Quando alguém deseja saltar

E foi derrepente. Começou rápido, durou um bom tempo e acabou rápido. Foi interessante, foi intenso. Mas acho que pode continuar sendo.

Há muito não se via um movimento DeMolay na blogosfera como o Caí de Paraquedas. Sete DeMolays, de diferentes localidades, de diferentes Supremos, com diferentes idéias, postando em um único blog. Cada um representando uma virtude, sem revelar nome, localidade, Capítulo, entre outros.

Mas começamos a falhar. As postagens, que no começo eram diárias, começaram a perder sua peridiocidade. E assim, um espaço de tempo cada vez maior entre as postagens, começou a surgir.  Até que elas cessaram.

Resolvi saltar novamente. Acho que um projeto como esse não pode parar. O Patriota ainda está de pé, mesmo mancando.

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Responsabilidade um fardo necessário

Muitos falam sobre a responsabilidade, o próprio ser humano carrega em seu dia-a-dia diversas responsabilidades em todas as etapas de sua vida.Quando pequenos na escola primária já nos são passadas tarefas e trabalhos a serem cumpridos, temos que arcar com nossas responsabilidades sempre, quando jovens recebemos mais deveres ainda como cuidar de irmãos mais novos, mais obrigações ainda com a escola e talvez algum emprego, que exige mais ainda da nossa disposição e empenho.Já na maioridade ela alcança uma de suas maiores etapas que é cuidar de uma família esse talvez pode ser a maior forma de responsabilidade exigida de um homem, porém o enfoque desse tema são as responsabilidades atribuídas aos jovens, quando alguém entra na ordem Demolay não se sabe se o indivíduo em questão conseguirá arcar com os trabalhos de se capítulo em meio a tantas obrigações que o jovem nos dias de hoje tem, mas na verdade esse é o real “X” da questão a pessoa que consegue conciliar tanto as responsabilidades de sua própria vida quanto as da ordem conseguirá se destacar, esse sim é a verdadeira pessoa que merece um crédito.
São muitas as responsabilidades agregadas aos jovens atuais, porém eles não devem se deixar abalar em meio a esse turbilhão de atividades a serem realizadas.

O Puro pede desculpas por fazer tanto tempo que ele não posta aqui no blog, o motivo é que ele estava passando por um processo de mudança, agora tudo muito bem estabelecido tudo volta ao normal ! um ótimo final de semana para todos ! abraços.

Epicurista…

Epicuro de Samos foi um filósofo grego do período helenístico. Seu pensamento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e, a partir do século I, em Roma, onde Lucrécio foi seu maior divulgador.

Epicuro nasceu em Samos, em 341 a.C. Certa vez ao ouvir a frase de Hesíodo,todas as coisas vieram do caos, ele perguntou:e o caos veio de que? Sofria de cálculo renal, o que contribuiu para que tivesse uma vida marcada pela dor.

O propósito da filosofia para Epicuro era conseguir a alegria, uma vida tranquila caracterizada pela aponia, a ausência de dor e medo, e vivendo cercado de amigos. Ele pensava que a dor e o prazer eram a melhor maneira de medir o que era bom ou ruim. Das numerosas obras escritas pelo filósofo, só restaram três cartas que versam sobre a natureza, sobre os meteoros e sobre a moral, e uma coleção de pensamentos. Por suas proposições filosóficas Epicuro é considerado um dos precursores do pensamento anarquista no período clássico.

A doutrina de Epicuro entende que o sumo bem reside no prazer. O prazer de que fala Epicuro é o prazer do sábio, entendido como quietude da mente e o domínio sobre as emoções e, portanto, sobre si mesmo. É o prazer da justa-medida e não dos excessos. É a própria Natureza que nos informa que o prazer é um bem. Este prazer, no entanto, apenas satisfaz uma necessidade ou aquieta a dor. A Natureza conduz-nos a uma vida simples. O único prazer é o prazer do corpo e o que se chama de prazer do espírito é apenas lembrança dos prazeres do corpo. O mais alto prazer reside no que chamamos de saúde. A função principal da filosofia é libertar o homem. Assim ele divide os prazeres em três classificações:

Naturais e necessários: buscar sempre alimentar-se, domir e beber.

Naturais e não necessários: para se dormir não é necessário ser em lençóis de seda e nem em travesseiros de plumas. Para beber e alimentar não é necessário banquetes, e basta a água.

Não Naturais e não necessários: honras, glórias, condecorações e bajulações.

O Reverente se interessa muito pelas idéias, mesmo que estas sejam contrárias ao que verdadeiramente pensa. Creio pois, que devemos sempre seguir o que afirmava o sábio quando disse: “Não concordo com nenhuma palavra do que disse, mas defendo até a morte o direito de dizê-las.”

Analisando a crítica e a filosofia de Epicuro, tenho refletido sobre o real propósito destes prazeres, narra-se muito sobre a grande miséria que assola os países africanos, fala-se muito na pobreza que invade as periferias do nosso País, e pouco se faz para tentar amenizar esta situação.

As pessoas, e também os DeMolays, são acomodadas o suficiente a ponto de debater sobre estes temas dentro de seus Capítulos e ficar dormindo em casa quando o mesmo resolve fazer uma arrecadação de agasalhos aos desabrigados em decorrência da chuva no Sul do País. Até que ponto os nossos DeMolays têm sido Patriotas ou no mínimo “mais humanos” que os demais seres do planeta Terra?

Lembro-me que quando trabalhava em uma Comissão de Voluntariado em meu Capítulo, muitos DeMolays (que não ajudavam em absolutamente nada) levantavam e com maestria diziam: “Eu sou contra este tipo de trabalho, pois tenho em mente que DeMolay não é um Clube de Serviço”. Talvez que eles realmente achavam isso, mas talvez que tudo o que eles menos queriam, era trabalhar.

Sendo assim, sugiro que se quiserem sejam voluntários, ajudem naquilo que acharem necessário. Corram atrás das benfeitorias, pois aprendemos muito quando fazemos algo bom, com verdadeira vontade de fazer aquilo com o melhor de nós. E se caso se tornarem por vontade própria, grandes voluntários, digo, que deverão fazer por livre e espontânea vontade,  não esperando condecorações ou “trocas”. Não façam jamais um trabalho por obrigação. Quando fazemos algo obrigados, o trabalho é ruim, surte um resultado diferente do que queríamos e aprendemos pouco (quando aprendemos) , além do que, não compartilhamos os melhores pensamentos.

Quanto às honrarias, bajulações e glórias, creio que algumas são necessárias com o intuito de motivação, mas entendo também que ser “geladeira cheia de pins e jóias e coisinhas coloridinhas” além de antiquado, chega a ser desnecessário.

Você ganhar alguma honraria por trabalho justo e feito com eficiência é até interessante para que continue o caminho fazendo o que é bom, porém, você trabalhar por obrigação com o intuito de receber medalhinha no final, na maioria das vezes é frustrante, pois nem sempre alcança-se o resultado almejado.

Faça o seu trabalho, seja no Capítulo, no Convento, Távolas ou Colégios, pelo único intuito de crescer como indivíduo e assim, ajudar de forma direta ou indireta pessoas que estão ao seu redor.

 

O Reverente já trabalhou demais. Ganhou troféus “Escrava Isaura” durante alguns anos. Ainda trabalha. Ainda quer trabalhar. E não são jóias que o motivam. Isso ele já provou.

Uma nova esperança…

Prometi semana passada falar de trabalhos bem feitos. Vou fugir brevemente ao tema, porém não deixa de ser um trabalho bem feito.

Ainda hoje recebi uma publicação, chamada Jornal XVIII de Março (baixe ele aqui), uma excelente publicação, não pela extensão e conteúdos variados, mas sim pela principal noticia que é publicada. Em miúdos, a queda do Decreto 22.

Sim meus irmãos, desta vez tornou-se público e notória uma visita entre Capítulos de ambas as Administrações Federais.

De início, logo eu, O Companheiro, busquei mais informações sobre o ocorrido com irmãos do Estado e Cidade envolvida na situação. E vi umtrabalho bem feito pelos nossos Irmãos DeMolays, principalmente os Seniores DeMolays, já maçons e integrando o Conselho Consultivo dos Capítulos. 

Com essa primeira aparição pública da queda do famoso decreto, vale destacar que inúmeros outros Capítulos e Estados já vem realizando silenciosamente a intervisitação, comecei a pensar definitivamente para o que viemos?

Vamos deixar a situação como está? Vamos nos furtar de participar do processo decisório? Vamos deixar que poucos decidam em nossa instituição tão frequentemente alardeada como democrática?

Acredito meus irmãos DeMolays, que podemos começar a pensar em uma solução pacífica para o impasse. A solução que vejo, é a busca de um acordo. Um acordo entre as duas administrações, para cessar essa guerra administrativa e fraternal.

A vontade dos DeMolays deve ser preservada, creio que todos estão cansados dessa “briguinha de cumadres”, como bem caracteriza um Tio que conheço. Todos querem se unir e trabalhar em prol de DeMolay e de nossas virtudes.

Em uma fraternidade não devemos ter vencedores e vencidos. Com um acordo não temos essas duas categorias e os dois lados saem ganhando, alias a fraternidade e a juventude ganham!

Fica esse recado aos Irmãos, para refletir e se possível acreditar que juntos podemos fazer um trabalho bem feito em prol de nós mesmos e da Ordem, basta acreditar.

O Companheiro espera que a chama do Companheirismo toque a todos os Irmãos e Tios Maçons, para mantermos essa chama acessa e sempre iluminando a outro jovem ou DeMolay.

Um Lugar ao sol

Em toda a vida buscamos uma posição de destaque perante a sociedade, seja em pequenas ações ou em grandes feitos, realmente estamos sempre buscando alguma forma honesta de nos destacarmos.
Grandes homens de nossa sociedade já receberam grandes prêmios por se destacarem em diferentes áreas, pessoas do ramo artístico,professores, músicos, cientistas e médicos seja que profissão ocupar o mundo hoje está repleto de pessoas que se empenham em serem reconhecidas em meio a multidões,alguns conseguem outros não, mas o que faz com que pessoas sejam notadas não é o que elas proporcionam ao público alvo mas sim a forma com que essas pessoas fazem acontecer.Um trabalho sincero e bem feito gera bem mais satisfação do que um trabalho que você obteve ótimos resultados porém não aprendeu nada com o que fez…
Eu venho para falar do destaque pessoal que é obtido através do trabalho duro e do suor de cada um empenhado na conclusão da obra. Como é bom quando no final de alguma campanha saímos com um sentimento de dever cumprido vendo o sorriso de cada uma das pessoas beneficiadas com o ato que acabou de presenciar,esse pode talvez ser a maior recompensa recebida por algum DeMolay depois de ajudar alguma pessoa ou entidade.
Quando um engenheiro ou um arquiteto é contratado para a construção de uma casa ele jamais conseguirá terminar seu trabalho sem a ajuda de outras pessoas, o trabalho em equipe é fundamental na realização de algum objetivo, na construção de uma casa o mérito muitas vezes fica com os engenheiros que cuidaram do projeto porém existe a certeza de que o trabalho dos pedreiros foi que colocou toda obra de pé.
A mensagem que eu tentei passar é de que não importa o que você faça desde que seja feito com cuidado e a dedicação de todos empenhados no processo, tudo sairá com toda a certeza muito melhor do que o esperado.

Um bom carnaval a todos !
Abraços !!

Tantas emoções

Alor! ALOR? Alor! Tudo bem, pequenos?

Vocês já estão carecas (essa é pra você, demossauro!) de saber meu estilo, então lá vai mais política, eleição, etc e tal. Acho que isso tá aparecendo mais ainda por causa do momento e tudo que tem ocorrido nestas últimas semanas. Ah, se esse GMAIL falasse. E fica meu abraço pros ex-presidentes da alumni estadual das alterosas, povo bom de serviço que só! COF COF

Me estendi demais, bora lá… Alguém já parou pra pensar pra que precisamos dessa negada toda ocupando cargo? MC(insira aqui letra que corresponda a qualquer coisa), GM(idem), S(de secretário, ou seja, depois disso, pode enfiar qualquer coisa mesmo que o negócio aguenta, digo, cabe, digo, é válido) e lá vai um alfabeto partidário inteiro.

Minha visão é bem idealista: o cara que ocupa um cargo ou o almeja, o faz pelo bem geral. Por ter uma visão diferente e, por isso, idéias novas, conceitos novos. Esse cara quer mudar algo errado, quer mostrar o caminho certo (ou diferente). Enfim, é todo aquele papo de altruísmo do qual já falei quando toquei no assunto de candidatura.

Pra quem já trabalhou na estrutura da Ordem, no sentido de ocupar de fato um cargo que lide com diversos Capítulos, uma região, um estado ou mesmo o país todo, o recado é mais fácil de passar. O ponto é simples: tem que gostar demais. E esse gostar demais tem que vir carregado de uma vontade que é baseada na tentativa de melhorar as condições de trabalho no lugar onde a coisa toda tem que funcionar de verdade: no Capítulo. Essa é a razão de tantos projetos, tantas ligações, tantos encontros. Claro, existem outros motivos, mas o norte dessa vontade, dessa “ocupação” deve ser o bem-estar do outro, não o próprio.

Por isso, meus queridos, fiquem atentos a esses que aceitam um cargo por não ter mais ninguém. Esse povo é fadado ao fracasso. Tem que querer, que ter vontade, thelema. Ordem DeMolay não tem partido, não tem situação e oposição. Pelo menos não podia ter, se obedecem isso, são outros quinhentos. E fica meu abraço aos amigos das alterosas. “Quanta gente, quanta alegria.”

Orgulho ? (!) ?

Mais um final de semana perto de casa. Ou melhor, em casa. Nada melhor do que retornar, ainda que temporariamente, para a casa dos pais. Comer comida quentinha e boa. Dormir o sono dos justos e não se preocupar com ninguém pra pentelhar sobre a hora que você dorme ou acorda. Pena que foi só um final de semana…

Nas duas últimas semanas tenho resgatado um orgulho que já me foi caro, mas que voltou a me animar para trabalhar pela Ordem DeMolay. Voltei a ter um orgulho incomensurável de uma coisa boba: SER DEMOLAY!

A camisa americana com os dizeres When you’re good, you’re good. When you’re DeMolay, you’re better que rendeu um puxão de orelha na faculdade me fez sorrir. Tudo porque vi o trabalho que um Capítulo pode fazer ao ver mais de 5.000 pessoas envolvidas num evento realizado pelo meu Capítulo. Depois de CNODs de sucesso (ao que sei para ambos os SCs), voltar a encher a boca e dizer EU SOU UM DEMOLAY! não é pra qualquer um. É restrito apenas para nós: DEMOLAYS!