Vota DeMolay

Boa Noite manos de todo o Brasil… Hoje estou usando o espaço a pedido do CORTÊS, que pede desculpas, mas segundo ele: “o trampo hoje estava insano… rsss”

Mas uma vez nos aproximamos do período de mais uma eleição, que infelizmente somos somos obrigados a exercer o “direito do voto”. Pois é, mas vamos parar para analisar como anda a nossa política atualmente. Rapaz é tanta coisa ruim acontecendo que fica difícil cada dia mais dar credibilidade as palavras de alguns candidatos. Aliás está aberta a temporada de caça ao eleitor. Vocês já pararam pra assistir um programa político… é cada figura que aparece. Na minha cidade natal tem um cara que vive de pirataria desde a época da fita K7, hj está no ramo do CD e DVD pirata, e olha o slogan do camarada: Luizinho da Fita, o espoca urna… boooommmmm. Tisc tisc tisc… Meu amigo, num fresque com minha paciência não.

É muito difícil a gente encontrar um candidato hoje que entre para a vida pública com o retilíneo ideal de fazer a POLÍTICA, na verdade todos entram para se dar bem, para se auto-beneficiar, ter nas mãos um prestígio conquistado pelo poder do $VOTO$, ou seja, pela quantidade de eleitores que puderam comprar. É triste, mas ainda é verdade. E a quantidades de Zés Ninguém que entram na política com este ideal é cada vez maior, quer dirá o nosso amigo, Luizinho da Fita- BOOOOMMMM.

Aqui na minha cidade, uma capital com mais de 1 milhão de habitantes, temos 6 candidatos a prefeitos. Um dos maiores pleitos do Brasil. Umas figuras carimbadas, ou caras-pitadas novos, uns que parecem sérios, outros verdes… enfim, tem pra tudo quanto é gosto… E é nessa hora que não só nós DeMolays, mas toda a população, deve começar a analisar a carapuça destes ilustres cadidatos a nos representar e trabalhar por nossa cidade. Vejo gente que se comove com um camarada que fez um hospital no interior em uma gestão passada de governo, com o perdão da expressão, PUTA QUE PARIU, o camarada passa 4 anos no governo e constrói um hospital municipal no interior, ele fez menos que a obrigação.

Nós somos conscientes e devemos lutar pelo nosso ideal político. Temos que fiscalizar e sabatinar, enquanto entidade construtora de líderes os nosso futuros representantes. Por que não, moldarmos um representante que njos entenda, que compreenda o sentidos das palavras democracia, liberdade, assistencialismo, dever cumrpido, idoneidade, anti-corrupção, sinceridade… Tudo bem, tudo bem, posso estar querendo um santo… mas enquanto este santo não aparece, vamos escolher, pelo menos um Querubim.

Irmãos, não joguemos nosso voto no, lixo… pensemos, refletimos, sejamos patriotas de verdade…. Não vamos ficar 4 anos com uma abelha no ouvido, dando voltas no mesmo lugar, sapateando ou chorando… Vamos sorrir, com a satisfação do dever cumprido, bem feito.

O Puro – na parcela de votos ainda, indecisos.

A candidatura como altruísmo

Olá, crianças. Como vão? Estive há praticamente um mês fora, mas foram ossos do ofício, desses que tenho róído bastante e acabado no pó da alergia. Mas vá lá, sem drama vira circo, como diria um tio nosso.

Não sei se vocês acompanham a lista da DM-MG do SCODB. Se sim, compreenderão melhor o post.

Bem, é o seguinte: pela primeira vez em muito tempo parece que vai ter uma disputa para o cargo de presidente da Associação Alumni de Minas Gerais. E mais que isso: que há candidatos realmente dispostos a trabnalhar e realmente mudar a coisa que anda mal, MUITO MAL – a inoperância e ineficiência da Alumni vale um post inteiro.

Os dois candidatos a presidente se manifestaram e se apresentaram. Até aí, legal. Gente querendo trabalhar (ao que parece, né…). Afinal, é a primeira vez em muito tempo que a gente não vê no próprio dia do congresso o “candidato” que vai ocupar o fatídico peso (de acordo com as ex-gestões, que pouco fizeram). E isso é ótimo!

Há um porém, uma coisa incomum aconteceu: há candidato a presidente e vice que são da mesma região. O outro candidato a presidente é de uma região distinta. Hm… repito o que acho disso: INCOMUM. Mas vamos lá, incomum não significa ser ruim ou pior ou qualquer coisa do tipo. Digo isso porque houve um comentário – que achei bem infeliz – dizendo que apóia o candidato do sul de MG à presidência porque dois da mesma região não fica legal.

Peraí, agora a escolha do melhor candidato se resume a dividir os cargos entre regiões administrativas e pronto, tái uma boa diretoria? Eu acho que não, hein! O ponto que quero chegar é de que não podemos fazer nossas escolhas baseando neste tipo de político. Torno a repetir o dito em outros posts que o candidato ideal é aquele com quem se identifica, não pelo carisma apenas, mas pelas propostas, pelo trabalho já realizado, pela seriedade etc.

Nada contra nenhum dos candidatos. Até porque não os conheço. Mas depois disso faço questão de ler as propostas de ambos, o que cada um já fez pela sua região e estado e tudo que puder me mostrar quem é mais competente. Porque é isso que conta na hora de resolver problemas: experiência e competência.

Mesmo assim, vi uma coisa na mesma lista que me deixou muito feliz! O MCR lá do Sul de MG enviou um “manifesto” contra a políticagem que entorna a nossa Ordem e todas as mazelas resultantes. Bem, se queremos de fato que a instituição funciona, precisamos escolher melhor nossos líderes. Por isso o título do post. A candidatura deve vir de pessoas que realmente querem trabalhar sem ganhar nada: o desapego ao cargo, ao colar, à autoridade deve ser total.

Sonhar não custa, né? E a esperança é a última que morre. E por aí eu vou remando meu barquinho DeMolay. Como já viram, política é o tema que mais me interessa. Se depender de mim, pedia impugnação de muita gente, viu?

Processo decisório na Ordem DeMolay

Olá, hermanos! Agora sim, vou postar no meu dia “obrigatório”. Mas podem esperar por mais posts em outros dias da semana, a veia blogueira tem funcionado bem atualmente.

Bem, nada como um título que resume bem, né? Pois então, algum de vocês, caros leitores, já parou para pensar no que tange à decisão de nossos líderes? A hora do voto, da escolha, da decisão, é a hora da democracia por excelência. Quando temos que optar entre um ou outro Irmão/Tio para um cargo ou função estamos exercendo nossa “cidadania DeMolay”, por assim dizer. Ou melhor, estamos simplesmente exercendo um direito garantido pela Constituição de nossa Ordem (tudo que digo ou exemplifico é baseado na legislação do SCODB, não faço idéia como funciona na outra organização).

O problema é: como decidir? Não esperem que eu vos diga um método porque isso simplesmente não existe. Mas conselho é de graça. Dica, então, nem se fala. Acho que o primeiro processo decisório – e talvez o mais importante, se pensarmos no núcleo da Ordem – é o dos Capítulos, ou seja, para Mestre, Primeiro e Segundo Conselheiros. A liderança capitular é provavelmente a primeira com que temos contato. E já entra um primeiro questionamento: Iniciático não vota, certo? Certo. Isso é correto? Não sei. A relação igualdade/liberdade é tema recorrente das ciências políticas e do direito e até hoje não se chegou a um consenso sobre o que deveria ser de fato o sufrágio universal. No caso da nossa Ordem, temos que ponderar alguns pontos:

1. Alguém que acabou de entrar num Capítulo tem conhecimento suficiente sobre os procedimentos e legislação acerca da votação?

2. Não seria necessário primeiro passar por um estudo ou aulas sobre a Ordem?

3. O Iniciático conhece de fato o funcionamento da Ordem para diferenciar projetos e problemas dentro de um Capítulo?

Bem, a minha resposta para as três perguntas seria não, sim e não, respectivamente. Contrariamente ao preconceito com que os Iniciáticos normalmente são tratados, não gosto e não aprovo as brincadeiras e o jugo pelo qual passam tais Irmãos. Eles merecem respeito e estão em fase de adaptação, o que exige ainda mais jogo de cintura. Mas complementando o que já disse, tal processo é sim democrático por incluir todos aqueles que cumprem os requisitos estabelecidos na Constituição/Estatutos/Regimentos e por configurar VOTO DIRETO – não delegamos a ninguém o recurso de votar por nós em qualquer votação, neste sentido.

Por enquanto não entrarei no mérito DA ESCOLHA, ou seja, como EU enxergo um bom candidato. Deixarei isso para um post futuro que servirá de complemento a este.

Continuemos! Onde mais votamos? Ah sim, para Mestres Conselheiros Regionais, Estaduais e Nacionais. EPA! Nós votamos? Bem, indiretamente, sim! Explico: quando escolhemos nosso representante dentro do Capítulo, ou seja, quando votamos em alguém para Mestre Conselheiro e este é eleito e empossado, ele passa a ser nosso porta-voz frente a algumas instâncias de nossa Ordem. Exemplo: nos congressos regionais, o MC representa o voto de UM CAPÍTULO e não O SEU VOTO. É um sistema de representação no qual votamos indiretamente. Alguns podem estar se perguntando: “Ué, mas como ele escolhe em quem votar? Muitas vezes eu não sou perguntado sobre isso!” É verdade, muitas das vezes os Mestres Conselheiros simplesmente votam em quem acham melhor e misturam seu voto com o voto daqueles a quem representa. Não acho isso correto e eu mesmo quando fui Mestre Conselheiro, apresentei as propostas dos candidatos a MCR e MCE dentro do Capítulo para que OS MEMBROS votassem em quem eu os representaria. De qualquer forma, essa é a primeira forma de democracia indireta. Há outras, sim, meu caro Padawan! (a votação para MCE é no mesmo sentido do MCR, mas acontece nos congressos estaduais)

Agora, mais uma bifurcação pra gente brincar: e pra Mestre Conselheiro Nacional? É, aquele cara com quem você nunca conversou, nunca tomou uma cerveja e pior: não faz idéia do que ele pensa ou do que fez para merecer chegar em tal posto. É, camaradas, a coisa ficou mais distante ainda. DeMolay ativo, quem é você no jogo do bicho? hehehe, brincadeirinha! Voltando ao processo decisório, quanto à escolha para MCN, novamente nos deparamos com a representação e o voto indireto (é praticamente a mesma coisa que o voto dos estadunidenses, ou seja, voto “colegiado”). Mas dessa vez quem vai escolher a nossa querida figura nacional serão os Mestres Conselheiros Estaduais! Sim, você, meu caro, não manda nada! Não faz idéia do que rola nos bastidores, não é ouvido quanto a suas opiniões acerca dos candidatos e ainda tem que engolir o que for decidido de bom grado, como se fosse o melhor e pronto – claro que pode ser, estou apenas ilustrando hipoteticamente. Pensem comigo: não é estranho saber que o seu MAIOR representante, aquele que tem voto até no Conselho de Segurança da ONU (BRINCADEIRA!), é ao mesmo tempo um completo desconhecido? Eu acho! Por exemplo: quando vou decidir por alguém, não me importo apenas com propostas, eu quero OUVIR o candidato, CONVERSAR com ele, OLHAR nos olhos do cara e ver se confio ou não! O fator subjetivo é extremamente importante. De qualquer forma, não posso reclamar nem do atual nem dos antigos MCNs (pelo menos os que eu vi alguma coisa), são boas pessoas e tenho certeza que gostam e respeitam muito nossa Ordem (o que tem sido muita coisa nowadays, if you let me say).

Bem, não sei se ficou claro o que quis expor com tudo isso. O ponto é: até onde a democracia tem que ser direta ou indireta? Eu não vou fazer esse julgamento aqui, talvez nas entrelinhas fique claro qual minha posição. Fica a cargo de vocês pensar sobre o assunto, aposto que algumas eleições de Capítulo já estão chegando. E olhe só! A de Nacional também…

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