Até que ponto você aguenta?

Olá queridos irmãos e demais leitores do nosso humilde blog comunicativo de opiniões diversas…

Após uma semana digamos, turbulenta, recupero-me de uma ferida produzida por minha própria língua desafinada em tons não líricos e ardis, mas enfim… Está feito, não pode ser mudado, e nem quero mudá-lo também.

Ainda me perturba a questão das eleições. Minha gente, estamos para eleger nosso representantes municipais, e a cada dia cai minha credibilidade neste monte de gente.

Assistindo ontem a TV Justiça, vi o TSE impugnar a candidatura a vereador do filho do Presidente Lula… Belíssima sessão. Vendo este tipo de atitudes por parte dos Ministros do Supremo, podemos dar até um voto de confiança, porém, quantos e quantos outros Lulinhas estão espalhados pelo Brasil e nada acontece a eles.

Lendo a Revista VIP deste mês (com a maravilhosa Giovanna Antonelli), tem um recorte com o nome “HÁ VAGAS” onde mostra que o salário do Prefeito de São Luís do MA é o maior do Brasil (R$ 19.100,00) e em São Paulo a verba mensal que o atual “Zelador” da cidade tem para usar é a bagatela de R$ 25,3 bilhões. Gente é muita grana envolvida… e muita corrupção a ser combatida.

Nada contra o NE ou os Nordestinos, mas não acredito que o Prefeito de São Luís, cidade com menos de 1 milhão de habitantes, trabalhe mais que o de São Paulo para justificar este salário estratosférico.

Somos e devemos ser os fiscais daqueles que irão nos representar, seja no grêmio da escola, no DCE da faculdade ou na nossa cidade e país. Somos nós que levantaremos as dicussões, que envidaremos o processo de revolução pela cidadania, dignidade e melhoria da sociedade através de políticas públicas que realmente interessam à população, e não venham apenas a trazer a essas “pessoas públicas” mais idolatrismo ao seu nome.

TEMOS QUE BOTAR A BOCA NO TROMBONE E GRITAR.

O reverendo Martin Luter King disse uma vez: “Teremos de nos arrepender nesta geração não tanto das ações das pessoas perversas, mas dos pasmosos silêncios das boas pessoas.”

Já que somos BONS, eu pergunto a vocês: Até que ponto você aguenta?

O Puro – Mais político e polido, impossível.

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Tantas emoções

Alor! ALOR? Alor! Tudo bem, pequenos?

Vocês já estão carecas (essa é pra você, demossauro!) de saber meu estilo, então lá vai mais política, eleição, etc e tal. Acho que isso tá aparecendo mais ainda por causa do momento e tudo que tem ocorrido nestas últimas semanas. Ah, se esse GMAIL falasse. E fica meu abraço pros ex-presidentes da alumni estadual das alterosas, povo bom de serviço que só! COF COF

Me estendi demais, bora lá… Alguém já parou pra pensar pra que precisamos dessa negada toda ocupando cargo? MC(insira aqui letra que corresponda a qualquer coisa), GM(idem), S(de secretário, ou seja, depois disso, pode enfiar qualquer coisa mesmo que o negócio aguenta, digo, cabe, digo, é válido) e lá vai um alfabeto partidário inteiro.

Minha visão é bem idealista: o cara que ocupa um cargo ou o almeja, o faz pelo bem geral. Por ter uma visão diferente e, por isso, idéias novas, conceitos novos. Esse cara quer mudar algo errado, quer mostrar o caminho certo (ou diferente). Enfim, é todo aquele papo de altruísmo do qual já falei quando toquei no assunto de candidatura.

Pra quem já trabalhou na estrutura da Ordem, no sentido de ocupar de fato um cargo que lide com diversos Capítulos, uma região, um estado ou mesmo o país todo, o recado é mais fácil de passar. O ponto é simples: tem que gostar demais. E esse gostar demais tem que vir carregado de uma vontade que é baseada na tentativa de melhorar as condições de trabalho no lugar onde a coisa toda tem que funcionar de verdade: no Capítulo. Essa é a razão de tantos projetos, tantas ligações, tantos encontros. Claro, existem outros motivos, mas o norte dessa vontade, dessa “ocupação” deve ser o bem-estar do outro, não o próprio.

Por isso, meus queridos, fiquem atentos a esses que aceitam um cargo por não ter mais ninguém. Esse povo é fadado ao fracasso. Tem que querer, que ter vontade, thelema. Ordem DeMolay não tem partido, não tem situação e oposição. Pelo menos não podia ter, se obedecem isso, são outros quinhentos. E fica meu abraço aos amigos das alterosas. “Quanta gente, quanta alegria.”

Se não tem pra ajudar…

Olá, hermanitos de mi corazón! Ça va bien? Opa, ando tão louco ultimamente que tenho misturado, inclusive esqueci (ops, tô bêbada?) de postar aqui na quinta passada. Deve ter sido a falta de assunto, ou assunto demais.

Então… tava ouvindo uma música da Vanessa da Mata (a música se chama Baú e é muito bonita) agora há pouco e tem uma parte que cabe muito bem:

“Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos

Não corre atrás das suas coisas
Vive aqui choramingando
Todos já foram embora
Você só sabe reclamar

Rancoroso com raiva de tudo
Do fulano com seu carro novo
Não vê que ele trabalhou muito
Você pode se esforçar”

E não é que de DeMolay (e gente, em geral) assim tá cheio? E de candidato a isso e aquilo então? Tá pipocando fulaninho que só quer brincar de Cleópatra, mal sabem que na hora certa vão ser picadas pela cobra (ui).

A resposta, pessoal, é essa mesmo que a música fala: trabalhem tranquilos. Quem muito quer pra cima dos outros, principalmente levado por sentimentos de inveja e ciúmes, não costuma ir longe. E essa gente vai tomando aqui e ali, até que enfim se cansa e enfia a cabeça no seu buraco de costume.

Só pra não perder o costume – e que vale pro cotidiano extra-DeMolay: não vendam seus votos, não se intimidem com voz alta e disse-não-disse, não se deixem enganar por propostas fáceis e realizações megalomaníacas. Não se iludam com promessas de cargos, honrarias etc.

Façam por merecer e coloquem os verdadeiros líderes nos devidos lugares. A vós confio: LIBERDADE (a palavra em latim é ainda mais bonita, procurem só…) ainda que tardia.

Vota DeMolay

Boa Noite manos de todo o Brasil… Hoje estou usando o espaço a pedido do CORTÊS, que pede desculpas, mas segundo ele: “o trampo hoje estava insano… rsss”

Mas uma vez nos aproximamos do período de mais uma eleição, que infelizmente somos somos obrigados a exercer o “direito do voto”. Pois é, mas vamos parar para analisar como anda a nossa política atualmente. Rapaz é tanta coisa ruim acontecendo que fica difícil cada dia mais dar credibilidade as palavras de alguns candidatos. Aliás está aberta a temporada de caça ao eleitor. Vocês já pararam pra assistir um programa político… é cada figura que aparece. Na minha cidade natal tem um cara que vive de pirataria desde a época da fita K7, hj está no ramo do CD e DVD pirata, e olha o slogan do camarada: Luizinho da Fita, o espoca urna… boooommmmm. Tisc tisc tisc… Meu amigo, num fresque com minha paciência não.

É muito difícil a gente encontrar um candidato hoje que entre para a vida pública com o retilíneo ideal de fazer a POLÍTICA, na verdade todos entram para se dar bem, para se auto-beneficiar, ter nas mãos um prestígio conquistado pelo poder do $VOTO$, ou seja, pela quantidade de eleitores que puderam comprar. É triste, mas ainda é verdade. E a quantidades de Zés Ninguém que entram na política com este ideal é cada vez maior, quer dirá o nosso amigo, Luizinho da Fita- BOOOOMMMM.

Aqui na minha cidade, uma capital com mais de 1 milhão de habitantes, temos 6 candidatos a prefeitos. Um dos maiores pleitos do Brasil. Umas figuras carimbadas, ou caras-pitadas novos, uns que parecem sérios, outros verdes… enfim, tem pra tudo quanto é gosto… E é nessa hora que não só nós DeMolays, mas toda a população, deve começar a analisar a carapuça destes ilustres cadidatos a nos representar e trabalhar por nossa cidade. Vejo gente que se comove com um camarada que fez um hospital no interior em uma gestão passada de governo, com o perdão da expressão, PUTA QUE PARIU, o camarada passa 4 anos no governo e constrói um hospital municipal no interior, ele fez menos que a obrigação.

Nós somos conscientes e devemos lutar pelo nosso ideal político. Temos que fiscalizar e sabatinar, enquanto entidade construtora de líderes os nosso futuros representantes. Por que não, moldarmos um representante que njos entenda, que compreenda o sentidos das palavras democracia, liberdade, assistencialismo, dever cumrpido, idoneidade, anti-corrupção, sinceridade… Tudo bem, tudo bem, posso estar querendo um santo… mas enquanto este santo não aparece, vamos escolher, pelo menos um Querubim.

Irmãos, não joguemos nosso voto no, lixo… pensemos, refletimos, sejamos patriotas de verdade…. Não vamos ficar 4 anos com uma abelha no ouvido, dando voltas no mesmo lugar, sapateando ou chorando… Vamos sorrir, com a satisfação do dever cumprido, bem feito.

O Puro – na parcela de votos ainda, indecisos.

Construção de conhecimento

Recentemente, em uma lista nacional, circulou um e-mail sobre uma lei sancionada pelo Presidente da República. Esta lei, da certas regalías a ex-Presidentes, como servidores à disposições, carros por custo do Estado e proteção integral pela Polícia Federal.

Alguns questionaram que tal e-mail não contribuía para a Ordem.

Bom, e como se fazer um patriotismo? Cego? Acho que crítico, é a melhor opção. Formar líderes. Não é esse o objetivo de nossa Ordem? Então os formemos. Mas líderes que o realmente sejam, que acreditam em certas instituições por convicção e não por simples acreditar.

O e-mail contribuiu para uma discussão saudável. Tocou em pontos interessantes da Ordem, que são feridas, ao meu ver. Afinal, e as Escolas Públicas, tão exaltadas e “defendidas”? Quantos DeMolays realmente fazem ou fizeram parte do Sistema Público de Ensino no Ensino Fundamental e Médio? São temas interessantes à Ordem.

Infelizmente são temas que surgem poucas vezes. Quando surgem, são criticados duramente. Parece que DeMolay deve ser alheio ao mundo.

Esse tipo de informação só vem à contribuir. Para sermos líderes, devemos estar a par dos acontecimentos que nos rodeiam e construir uma opinião sobre eles. Se permanecermos na mesmice de não se discutir certas coisas dentro de nossos Capítulos, creio que não estaremos formando líderes por completo. Deve-se dar ao DeMolay a oportunidade de opinar, não só sobre assuntos da Ordem mas sobre tudo. Devemos construir um conhecimento.

O Patriota acredita em DeMolays críticos que sabem contribuir para a Ordem e para o conhecimento de seus Irmãos. Não só com Ritualística ou Administração Capitular, mas com assuntos pertinentes à formação de caráter de um cidadão de bem.

É para os garotos

Esse foi um dos finais de semanas inesqueciveis para a Ordem DeMolay. Tivemos Congresso Nacional em Cuiabá e Rio Branco( oO ).

Diferenças a parte, creio que ambos os congressos foram muito bons, novos MCNs, novas lideranças para guiar a Ordem. Porém o momento de maior frisson (Poxa!) no CNOD(Em Cuiabá), foi o momento em que o Ir. Paschal Alexander King Jr(Pat King), iniciado em 1968, disse em uma de suas falas, que definitivamente a Ordem não é para adultos e sim para os garotos.

O Ir. Pat, pode nos ensinar muito mais, com seus conhecimentos sobre Cavalaria, sobre o auge da Ordem DeMolay que ocorreu nas décadas de 60 e 70 nos EUA e é claro sobre politica na Ordem. Creio que inumeros irmãos tiveram oportunidades unicas de perguntar e tirar suas dúvidas com um Irmão que tem 40 anos de Ordem, que ocupou inumeras posições na Ordem, que teve o privilégio de conhecer 3 dos 10 originais.

Melhor foi ouvir que a Ordem no Brasil tem de fato cumprido com o pensamento de Frank Sherman Land, com o que sonhou nosso fundador. Na cavalaria tiramos dúvidas sobre origens e ensinamentos.

A ausência da Alumni, me fez retornar a frase do Pat que citei no inicio. E realmente a Ordem é dos garotos, sim, daqueles que tem entre 12 e 21 anos. E não dos Seniores DeMolays e dos Maçons. Os adultos apenas dão suporte e estrutura, deixando os garotos se resolverem.

Ver ao final o Ir. Pat chorar, foi gratificante, ver que por mais que tenham se passado 40 anos de Ordem para aquele homem, ainda sim ela lhe dá orgulho, ainda sim ela vale a pena. Alias sempre valerá. Em todos os momentos que tentaram questionar situações políticas ao Brother, ele dizia simplesmente: ‘É política’.

O interesse do Ir. Pat, reside na preferência da Ordem em si e não de suas vontades políticas ou de grupo. Isso é realmente ideológico e dificil de se atingir. Mas ele está ali, para todos verem, com 53 anos de vida e persistente no mesmo ideal que o nosso.

Espero que os irmãos pensem 2 vezes antes de abandonar a Ordem. Vamos refletir galera.

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O Companheiro pede perdão por suas ausências. E promete procurar não falhar com seus compromissos.

Eu acredito em homens

Ele também acreditou nos homens! E hoje temos a DeMolay!

O gancho para esse post é a máxima de que, para uma parcela considerável dos jovens, temos seus pais como verdadeiros heróis. Praticamente super-heróis. E, com esses ídolos, construímos a imagem do que ser no futuro (ao menos o que gostaríamos de ser)…

Hoje, na reunião do Convento (administrativa e informal), um Irmão pediu a palavra para “anunciar” que será candidato a vereador nas eleições municipais (moro numa grande cidade – é a primeira dica de quem sou). Eu já sabia, até porque fui um dos consultados quando ele ainda estava na dúvida se seria ou não candidato. Pois bem. Naquele momento, lembrei da sinceridade de Xuxa quando afirmou que acredita em duendes. E resolvi abrir o verbo pra dizer uma falácia tão absurda quanto:

“Eu acredito em homens”

Não falo de distinções como na terra-média (ver O Senhor dos Anéis, O HobbitSillmarillion), em que haviam anões, elfos, hobbit e homens (entre outros). Refiro-me aqui a HOMENS (e mulheres também antes que indiquem que estou sendo machista – ou marxista) que, com um grande caráter e uma boa reputação, podem fazer a diferença. Não só podem, como devem fazer essa diferença.

Meu pai, como todo ser humano, tem inúmeros defeitos. Eu, que segundo ele próprio, consigo ser uma versão melhorada dele apresenta tantos quanto. E ainda assim, acredito que se todos os homens fossem como nós, o mundo seria melhor. Não puxando sardinha pro meu lado (até porque caridade e humildade devem estar presentes sempre nas nossas vidas), porém a base de caráter que me foi ofertada, se tantos outros tivessem oportunidade, sairíamos do maldito buraco em que estamos (“Eu ainda vou morar nos Estados Unidos, aquilo que é lugar para se viver” ouvi essa semana de um colega da faculdade que acabara de chegar da terra do tio Sam).

Meu post hoje é apenas um alerta infame para que acreditemos, por mais que seja difícil, nos homens! Força para os que tem a coragem (que me falta) para dar a cara a tapa e acreditarem que o mundo pode mudar. Por isso acreditem, homens bons ainda existem!