Eu vivo com a resposta da pureza das crianças

Pureza de pensamentos, palavras e ações. Essa é a filosofia DeMolay para a 6º Virtude. E cada vez menos a vejo colocada em prática…

Logo quando iniciei essa sempre foi minha maior incógnita. O que é ser puro? Ser puro é apenas preservar o corpo livre de dissipações? É não conseguir pensar de forma negativa contra outras pessoas, seres ou instituições? Essas dúvidas eu ainda mantenho e olha que já se passam alguns milhares de dias desde a minha iniciação…

Essa semana soube de um rebuliço num Capítulo DeMolay em que um dos Irmãos perdera a virgindade (foi com uma mulher, calma).  Aí lembrei das tantas vezes em que esse assunto veio à mesa de bar, um DeMolay contando como foi levar um outro jovem pra um brega (prostíbulo, Centro Noturno de Lazer, Zona de Baixo Meretrício, como queiram). Em uma cidade do Brasil, ocorre uma vaquinha quando o DeMolay X completa uma certa idade e ainda permanece sem ter tido relações sexuais. As práticas, por eles considerada corriqueiras, me deixavam sempre intrigado. Isso é pureza?

Tudo bem que ser virgem não significa ser puro. Mas atitudes como essas que citei são idéias de pessoas que pregam manter o corpo livre de dissipações? A pressão para perder o cabaço, comum na juventude atual, em especial no caso dos jovens do sexo masculino, é uma coisa pura?

Aguardo comentários…

O Amoroso no início queria ser O Puro, mas não deixaram. Hoje ele assume temporariamente a função. Ah, ele afirma que não é mais virgem, porém soube esperar o momento certo. Será que o momento certo de cada um chegou ou resolveram antecipar? Ah2, O Puro volta semana que vem…

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FAP – Fiel à p _ t _ r _ a

Surpresos com o autor de hoje? O Fiel anda ocupado e pediu que O Amoroso fizesse a postagem por ele hoje. Mais estranho ainda é o título do post, concordam?

Essa semana ouvi um diálogo de duas jovens, ambas com idade entre 18 e 22 anos. Muito me interessei pelo uso constante de uma sigla que, apesar de ter uma faixa etária próxima (velho é a mãe!), nunca tinha ouvido antes. E, a partir do contexto, percebi que ela é usualmente o significado de boa parte de nossas noitadas, nos momentos extra-reunião e extra-congresso. Afinal, somos todos jovens e, sem sombra de dúvidas, fiéis à _u_a_i_a (brinquem de completar com o título e achem o resultado). Para muitos é muito bom. Para outros, apenas excessos de uma juventude transviada e sem objetivos (discussão para um próximo post). E pra você, o que é?

Além das baladas, com direito a muuito álcool (cuidado com a lei seca e com a idade mínima permitida) e, espero eu, sem uso de drogas (olha outro assunto pra um próximo post), muita farra até o dia amanhecer, quase sempre com um monte de marmanjo rindo, porém com algumas pitadas do slogan dos anos 1960 – sexo, drogas (álcool) e rock’n roll. Uma boa p_t_r_a não faz mal a ninguém, não é?

Só apreciam com moderação. E, por favor, sexo só com camisinha, blz?

PS: Sem muita inspiração, apenas colaborando para que o blog se mantenha atualizado.

Sexo antes, amor depois???

Antes de mais nada, gostaria de agradecer a “audiência” do blog, sobretudo os comentários sobre o texto o “Créu do Mansur”. As sugestões dadas foram bem aproveitadas na ultima reunião do meu capítulo. (brincadeira).


Mas, após o fim de semana hibernando em minha casa, já que não tive muitas opções de diversão, andei pensando sobre as coisas que acontecem em nossas vidas, principalmente na minha, e me vendo em casa, num sábado a noite, com frio e sozinho, pensei nos meus namoros antigos, quando nessas horas a gente tem pelo menos alguém para dar um chêro. E aí pensei, porque não namoro de novo neh!? Mas aí veio na mente as dificuldades desta árdua tarefa.

 

E a maior dificuldade de se começar um relacionamento aos 20 e poucos anos é se livrar das sombras do passado. Não, não estou querendo dizer que quando a gente ama alguém é para sempre. Estou querendo dizer que os interesses mudam e o que buscamos não é uma nova paixão e sim um novo amor. A paixão é sufocante, é insegura, imprecisa e inconstante (dentro outros tantos ins), já o amor não. O amor traz segurança, cumplicidade e certezas. No entanto erra-se muito ao querer poder dizer eu te amo, aceleram-se as coisas e tudo cai por terra antes mesmo de começar a crescer.

 

Mas não é sobre isso que quero falar, eu falei isso para chegar num outro ponto. Porque nessa historia toda de apressar as coisas num relacionamento descobri uma que é a pior de todas. Se chama “manter relações sexuais”. Pois é gente. Sexo é bom em dois momentos: Um quando é com alguém que você realmente confia e tem uma relação de cumplicidade e dois, quando é só, única exclusivamente, para se ter prazer. Agora, ter o sexo como um passo para o amadurecimento do relacionamento não funciona. Parece que o cérebro não consegue computar a 3ª opção. E entra em conflito com a coisa da cumplicidade pois ela ainda não existe e faz a analise da situação com sendo só prazer e aí, ao invés, de aproximar ainda mais os dois, tende a distanciar.

 

Por mais de uma vez cai nesse erro de “manter relações” como sendo algo que daria mais entusiasmo a coisa toda, grande erro. Mas em compensação, da vez que só foi acontecer depois de muito tempo de convivência, foi sem duvidas um divisor de águas no meu namoro, e ao contrário dos demais, foi para melhor. Foi após 9 meses de namoro e isso não foi um passo para o amadurecimento da relação foi uma conseqüência do que tínhamos.

 

Tenho muitas amigas e amigos (mais amigas, é verdade), que vivem se queixando que seus relacionamentos não duram mais que alguns meses, e o que todas tem em comum é que com poucos meses de namoro (isso quando chega a ser namoro) elas já fizeram tudo “aquilo”. Logo, confirma, mais uma vez, minha teoria que a utilização do sexo para levar o relacionamento a um novo nível é uma grande burrada.

 

Pode ser que eu esteja errado, afinal, nem sei se essa minha teoria é válida, ou se algum psicólogo, psiquiatra, sexólogo, concorda comigo. Mas não custa nada tentar. Se for só por prazer vá fundo, sem problemas, mas não esqueçam a bendita camisinha, “peloamordedeus” – Hoje há muitas mulheres que também só procuram isso. Se for pelo bem do namoro que seja uma conseqüência de um envolvimento sentimental (não por tesão apenas). Mas nada de fazer sexo só para “evoluir” o relacionamento. Ou como naqueles clichês: acho que chegou a hora de darmos mais um passo.

 

Está bem que se formos olhar essa coisas da pureza toda, meus conselhos não seriam politicamente corretos, mas como sei que é difícil ponderar as coisas com os hormônios a flor da pele e esse é o espaço que temos para refletir valores de um século atrás, nos dias atuais vai aí a dica:

 

Pensem ao menos na sua parceira, se você gosta dela mas não sabe se é amor, respeita a pobre coitada, e não venha com o papo de que é para evoluir a relação, que já tem tanto tempo que vocês estão juntos e por isso chegou a hora. Seja honesto e diga “ To morrendo de tesão, mas não sei se é amor”, se depois não der certo, pelo menos ela não vai poder dizer que você não avisou. E se ela estiver esperando algo mais do que sexo e você também, vocês conseguem esperar.

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