? Conhece ao menos?!

 

O livro de Jó, percebo que muitas garotas (nossas primas) são Filhas de Jó, mas pergunte a elas sobre a história de Jó, poucas responderão com firmeza e conhecimento! Ah! Sem contar que vocês não são filhas de Jó, só que a Bíblia é Universal, então podem ler também ok?! É um dos menores livros da Bíblia e uma história fantástica para um Bom leitor!

 

Se eu creio no que lá está escrito?! Nem eu sei, só sei que gosto, e apego, e leio e tiro a lição. E tento seguir. Se é fato tudo aquilo que está escrito? Não sei também, só sei que se aconteceu faz um bom tempo, porém vejo que ainda acontece de forma bem parecida no mundo de hoje. Só sei que ela me consola, me ajuda, me ampara, nos momentos mais difíceis.

 

Sabe como nosso fundador era conhecido quando criança? “Pequeno Ministro”, ele lia a Bíblia com freqüência, e era um grande conhecedor da Palavra Divina. E de lá também retirava suas forças.

 

O Reverente está mais reverente do que nunca. Ele viu que conseguiu retirar toneladas de forças daquelas Palavras…e sabe também que por mais sozinho que esteja, aquelas Palavras estarão com ele, e isso o conforta.

Quem dera se déssemos mais valor às lutas e dificuldades de nossos antepassados.

Nossa memória e nosso raciocínio DeMolay começa quando iniciamos, e somos treinados a conhecer o presente, as formas de se fazer cada coisa, cada movimento, cada ação, o que pode e o que não pode. Como saudar, quem é quem ali, horário de reuniões, dias, tios, irmãos e assim ficamos focados nos mesmos horizontes: Nossa própria e equivocada Evolução.

Engraçado é descobrir que a Ordem DeMolay não começou no dia de nossa Iniciação. Ela começou antes. Bem antes. Não sabíamos , não conhecíamos, mas ela já existia e o que passamos hoje, muitos já passaram. O cargo que fazemos hoje, muitos já fizeram. As justiças e injustiças que sofremos hoje, outras centenas ou milhares também passaram. Talvez coisas piores, ou quem sabe menos tristes.

É tão bom já pegar um Capítulo andando, conhecendo Ritualística, sabendo os princípios de um DeMolay, com DeMolay que sirva de exemplo ali dentro. Mas engraçado é pensar que aquilo ali teve um início há algum tempo atrás, onde as pessoas não tinham tanta afinidade, não tinham noção sequer dos cargos que faziam, não possuíam talvez muitos objetos que se fazem hoje, necessários. E, aos poucos construíram bases fortes para que pudéssemos um dia, sem a presença deles, desfrutar da Ordem DeMolay, como um dia eles puderam também.

Foram momentos engraçados aprendendo como fazer uma ata, qual a verdadeira função de um Hospitaleiro, a primeira Campanha, a primeira festa para arrecadações, as salas lotadas de tios curiosos em ver aquela novidade chamada DeMolay. Ah! Bons tempos!

Quando usamos cada capa, não imaginamos quem a possuiu um dia. Quando fazemos um cargo, não sabemos nem ao menos se algum dia alguém desejou tanto ter a mesma função e não teve oportunidades para tal.

Fazemos muitas vezes por fazer, sem emoção, sem vontade, muitas vezes reclamamos, chamamos o Mestre de Cerimônias que delegou, de imbecil metido e, passamos automaticamente a esquentar cadeiras.

Ah! Se déssemos mais valor a todos aqueles que batalharam pela existência do que hoje podemos usufruir com tanta facilidade.

Creio que agir desta forma é perda de tempo, pra gente e pro Capítulo ao qual pertencemos. Seria tão belo se fôssemos mais entusiasmados em ter coragem de levantar e mostrar com maestria a arte de se fazer bem àquilo que abraçamos com tanto amor.

Ter vontade de fazer bem, servir como exemplo, mostrar a beleza e a nobreza de poder dizer: Sim, eu sou o 1° Mordomo de meu Capítulo e faço bem a função que me foi designada, pois honro todos aqueles que um dia passaram por ali. E servirei de bom exemplo a todos que ali haverão de passar.

Aí está a diferença básica entre almejar um cargo e receber um cargo. Quem almeja talvez não consiga. Quem recebe é porque de fato merece.

Dê o máximo de si para o cargo que lhe foi designado, aquele que sonha, terá para si o que quiser,  e isso depende de um bom trabalho desempenhado, não porque leu e sabe decor as suas funções, mas porque teve orgulho de abraçar seu cargo com amor, e sendo DeMolay de coração soube ser digno daquilo que lhe foi conferido.

 

O Reverente ficará feliz em ver 7 preceptores satisfeitos e honrando dentro de seus Capítulos não só as capas, mas também o exemplo de irmãos verdadeiramente ligados ao valor de nossos princípios. Que Deus nos ajude!