Enquanto houver uma Ordem DeMolay…

Em meu ultimo post(a 15 dias atrás, sorry) comentei sobre a instalação de Capítulos em cidades ditas pequenas e é claro prometi uma reflexão para meu próximo post, que demorou mais saiu.

Na realidade que cresci para a Ordem DeMolay nunca consegui imaginar a Ordem DeMolay em pequenas cidades, com poucos habitantes, mas a experiência e especialmente a troca dela, me mostraram que isso é possivel. Bastando apenas dedicação do grupo que decidir doar seu tempo em prol da Ordem DeMolay, de preferência Tios e Tias.

Creio que muitas vezes deixamos de pensar em ter um Capítulo DeMolay em uma cidadezinha, com o medo de que ele venha a fechar. Sim, deve ser terrivel ver seu próprio Capítulo fechar. Mas se pensarmos que se não arriscarmos e descobrir se esse Capítulos vão continuar ou não, a juventude dessa cidade dificilmente será apresentada as virtudes da Ordem.

Hoje conheço exemplos de Capítulos que surgiram assim e são fortes, podendo as vezes ser exemplo aos demais de seu Estado. E aí fica o questionamento: Incentivar Capítulos em cidades pequenas mesmo que corra-se o risco de ele fechar ao longo do tempo se não tiver o cuidado necessário?

Eu creio que é válido. E vocês?

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Símbolo?

Há 216 anos atrás, a canção da marselhesa se eternizaria como símbolo da revolução francesa. Ou mais próximo, mas nem tanto para mim também, há 20 anos morria Abelardo Barbosa, ou, Chacrinha, símbolo de uma geração, simbolo da comunicação brasileira.

E na Ordem, qual seria nosso símbolo. Uma pessoa? Vários irmãos e tios maçons passaram pela Ordem e muitos passam ainda. É dificil dizer apenas um nome que tería de ser citado neste texto. Creio que dois nomes se sobressaem: Frank Sherman Land e Alberto Mansur, guardadas as suas devidas proporções é claro.

Land, como fundador da Ordem e grande incentivador e homem que acredita na juventude. Já Alberto Mansur, por ter trazido a Ordem para terras tupiniquins. Cada qual tem seu mérito e lembrança em cada jovem que eles puderam ajudar. A Ordem queira ou não tem formado cidadãos, tem formado homens que tem um consciência diferenciada com os problemas da sociedade.

Ainda estes dias debatiamos se valeria a pena fundar e instalar Capítulos em cidades pequenas, mesmo que eles ficassem em funcionamento 1ou talvez 2 anos. Creio que vale a pena. Falarei mais sobre isso no próximo post.

Creio que uma palavra só possa ser símbolo de Land, Mansur, de nós Jovens DeMolays: Determinação.

Sim essa palavra mostra a determinação de Land em dar um futuro diferente aos Jovens. Mostra a determinação de Mansur em trazer a Ordem e em defende-la. Mostra a nossa determinação diária em perpetuar aquilo que Land queria. Os nossos esforços em prol da Ordem e por fim da formação de jovens cidadãos. Determinação em manter um Capítulo abalado, com poucos membros, funcionando.

Creio que essa palavra sirva para refletir aquilo que a Ordem DeMolay é.

Até a próxima quarta feira pessoal.

Dias decisivos…

Decisões, convivemos com elas todos os dias. Desde o amanhecer, quando acordamos e escolhemos a roupa que vestiremos, a ordem com que faremos as coisas. Tudo nos impõe uma decisão e um caminho que decidimos trilhar. Nunca saberemos se uma outra roupa ou o horário de saída de sua casa faria o seu dia diferente, ou seja, não há o que se arrepender das decisões que tomamos, nunca saberiamos como seria se optássemos por outra(decisão).

A cada decisão que tomamos temos que saber tirar proveito dela o máximo possível(sem perversidade aqui), e algumas delas trazem experiências que marcarão e nos modificarão para o resto da vida. E é claro influenciarão nas futuras escolhas que fizermos.

No Capítulo DeMolay não é diferente, temos várias escolhas à fazer, desde como participaremos efetivamente das atividades da Ordem, bem como de quem escolheremos para ser o Mestre Conselheiro, ou a ação que vamos realizar mês que vem. Nós é que decidimos o futuro que teremos dentro da Ordem e para a Ordem.

Vivemos dias decisivos para a própria Ordem DeMolay e isso fica ainda mais díficil quando vários irmãos omitem-se de decidir ou de participar do processo decisório. Não vamos deixar que decidam por nós. Não se esqueçam que o que vivemos hoje em dia na Ordem é fruto muitas vezes da nossa omissão no passado em decidir e participar e é claro da decisão de poucos.

Então, amanhã quando for levantar, escolha bem com que roupa vai sair…

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