Decidi triunfar…

Amigos,

Havia preparado um texto para esta semana sobre sonhos, mas lembrei deste outro. Não sou o autor, mas julgo muito importante estar em nosso blog. Peço que leiam e reflitam. Abraços”!

Decidi Triunfar…

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
Decidi não esperar as oportunidades, e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de “amigo”.
Descobri que o amor é mais que um simples estado e enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornarem-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar…
Agora simplesmente durmo para sonhar.

(Walt Disney)


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Sete Vidas

Aproveitando a última semana do filme Sete Vidas (Seven Pounds) em cartaz, aproveitei para deliciar-me com a minha agradável companhia para ir ao cinema. Claro que, como pouco cultoe instruído que sou, não o fiz numa sala de arte. Não hesitei em me deslocar a um grande centro de consumo moderno (shopping center) e entregar-me ao capitalismo cruel, dando dinheiro a uma grande rede de cinema internacional – ok, isso não vem ao caso.

Para quem gosta e acompanha os últimos tempos da carreira do ator americano Will Smith, o filme segue a proposta do drama de À Procura da Felicidade em que contracena com o próprio filho, trazendo porém uma dose extra de sofrimento e autopiedade. Alguns críticos execraram Sete Vidas como uma tentativa exagerada do ator para ganhar o Oscar 2009 – em que não foi nem indicado, porém para quem não presta atenção aos que os críticas falam e ouvem os comentários da platéia é uma excelente sugestão de filme.

O melodrama já pode ser percebido no início do filme, quando Ben Thomas apresenta dificuldades em lidar com o passado e com seu irmão, justificativa apresentada apenas na segunda metade da obra. A busca incessante do protagonista em ajudar sete pessoas é o mote central e a história é construída com enlaces e desfechos atípicos para um cidadão comum. Ben, porém, é surpreendido quando uma das sete pessoas, Emily, envolve-se emocionalmente com o pacato auditor da Receita Federal – que procura os devedores para negociar a dívida, conduta rara no Brasil ao que sei.

Mas o que esse post tem haver com DeMolay? Quantos Ben Thomas existem no mundo? Eu acredito que quase nenhum. Mas será que é necessário fazer o que ele fez pra mudar a vida das pessoas. A Corrente do Bem, um outro drama hollywoodiano, é também uma boa sugestão para reflexão.  Eu acredito que, se pensarmos apenas na mensagem do filme, vale a pena pagar o ingresso. Em sete dias, Deus criou o mundo. Em sua vida, o que você faz pelo mundo?

Próximo do fim…

Hoje a poucos dias dos meus 21 anos, começo a refletir sobre tudo que fiz na Ordem DeMolay. (Dizer que fiz pela Ordem DeMolay, hoje vejo que já soaria como um excesso de hipocrisia)

Pude fazer e conhecer grandes pessoas na Ordem DeMolay. Ela é uma oportunidade única, dificil de descrever. Os aprendizados também são para toda a vida, não me esquecerei da primeira vez que me confiaram uma tarefa, responsabilidade que me fora passada e que tive que ralar para atingir um resultado satisfatório.

Agora próximo de minha maioridade começo a refletir sobre meus trabalhos e se foram bem feitos. Se portei a coroa da juventude com dignidade como me pediram, se estou digno realmente da coroa da maioridade.

E nessa reflexão, descubro que fiz o melhor que pude, nesta jornada,  não mais simbólica, descobri que é dificil ostentar todas as virtudes, mas que vale a pena tentar, ainda mais se conseguir mudar uma pessoa que seja, com essas suas ações.

Um grande irmão me disse que para ser um grande líder na Ordem é preciso que a lideremos como um pai lidera uma família, com compaixão e justiça. E ser líder neste caso não é ostentar ou ter ostentado um colar, mas sim ser um exemplo a ser seguido pelos seus irmãos. O colar é meramente símbolo do poder e não de autoridade, já que esta ultima se conquista por meio de suas ações.

Mas vamos lá, minha fase como DeMolay Ativo passou, não sei dizer se foi rápido demais ou lenta demais, acredito que foi na medida necessária. O suficiente para amadurecer e crescer. E agora vem a fase como Senior DeMolay, onde vou ensinar a pescar e não dar o peixe como antigamente. Vai ser dificil mais vou aprender e crescer mais ainda. Sem contar as chocotas que isso me trará, já que sempre paguei muito dos Seniores.

O Companheiro está deveras tranquilo com a proximidade de seus 21 anos…

Quando a recompensa parece não vir…

Apesar do clima eleitoral tomar conta de todo o País, O Amoroso optou por não ir ao lugar comum do assunto e, ainda assim, indiretamente tratar dele…

Toda semana uma rotina que se repete. Acordar, comer, trabalhar (ou estudar), namorar e dormir. Para alguns (muitos), algo agradável e cômodo. Para outros, algo enjoativo e, ao mesmo tempo, estafante. Ainda assim, ambos os grupos (felizes e infelizes) continuam vivenciando o mesmo cotidiano e a mesma vidinha. Só que, uma hora ou outra, a pergunta clássica surge: “por que eu faço isso desse jeito?”.

A resposta, no caso dos felizes é sai na ponta da língua: “porque sou feliz”. E, no segundo caso, também é automático: “porque tem que se assim, infelizmente”. Porém, nem sempre todas pessoas se incluem em categorias tão rígidas. Estas, diuturnamente, se questionam o por quê das coisas serem assim. A reflexão não se esgota e o travesseiro (o melhor conselheiro) ouve calado a perguntas como “por que eu não mereço algo melhor?”.

Esse último grupo, acredita que o tempo é um bom remédio. Aguarda (por vezes passivamente) dias melhores (pra sempre). E continuam a viver a vida… a recompensa vai vir??? Esse pergunta talvez no dia de nossas mortes haja resposta. Porém não sairá dos próprios lábios ou do pensamento. Sairão das pessoas que conviveram com você. Valeu a pena? Tudo vale a pena! E viva de novo se possível. Um dia, a recompensa vem. Só basta saber esperar…

Reflexivo, como sempre. Preocupado com seu próprio futuro. O Amoroso está apreensivo do que ele construiu, constrói e pode construir. E você? Vai construir alguma coisa hoje ou amanhã? O ontem já passou…

Ah, e cobre a recompensa do desempenho cívico da eleição… fazer da sua cidade, do seu estado e do Brasil um País melhor depende da recompensa do seu voto!

Faxina da alma

Saudações, leitores do CdPQ! Lamento pela minha ausência mais uma vez no meu dia original de postagem: acho que a falta de criatividade que assolou O Amoroso também me pegou. Mas vamos lá.

No último final de semana eu me juntei ao coro dos DeMolays que moram sozinhos/em república e que se vêem obrigados, de tempos em tempos, a dar aquela faxina na casa. Geralmente nos finais de semana, esses momentos de arrumação são praticamente eventos na nossa vida, podendo se levar um dia inteiro só fazendo isso. Arrasta sofá, enrola tapete, junta louça suja… E em pouco tempo (no meu caso levei seis horas – a situação tava feia!), o mundo ao nosso redor se transforma.

No meio da confusão, entre produtos de limpeza e panos de tirar pó, a gente redescobre cada coisa… É impressionante a quantidade de sujeira que conseguimos juntar se não passamos pelo menos uma vassoura na casa durante a semana! Eu tenho mania de juntar papéis, seja qual for o tipo: com telefones importantes (ou não), com promoções mirabolantes (ou não), com lembretes urgentes (ou não)… Cupons fiscais, recibos de cartão, carnês, malas-diretas: fragmentos de um passado que são acidentalmente descobertos depois de terem sido usufruídos e temporariamente esquecidos.

Assim também é a nossa vida. Por mais que os sábios e os livros de auto-ajuda digam que relaxar e deixar a vida acontecer é o mais importante, acredito que a limpeza de pensamentos, ações e tudo o que realmente não nos leve pra frente deve ser constante. O ser humano sabe guardar setimentos – bons ou não – de uma forma assustadora às vezes. E tais sentimentos começam a encher a cabeça, a incomodar e a realmente tornarem-se um problema. Aí, para se livrar deles, só mesmo anos e anos de tratamento psiquiátrico uma boa dose de ânimo…

E qual é a sensação que sentimos quando a casa está finalmente limpa? Alívio? Bem estar? Conforto? Todos estes, meus caros. A gente se sente leve e, mesmo sujos de faxinar o dia todo, limpos. Como se tivéssemos sido fundidos àquele ambiente. Mesmo cansados, a gente sabe que todo o esforço valeu muito a pena e, de tão bem que nos sentimos, prometemos solenemente que aquela situação vergonhosa não se repetirá tão cedo e que pelo menos um paninho úmido nos móveis vai rolar durante a semana.

Tá certo que a gente acaba esquecendo uma vez ou outra desse compromisso (tema para posts futuros, hein?), mas pretendo ressaltar aqui a forte sensação de autocontrole que conseguimos ao nos esforçar por algo que queremos mudar. Lembrem-se: o sacrifício leva à perfeição. É ele que nos molda e nos faz cada dia melhores!

*******

O Cortês, mesmo atrasado na postagem, sente-se muito feliz por ter deixado sua casa um brinco e, com isso, ter se livrado de muitos fantasmas do passado.

UM DEMOLAY CHORA

Fala gente boa do Caí de Paraquedas… Pois é, semana passada estava eu com uma “dor de corno” dos diabos… felizmente consegui levantar a cabeça, resfriar o pensamento e seguir adiante…. Mas o post de hoje, vem em forma de reflexão…

Até que ponto nós demolays nos preocupamos com nossas atitudes… A gente já parou pra pensar em como estamos escrevendo nossa história, que legado eu estou deixando para meu capítulo? Eu estou pensando duas vezes antes de tomar uma atitude ou uma decisão, e será que com isso eu não vá machucar alguém?

Somos fortes de verdade? Conseguimos nos sobrepor sobre as coisas vis que todos os dias batem à nossa porta…. enfim… Vamnos refletir…. Virar os “zóios” pro lado de dentro e começar a pensar no que estamos fazendo.

Para ajudar, segue um poema bem reflexivo…. rssss

UM DEMOLAY CHORA

 

 Um DeMolay chora

Exemplo do que é certo

Extremo que separa

O bom do ruim

Também chora

 

Ele expressa sua dor

Ao ver tudo que aprendeu ir a pique

Num oceano sujo e tentador

 

Ele chora

Ao ver suas virtudes

Serem pisadas e abatidas

Por golpes de irresponsabilidade

Desunião e perfídia

 

Ele chora

Quando deixa a cólera profana

Tomar seu cérebro e seu corpo

Fazendo-o cometer atos vergonhosos.

 

Nós, jovens virtuosos,

Choramos literalmente

Ao ver um irmão, ou nós mesmos

À mercê da insanidade impura

De mentes vazias.

O Puro – Refletindo pra caramba

Vale a pena…

A Ordem DeMolay lhe dá a oportunidade de viver grandes experiências nem sempre boas, conhecer várias pessoas também nem sempre boas. Alias a juventude é uma fase de experiências intensas, bem como de descobertas.

Mas como aprendi com um irmão, o que fica não é somente o aprendizado do momento, mas o que vamos levar à diante para a nossa vida enquanto Senior DeMolay, as dificuldades que temos na Ordem,  ajudam a nos fortalecer para a vida. Será que era esse o objetido de Frank Sherman Land?

Não se sabe, quem dirá? O fato é que a Ordem DeMolay tem ajudado de diversas formas, estimulando o aprendizado, a verdadeira amizade, o auxílio ao próximo e por aí vai… Hoje em dia a Ordem DeMolay é um investimento que pesa para muitas famílias, mas que vale a pena.

Como podemos tornar a Ordem DeMolay mais acessivel à juventude? Primeiramente creio que devemos mudar paradigmas dentro da própria instituição.  Deixem os comentários, vamos abordar esse tema no próximo post.

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