O Amoroso

O Amoroso

A primeira vela simboliza o amor entre pai e filho, aquele amor que já existia antes de nascermos, permanece conosco toda a nossa vida e nos seguirá até mesmo além do túmulo. Os filósofos chamavam este amor de Ágape, amor por mais uma razão a não ser a de existir.

(Cerimônia das Luzes)

*******

A lenda do Ágape, o Amor sem nenhuma razão, a não ser a de existir me vem a cabeça toda vez que recordo a incubência de tornar-me O Amoroso. Pareço um dos Sete Anões da Branca de Neve (talvez seja esse o objetivo, mas na história pareço mais com o Soneca) ou até mesmo um dos ursinhos carinhosos (ver antologia de infância da década de 1990).

Mas não. Tenho a obrigação (dever talvez soe melhor) de ser aquele que AMA. Aquele que, sem maiores explicações pra dar, ama seus pais, seus irmãos, seus amigos, seus próximos. Sim. Esse amor ainda existe. E ainda há de existir, durante os longínquos e contínuos espaços da vida (medíocre, muitas vezes, mas vida…). Prazer, O Amoroso!

*******

O Amoroso escreve neste blog todo domingo.