Ainda ando encucado com a questão da Liderança. Muita coisa acontecendo em minha vida DeMolay, que faz minha crença ficar mais forte. Mas continuemos com a vida. Não é todo mundo que vai nessa onda mesmo.

Queria falar um pouco sobre religião, mas desisti. Ia ser polêmico demais condendado a pá de DeMolays que não professa uma. Pra todo lado que viro, dizem apenas acreditar em Deus e basta. Me arrepio só de pensar em ateísmo. Mas como eu ia falando, ia ser muito polêmico e acabaria não sendo legal.

Então parei para pensar. Polêmica. O que se pode discutir dentro da Ordem DeMolay? Eu, pessoalmente, creio que toda e qualquer discussão dentro da Ordem é válida (não disse dentro da Sala Capitular). Religião, política, futebol, sexo, etc. Dizem uns que é proibido discutir política dentro da Ordem. Já ouvi falar disso na Maçonaria, mas na Ordem DeMolay não. Como queremos crescer em nossas vidas diárias, se não debatemos sobre o mundo que nos cerca.

A Ordem caminha com o mundo. Se não se fala de sexo dentro do Capítulos, espere problemas (não é só porque é DeMolay, que não erra). Se não se fala de política, espere apolíticos. Se não se fala de religião, espere agnósticos ou até ateus. Afinal, se a Ordem prega a formação de bons cidadãos, formemos bons cidadãos. Por que não discutir, debater? Precisamos construir uma Ordem mais dinâmica, mais realista com os problemas do “mundo lá fora”. Não devemos tomar o lugar da igreja, nem do lar, mas enfatizar o que se ensina dentro desses (ou deveria ser ensinado). Como ficaria feliz, sem em um Congresso, me deparasse com uma palestra sobre DST, sobre empreendedorismo ou sobre as religiões. As vezes, ficar falando de sindicância, secretaria ou tesouraria, cansa. E pode não valer de nada. Afinal, é essa a rotina dos Capítulos.

Levem isso para seus Capítulos. Debates, discussões, fóruns, mesas redondas. Sobre sexo, drogas, religião, política, sociedade, o que der na telha. Quem sabe, assim, podemos contribuir melhor com a formação de caráter e quebrar mais um tabu da Ordem.

O Patriota pode estar viajando, mas suas crenças são de boas intenções. É que ela anda sonhando muito e querendo colocar esses sonhos em práticas. Ele se cansou de uma Ordem DeMolay de planos, quer agora uma Ordem DeMolay de ações.

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Ser feliz ou ter razão?

Oito da noite, numa avenida movimentada..

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.

O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e  pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é  à direita.

Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe então, que estava errado.

Embora com dificuldade, admite que insistiu no  caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer  saber:

-Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado devias ter insistido um pouco mais…

E ela diz:

– Entre ter  razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma  palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.

Ela usou a cena para  ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos  razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história,  tenho me perguntado com mais freqüência: ‘Quero ser feliz ou ter razão?

Outro pensamento parecido, diz o seguinte:

‘Nunca se justifique. Os Amigos não Precisam e os Inimigos não Acreditam.’

O Companheiro está sem muito tempo para o post de hoje. Perdoem-me. O texto? Recebi de uma lista DeMolay.

Vale a pena…

A Ordem DeMolay lhe dá a oportunidade de viver grandes experiências nem sempre boas, conhecer várias pessoas também nem sempre boas. Alias a juventude é uma fase de experiências intensas, bem como de descobertas.

Mas como aprendi com um irmão, o que fica não é somente o aprendizado do momento, mas o que vamos levar à diante para a nossa vida enquanto Senior DeMolay, as dificuldades que temos na Ordem,  ajudam a nos fortalecer para a vida. Será que era esse o objetido de Frank Sherman Land?

Não se sabe, quem dirá? O fato é que a Ordem DeMolay tem ajudado de diversas formas, estimulando o aprendizado, a verdadeira amizade, o auxílio ao próximo e por aí vai… Hoje em dia a Ordem DeMolay é um investimento que pesa para muitas famílias, mas que vale a pena.

Como podemos tornar a Ordem DeMolay mais acessivel à juventude? Primeiramente creio que devemos mudar paradigmas dentro da própria instituição.  Deixem os comentários, vamos abordar esse tema no próximo post.

Um brinde à polêmica

Pra começo de conversa: não subi no telhado. E eu preciso agradecer demais aos que comentaram isso: foram vocês me me inspiraram a escrever o que vem logo abaixo.

Polêmica vende, né? É impressionante o número de revistas e jornais (fora os péssimos programas de TV) de cunho sensacionalista que vêm se multiplicando na mídia. Existe, atualmente, uma necessidade imensa de causar, de revolucionar, de gostar de ver o circo pegar fogo. Certos assuntos, obviamente, vendem mais que outros: fulano é gay, cicrana tá fazendo filme pornô, beltrano não pára de cheirar.

A curiosidade, aquela nossa velha amiga que matou o gato, anda lado a lado à polêmica. Tudo que escandaliza, choca e geralmente foge dos patrões comportamentais da sociedade causam maior interesse no ser humano. Bizarro? Nem tanto. Olhe para si mesmo e pergunte-se quantas vezes você já perguntou o famoso “como estão as coisas?” para alguém. Sejamos francos: de boas intenções o inferno está entupido.

Na Ordem DeMolay, a valorização da polêmica também é nítida. Exemplos? Divisão de Supremos. Falta de reconhecimento do DI em relação ao SCODB. Escândalos de pedofilia na Ordem DeMolay americana. Padronização dos rituais de acordo com os padrões mais antigos. PACC. Novos graus. Homossexualismo na Ordem (recomendamos, inclusive, a leitura do Badeirante DeMolay, que abordou brilhantemente o assunto). E a partir destes a gente encontra uma infinidade de assuntos, seja nos núcleos capitulares ou no conjunto da obra.

Mas o mais interessante da polêmica é a brecha que ela dá à discussão, à formação de opinião e à reflexão. Tirando fora os mais alterados que todo mundo conhece, toda polêmica acaba nos dando um parecer mínimo sobre determinado assunto. E desse parecer é fácil deduzir que exista até mesmo um pouco de partidarismo e parcialidade. Quantos de nós, no auge do “racha”, não quis saber o que estava acontecendo com a Ordem DeMolay nacional? A partir disso, tomamos como nossas verdades a verdade do todo (isso se existe alguma – sinto cheiro de conspiração no ar, hein?) e nem sempre agimos com parcimônia.

O importante, antes até de se ter a cabeça sempre bem resolvida e antenada, é não fazer pré-julgamentos, seja qual for o tema. Para acusar tem que provar, se não o bicho pega. E a relação entre pessoas e organizações pode, assim, virar uma batalha homérica. É tão mais fácil – ouso até mesmo dizer inteligente, antes de querer resolver um problema que não nos pertence, botar na balança e ver se vale a pena tamanha moção. Como fazer isso? Ponderação e autocrítica são boas formas de avaliar a situação. Pense “e se fosse comigo?” – garanto que ajuda e muito!

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Esses pára-quedistas estão demorando demais a fazer aterrissagem por aqui… Mas pelo menos deu para perceber que a fila anda, né? Ótimo! 😉

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O Cortês achou o final do seu texto semanal uma verdadeira m***a, mas deixou assim mesmo para não criar mais polêmica.

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