Eleições

Estamos no final do semestre e muitos capítulos devem estar preparando suas eleições para a próxima gestão. É extremamente importante esse momento para cada capítulo e para aqueles que estão envolvidos (candidatos e eleitores).

É bastante comum na época de candidatura ouvir a seguinte pergunta: “Quero candidatar para tal cargo, o que você acha?”.

Das últimas vezes que ouvi essa pergunta, surgiram outras de minha parte:
– Você sabe quais as funções desse cargo?
– Sabe quais as responsabilidades você assumirá pertencendo à diretoria?
– Está disposto a se dedicar a isso?

Com mais algumas perguntas e o assunto fluindo bem, ele mesmo saberá se está preparado ou não para ser eleito e verá em quais pontos deve melhorar para exercer bem o cargo.

Por outro lado, são comuns também as perguntas: “Quem você acha que vai ganhar?”, “Em quem você votaria?” entre outras.

Procuro não responder a essas perguntas, porque, de certa forma, estaria influenciando no voto de outros eleitores e, ao mesmo tempo, tirando a credibilidade dos outros candidatos.

Cada eleitor deve analisar as propostas dos candidatos, seu histórico na Ordem e em seu capítulo, os projetos de que participou entre outras atividades. Deve também verificar a disponibilidade de cada candidato para atuar bem no cargo.

Lembro também que “campanhas eleitorais” devem ser feitas dentro do capítulo. Nada de sair entregando santinhos na escola, na rua…

Uma vez, em época de eleição no meu capítulo, um dos candidatos chegou a levar um bolo de iogurte para a minha mãe. Talvez não tenha sido para “comprar o voto”. Mas entre outros agrados, percebi certa intenção dele.

Procure, caso você seja candidato, não apoiar outros para os demais cargos. Isso pode gerar certa rivalidade dentro do capítulo. Talvez aquele que seja eleito não foi quem você apoiou.

Apresente sua proposta, faça bem seu trabalho e confie que o pessoal fará a escolha certa.

O Fiel deseja boa sorte a todos os candidatos e, principalmente, aos eleitores – esse momento de treinarmos a democracia é importante e deve ser levado a sério.

Os Baluartes – parte 3

Na nossa série sobre os Baluartes da Ordem DeMolay, o primeiro post falou sobre os Livros Sagrados e a liberdade religiosa. O segundo post expôs os Livros Escolares e sua relação com a liberdade intelectual. Este terceiro e último, tratará da liberdade civil, representada pela Bandeira Nacional.

A Bandeira Nacional

Bandeira é uma representação em formas, cores e / ou palavras de um grupo de pessoas. Ela apresenta símbolos relacionados a seus ideais, a suas tradições, a suas propriedades entre outros. Pode representar um estado, país, município, organização, sociedade, clã e até mesmo uma família tradicional.

Na Ordem DeMolay, a Bandeira Nacional assume um papel importantíssimo. Em todas as cerimônias, ela é apresentada no centro do Capítulo no momento em que é cantado o Hino Nacional ou o Hino à Bandeira. Como um baluarte, ela representa a Liberdade Civil.

Civil, derivado do latim civile, designa o habitante da cidade, civita. Quando a humanidade obteve a consciência do “Eu”, houve a necessidade do respeito mútuo, do respeito ao outro. Então, surgem as primeiras regras de convívio social – a ética.

A Liberdade Civil significa o cumprimento do código de ética, assumindo, assim, que o homem possui direitos e deveres, responsabilidades que assume ao pertencer à uma sociedade.

Abraços”!

O Fiel foi um tanto infiel com seus companheiros de blog e leitores. O último mês foi muito corrido e de grandes mudanças. Com certeza, esse tempo de desespero e solidão foi necessário. O Fiel volta agora ao blog com mais vontade de escrever…

Os Baluartes – parte 2

Meus amigos,

Quem leu o post da semana passada, sabe que falaremos hoje sobre Os Livros Escolares. Quem não leu, pode ler aqui… Mas antes, gostaria de falar um pouco sobre a Liberdade, já que os três baluartes, de certa forma, a representam.

Muitos filósofos já explanaram sobre a Liberdade e, mesmo assim, continua ainda difícil de ser traduzida em palavras. De maneira geral, a palavra “liberdade” significa a condição de um indivíduo não submetido ao domínio de outro. Por uma visão mais profunda, pode ser entendida como a não submissão de um indivíduo aos seus próprios vícios, tendo, assim, domínio sobre si mesmo.

Os Livros Escolares

No Altar dos Juramentos, os livros escolares ocupam a região nordeste. Eles representam aqueles livros que, diariamente, são levados às escolas por milhares de jovens em nosso país. Também nos lembram de nosso dever de lutar pela manutenção das escolas públicas.

Como um baluarte da Ordem DeMolay, os livros escolares simbolizam a Liberdade Intelectual – liberdade de pensar, expressar-se, fazer escolhas, experimentar, sonhar…

Na próxima semana, será a Bandeira Nacional. Tentarei concluir com um texto um pouco mais reflexivo.

Abraços”!

Os Baluartes – parte 1

Um baluarte (do provençal “baloart”, do neerlandês “bolwerk”), ou bastião, em arquitetura militar é uma obra defensiva avançada em relação à estrutura principal da fortificação, apresentando duas faces e dois flancos. Normalmente é sustentado por muralhas de alvenaria e preenchido com terra apiloada.

Em relação aos castelos medievais, constitui-se numa defesa mais baixa e larga, melhor adaptada ao emprego da artilharia, que se difundiu na Europa a partir do século XIV.

Entre os princípios da nossa Ordem, encontramos três itens que representam os seus apoios, as suas bases de fortificação e proteção: o Livro Sagrado, os Livros Escolares e a Bandeira Nacional. Esses são os três Baluartes da Ordem DeMolay.

Eles representam as liberdades pessoais, direito nato de todo ser humano, e nós, como demolays, aprendemos o dever de defendê-las a qualquer custo.

Este é o primeiro de três textos sobre os Baluartes da Ordem. O primeiro falará um pouco sobre o Livro Sagrado, o segundo, sobre os Livros Escolares e, em seguida, a Bandeira Nacional. Eles representam, respectivamente, as liberdades religiosa, intelectual e civil.



O Livro Sagrado

É o conjunto de escrituras que formam as bases de uma religião. A maioria de seus adeptos considera esse conjunto de escrituras revelações, verdades recebidas por pessoas que podiam se comunicar diretamente com Deus.

Em um capítulo da Ordem DeMolay, o Livro Sagrado é colocado no centro do Altar dos Juramentos. Ele representa a palavra de um único Deus, independente de um sistema religioso. Simboliza também a Liberdade Religiosa.

Por ser o cristianismo a religião mais seguida, o Livro Sagrado comumente utilizado em nossas reuniões é a Bíblia. Porém, pode ser utilizado qualquer outro Livro Sagrado, como por exemplo, o Alcorão do Islamismo e o Mahabharata ou os Vedas do Hinduísmo.



Nas próximas semanas continuaremos sobre os Baluartes da Ordem DeMolay.

Forte abraço”!

O Ciclo da Vida

Olá a todos!

Vocês, meus irmãos, sabem muito bem que a Ordem DeMolay trabalha com “ciclos da vida”, ou melhor dizendo, os períodos da vida. Até mesmo quem não é demolay, em uma reunião pública, percebe isso claramente.

Um dos objetos que podem ser observados nas nossas cerimônias é a Coroa da Juventude. Ela comporta as sete jóias simbólicas que representam as virtudes cardeais de um demolay (Amor Filial, Reverência pelas Coisas Sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade, Pureza e Patriotismo) e significa o período da vida em que estão os demolays ativos.

No momento da iniciação, o jovem recebe a Coroa da Juventude e promete levá-la dignamente, até trocá-la pela Coroa da Maioridade. Esta é simbolicamente usada por aqueles que já alcançaram os 21 anos.

Nossas cerimônias, especialmente a Cerimônia da Maioridade, mostram a jornada do Sol em um dia e o ciclo de uma vida toda: alvorecer, meio dia e entardecer.

O alvorecer da vida representa os anos da juventude, que é o período de formação; momento em que se edifica o que o jovem será no futuro. O meio dia da vida simboliza os anos meridianos, a maioridade. O entardecer remonta ao fim da jornada, momento em que se pode olhar para trás e contemplar um trabalho bem feito.


 

O tema de hoje foi inspirado no vídeo abaixo. Acho bem relacionado com o que escrevi. Seu nome é “O Ciclo da Vida”, do filme da Disney “O Rei Leão”.



 

 

O Fiel deseja que todos vivam verdadeira e intensamente suas vidas! Experimentem com responsabilidade e entusiasmo! Sejam os melhores que podem ser! Sejam felizes – sejam vocês mesmos!


Amizade e empatia

“O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos.” (Aristóteles)


Certa vez, perguntei a um grande amigo e irmão: se você pudesse escolher a oitava virtude, qual seria? Ele me respondeu “empatia”. Na mesma hora, fui buscar definições para essa palavra.

A que mais me chamou atenção foi a seguinte: capacidade de se identificar com outra pessoa, de sentir o que ela sente, de querer o que ela quer, de apreender do modo como ela apreende etc.

Preferi encaixar essa definição na virtude do Companheirismo, o que me trouxe a idéia de Amizade. Uma amizade é baseada em afinidades e sentimentos recíprocos; faz entender um ao outro sem a necessidade de explicações; traz o conhecimento mútuo e o desejo de compartilhar…

A amizade nos conforta nos momentos de tristeza e nos alimenta de alegria. Ela nos ensina lições de lealdade, tolerância, companheirismo e fraternidade. Amizade é a força que nos motiva a lutar, a enfrentar os desafios – é a força que nos ensina a viver.


Neste carnaval, O Fiel teve grandes provas de amizade, de companheirismo e de fidelidade. E a empatia só aumentou com isso tudo. Obrigado, meus irmãos! Posso dizer: amo todos vocês.

Decidi triunfar…

Amigos,

Havia preparado um texto para esta semana sobre sonhos, mas lembrei deste outro. Não sou o autor, mas julgo muito importante estar em nosso blog. Peço que leiam e reflitam. Abraços”!

Decidi Triunfar…

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
Decidi não esperar as oportunidades, e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de “amigo”.
Descobri que o amor é mais que um simples estado e enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornarem-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar…
Agora simplesmente durmo para sonhar.

(Walt Disney)


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