Chega de saudade

O Reverente falou muito bem em seu último post sobre a necessidade de mudança, dando uma ligeira abertura para comentarmos a respeito da saudade. Saudade do que passou, do que foi vivido, de como o passado era melhor. Enfim: seja qual for a saudade, a comparação sempre existe.

Às vezes eu tenho saudades do meu tempo de DeMolay ativo, que foi relativamente curto, mas que me rendeu boas histórias de vida. Foi nessa época que eu aprendi a falar em público, a perder boa parte da minha timidez e a me relacionar melhor com as pessoas. Também nessa época rolaram grandes conflitos internos e que, se não fosse pela Ordem, ouso dizer que não estaria aqui hoje – tanto pelo bem quanto pelo mal.

Tenho saudades das viagens descompromissadas, dos finais de semana “perdidos” em outras cidades e/ou estados, das incontáveis pessoas que passaram pela minha vida e que, na grande maioria das vezes, para nunca mais serem vistas. Mães, pais, irmãos e irmãs de meus irmãos, que tornaram-se meus parentes por um final de semana inteirinho sem direito de reclamar.

Tenho, também, muita saudade dos irmãos de longe, de perto, de todos os lados. Aqueles que, por um acaso de um congresso ou por você simplesmente vestir uma camiseta escrito “DeMolay” onde quer que seja, te consideram um amigo de longa data e assim permanecem por muitos e muitos anos. E a saudade dói ainda mais quando alguns desses amigos são separados da gente por uma briga besta de peixe grande. Mas a fraternidade, graças ao Pai Celestial, fala muito mais alto nessas horas e a amizade persiste e resiste a tudo e a todos.

De tudo o que aprendi, guardar boas lembranças de uma Ordem não tão mais presente em minha vida foi a única lição mal compreendida. Ainda falta essa saudade das coisas boas assolar mais gente e motivá-los a fazerem o bem, a serem pessoas verdadeiramente compromissadas com nossa organização. Pessoas que, muito mais que boas ações, podem oferecer bons exemplos.

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O Cortês queria profundamente que sua postagem de hoje fosse um pouco mais animada e otimista, mas não é esse espírito que ele enxerga atualmente na Ordem DeMolay.

Tudo muda o tempo todo.

Engraçado é perceber como somos controversos no que se refere às mudanças da vida. Todos sabem que TUDO MUDA O TEMPO TODO e que a vida é uma metamorfose constante. As estações não são as mesmas, os climas mudam constantemente, nossa rotina por mais que se pareça repetitiva possui coisas que não são como as de ontem.

O mundo hoje anda mais rápido, tudo muda mais rápido, o que era cientificamente comprovado ontem, hoje pode ser deixado de lado por outras hipóteses e comprovações.

O ser humano muda a todo o momento, seus sentimentos, suas ações, seus credos, ele vive numa busca contínua pela melhoria, talvez que muitas vezes buscando ser melhores, passamos a ser piores.

Hoje podemos ser os exemplos de responsabilidade e compromisso, mas por algum percalço ou dificuldade extrema, amanhã somos vistos como os exemplos que não deverão jamais ser seguidos.

Quando algo ruim acontece é comum ouvirmos: _Calma, isso logo passa.

Essa é a comprovação da certeza imediata do ser humano em crer que tudo muda tudo se transforma, tudo se dissolve e se recompõe.

Porém, é necessário mostrar o quanto o ser humano, mesmo gostando das mudanças cotidianas, torce para que muitas coisas não mudem.

Quem que já foi Mestre Conselheiro e no auge de um problema pensou: _Nossa não vejo a hora deste ano passar e deixar esse colar pra outro.

Mas qual destes ao abandonar o cargo, não sentiu uma vontade imensa de permanecer e reviu dentro de si como um “filme” cada momento, cada tristeza e cada felicidade, e fazendo-lhe trazer no rosto semblantes com sorriso e lágrimas que se mistura em um momento que também muda e que já não voltará.

Engraçado é notar que as mudanças vão acontecendo e a gente não percebe a maioria delas por serem pequenas e rápidas. Sentimos apenas as grandes mudanças, pois nos são mais sensíveis perante os olhos. Mas quem nunca pensou: _ Nossa! Como o Capítulo mudou, não? Agora estamos com muitos membros ativos e empenhados.

Assim como muitos já pensaram: Poderia continuar assim, né?! Os membros trabalhando, caminhando tranquilamente, tendo boa convivência. Podia não mudar.

Somos controversos em nossas afirmações. Ficamos felizes com mudanças que tragam a melhoria. Assim como ficamos tristes com as mudanças que apagarão ou não permitirão que as boas coisas se repitam.

Talvez porque mesmo mudando, não estejamos acostumados a ver o mundo se modificar, talvez porque não nos conformamos ainda com a idéia de que o tempo passa, e as pessoas vão passando pelas nossas vidas, e o que fica são apenas marcas e lembranças daquele tempo bom.

Hoje, vivemos a todo vapor, dia após dia, pensando nos estudos, nas responsabilidades e compromissos. Mas quando menos esperarmos vamos dizer:

_No meu tempo…

Ah!…Que saudade do meu tempo. Podia não ter mudado.

Talvez não seja o meu Capítulo ou as coisas a minha volta que mudaram. Talvez que a mudança esteja mais em mim do que no próximo.

 

Que tudo mude, que tudo se transforme, que tudo tenda a melhorar. A Evolução se faz necessária e para que ela aconteça são necessárias as modificações humanas, as modificações climáticas, as modificações como um todo, para mudar o todo. E aos poucos influenciar a vida de bilhões, que convivem, interagem, aproximam e se distanciam e mudam seus laços.

 

O Reverente crê que tudo muda o tempo todo. Não prefere ser essa metamorfose ambulante, às vezes tem aquela velha opinião formada sobre tudo. Mas ainda implora que mesmo que tudo mude, guardem tudo de bom que foi aprendido, talvez alguma prova do futuro poderá ser solucionada com as lições das aulas passadas. Mesmo que tudo mude, permaneça convicto de que as forças estão dentro de si. Seja na auto-estima, seja na busca incessante pela melhoria, seja na sua convicta Fé de que tudo muda para melhor.

Respostas da Lição n° 2

Frank, Humildade, Dad, Baluartes, Liderança, Filantropia, Dualidade, Hospitalaria, Ocidente, Vinte e Três

A imparcialidade do ser…

Post motivado de última hora… e finalmente algo que nos liga a profissão que inicialmente motivou a criação do CdPQ (jornalistas que podem não ser lidos pela grande mídia, mas lidos por um pequeno grupo)… pois bem, vou falar um pouco sobre imparcialidade…

Jornalistas de profissão, buscam incessantemente atingir uma posição de neutralidade que os mantenha afastados das fontes oficiais e extra-oficiais. Tomar partido significa posicionar-se contra alguém, o que elimina esse indivíduo como possível fonte futura. Dentro do jornalismo, é uma condição limitante e complicada de se lidar… e na Ordem DeMolay???

Ao exercer uma função ou um cargo específico, por mais motivações pessoais que tenhamos, elas não podem ultrapassar os limites pessoais e serem colocados à público. Principalmente quando o seu posicionamento pode vir a influenciar alguém ou um grupo. Tomar cuidado é essencial tanto quando se fala em política DeMolay quando envolve-se política “profana” (odeio essa terminologia). Depois eu completo o post que estou com pressa… mas como sugestão, procurem no Google por “o mito da objetividade”. Tem muito texto interessante relacionado à área de comunicação…

Até o próximo domingo… por falar nisso, a musa tá voltando ó…

Clica aqui

Ultimamente a onda de Patriotismo aqui no CdPQ só tem aumentado. O que me deixa muito, mas muito feliz. Nosso Irmão Puro, nos presenteou com um texto simplesmente divino!

Quem ainda não leu, faça o favor de clicar aqui e ler.

Ele economizou minha postagem! Hehe!

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Se você estivesse cantando o Hino Nacional e derrepente aviões começassem a jogar bombas sobre o local que você estivesse, o que você faria? Correria? Há muito tempo, brasileiros permaneceram de pé, cantando o Hino, mesmo com um bombardeio acontecendo.

Clica aqui e veja o vídeo.

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Hoje não tenho muito o que falar mesmo. A postagem do Irmão Puro foi incrível. Vale por pelo menos meia dúzia (ou uma dúzia completa) de postagens minhas. Sugiro apenas que leiam o texto que ele colocou.

O Patriota agradece ao Pai Celestial todos os dias, por ter Irmãos tão conscientes e inteligentes. É assim que se faz a diferença tanto no Brasil, quanto na Ordem.

PÁTRIA MADRASTA VIL

Caros leitores do Caí de Pára-Quedas, muito boa tarde.

Eu estava preparando meu post desta semana, quando recebi um e-mail de um amigo aqui na empresa. Vi que o texto tinha a mesma linha do que eu estava escrevendo. Então resolvi publicar esta carta e comentá-la ao final. EXCELENTE TEXTO, MERECE SER LIDO E CRITICADO POR TODOS, PRINCIPALMENTE NÓS DEMOLAYS

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PÁTRIA MADRASTA VIL

 Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.

Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.

O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.

Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil  está mais para madrasta vil.

A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.

E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!

É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!

A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.

Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?

Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?

Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…

Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

 Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.

Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre Como vencer a pobreza e a desigualdade.

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 Clarice foi muito feliz nesta carta. Os prêmios vieram merecidamente. Há de se haver uma revolução. Revolução esta educacional, cultural e política. Uma revolução que atinja o mais humilde ao mais abastado. Que não meça as classes sociais, e nem às exclua. Nossa Ordem por sua grandiosidade, deve ser uma das maiores responsáveis, aliada à Maçonaria, a erguer esta bandeira revolucionária. Temos poder para isso. Somos pensantes, jovens, inquietos… lembro que eu fui um dos cara-pintadas para o Impeachment do ex-Presidente Fernando Collor, e eu nem era DeMolay ainda. Cadê nossos Universitários “bons de briga”? Cadê nossos jovens políticos? Cadê EU? CADÊ VOCÊ? ONDE ESTAMOS NÓS NESTE PROCESSO REVOLUCIONÁRIO.

 Finalizo novamente com outra frase do Reverendo King: “O que me assusta não é a maldade dos maus , mas a omissão dos justos”

 O PURO – Há algumas semanas sentindo-se meio órfão da Mãe Gentil.

Fazendo a Lição de Casa n° 2.

“Oi Ga-le-ra tudo bem?!

 

Quan-to tempo que vocês não me vêem!

 

Já ta-va com saudaaaaaaadeeeee!”

 

Galerinha, vocês acham que eu escrevo bem?!

 

o.O

 

Aqui…

Eu era só DeMolay antes de vir pra cá!

Eu era escritor antes de vir pra cá, eu era um DeMolay escritor antes de vir pra cá, não é Cortês?

 

[Hahaha]

 

Toda aula tem os momentos de brincadeira, momentos de aprendizado e momentos de diversão correto?! Então, depois de ensinar a Conjugação do Verbo Tolerar, vamos aprender hoje uma nova lição, só que de forma mais inusitada. Quem nunca preencheu as famosas “Cruzadinhas”?

 

                        F _ _ _ _

               _ _ _ I _ _ _ _ _

                        D _ _

   _ _ _ _ _ _ _ E _

                        L _ _ _ _ _ _ _ _

                     _ I _ _ _ _ _ _ _ _ _

                        D _ _ _ _ _ _ _ _

_ _ _ _ _ _ _ _ A _ _ _

               _ _ _ D _ _ _ _ _

             _ _ _ _E – _ – _ _ _ _

 

F = Nomes do Tio Maçom Fundador da Ordem DeMolay e daquele outro que escreveu nossos Rituais Iniciático e DeMolay.

 

I  = Dentro das fileiras de um Convento devemos falar com Caridade e _________?

 

D = No Brasil, chamamos os Maçons carinhosamente por “Tios”, já nos Estados Unidos, é comum serem chamados como “___”.

 

E = A Bíblia Sagrada, Os Livros Escolares e o Pavilhão Nacional são _________ da Ordem DeMolay.

 

L = Dentro de um Capítulo DeMolay, vários aspectos são trabalhos, dentre eles a oratória, intelectualidade, moral, espiritual e principalmente a ___________.

 

I = Dentro de cada Capítulo encontramos o chamado “lado social da causa”, que é cumprido através da chamada ____________.

 

D = O Alvi-nego estampado pelo paramento DeMolay possui a simbologia de Luz e Trevas, Bem e Mal, lados opostos que representam a ____________.

 

A = O Encarregado pelas visitas à enfermos é o mesmo que é responsável pela ____________.

 

D = Uma Sala Capitular é divida em Sul, Norte, Oriente e _________.

 

E = Número exato de Oficiais de um Capítulo. (por extenso).

 

Já vi Iniciáticos darem “banho” de conhecimentos DeMolays em muitos Seniores. Assim como já conheci grandes Seniores conhecedores sobre Ordem DeMolay. Há certas coisas em nossa Ordem, que são o mínimo que poderíamos saber. A Ordem DeMolay assim como tudo em nossas vidas, deve ser estudada constantemente, pois cada dia que participamos de uma reunião ou lemos alguma curiosidade, percebemos o quanto ainda temos a desbravar e conhecer.

 

Sei que nada sei.

 

O Reverente ficou feliz em poder escrever nesta quinta-feira. Assim como agradece a confiança do Fiel em ter lhe proporcionar tamanha felicidade.

 

Gostou pessoal?!

 

Ah, tudo bem!

Até Segunda!

Faxina da alma

Saudações, leitores do CdPQ! Lamento pela minha ausência mais uma vez no meu dia original de postagem: acho que a falta de criatividade que assolou O Amoroso também me pegou. Mas vamos lá.

No último final de semana eu me juntei ao coro dos DeMolays que moram sozinhos/em república e que se vêem obrigados, de tempos em tempos, a dar aquela faxina na casa. Geralmente nos finais de semana, esses momentos de arrumação são praticamente eventos na nossa vida, podendo se levar um dia inteiro só fazendo isso. Arrasta sofá, enrola tapete, junta louça suja… E em pouco tempo (no meu caso levei seis horas – a situação tava feia!), o mundo ao nosso redor se transforma.

No meio da confusão, entre produtos de limpeza e panos de tirar pó, a gente redescobre cada coisa… É impressionante a quantidade de sujeira que conseguimos juntar se não passamos pelo menos uma vassoura na casa durante a semana! Eu tenho mania de juntar papéis, seja qual for o tipo: com telefones importantes (ou não), com promoções mirabolantes (ou não), com lembretes urgentes (ou não)… Cupons fiscais, recibos de cartão, carnês, malas-diretas: fragmentos de um passado que são acidentalmente descobertos depois de terem sido usufruídos e temporariamente esquecidos.

Assim também é a nossa vida. Por mais que os sábios e os livros de auto-ajuda digam que relaxar e deixar a vida acontecer é o mais importante, acredito que a limpeza de pensamentos, ações e tudo o que realmente não nos leve pra frente deve ser constante. O ser humano sabe guardar setimentos – bons ou não – de uma forma assustadora às vezes. E tais sentimentos começam a encher a cabeça, a incomodar e a realmente tornarem-se um problema. Aí, para se livrar deles, só mesmo anos e anos de tratamento psiquiátrico uma boa dose de ânimo…

E qual é a sensação que sentimos quando a casa está finalmente limpa? Alívio? Bem estar? Conforto? Todos estes, meus caros. A gente se sente leve e, mesmo sujos de faxinar o dia todo, limpos. Como se tivéssemos sido fundidos àquele ambiente. Mesmo cansados, a gente sabe que todo o esforço valeu muito a pena e, de tão bem que nos sentimos, prometemos solenemente que aquela situação vergonhosa não se repetirá tão cedo e que pelo menos um paninho úmido nos móveis vai rolar durante a semana.

Tá certo que a gente acaba esquecendo uma vez ou outra desse compromisso (tema para posts futuros, hein?), mas pretendo ressaltar aqui a forte sensação de autocontrole que conseguimos ao nos esforçar por algo que queremos mudar. Lembrem-se: o sacrifício leva à perfeição. É ele que nos molda e nos faz cada dia melhores!

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O Cortês, mesmo atrasado na postagem, sente-se muito feliz por ter deixado sua casa um brinco e, com isso, ter se livrado de muitos fantasmas do passado.