Aleluia

Realmente, hoje a musa da inspiração tá de férias. Devo ter reescrito essa postagem uma dezena de vezes e nada de ficar legal. Então, nada melhor falar que hoje, nem expremendo sai.

– Pô Patriota! Então por que você veio aqui?

Bom, é interessante manter uma freqüência de postagens (logo eu que fiquei um bom tempo sem dar as caras por aqui). Sei que temos dezenas de leitores que nos acompanham em nossos saltos e ficar sem saltar por muito tempo, pode não ser legal. Então, decidi que nos sábados em que não estiver inspirado, vou dar as caras assim mesmo. Bom que vocês, nossos leitores, podem ajudar a gente, opinando sobre ou nos enviando textos de vocês para serem publicados. Para quem quiser: opatriotademolay@gmail.com

– E por que o título da postagem hoje é Aleluia?

Porque é Sábado de Aleluia. =p (sentiram o drama da falta de inspiração?)

Espero que no próximo sábado, tenha algo mais divertido e interessante para ser postado aqui.ero que no próximo sábado, consiga escrever algo legal por aqui.

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Comentário pertinente

Acatando à sugestão do Fabio no meu último post (tks pela dica!), acho válido falar um pouco a respeito de puxões de orelha (pelo menos foi isso que eu entendi por “peteleco na orelha”, Fabio!). Mais ainda, falar sobre a responsabilidade que se tem ao expressar uma opinião e criticar alguém.

Certo dia minha chefe disse que quando apontamos o erro alheio acbamos por colocar do nosso lado um soldadinho, que nos vigia para que não cometamos o erro julgado. E aí a gente se sente na obrigação de não cometer aquela “gafe terrível” – tanto para não dar um tiro no pé quanto para não jogarem isso na nossa cara. Resumo da ópera: a gente mesmo sabe o peso que as nossas próprias críticas têm, a ponto de nem sempre conseguir suportá-lo.

É aquela velha história do tio Confúcio (não, gente, ele não é maçom – pelo menos até onde eu sei, né?): não devemos fazer com os outros aquilo que não gostaríamos que fizessem com a gente. E isso também vale para as críticas: se invertermos a situação e nos colocarmos no lugar de quem vai ouvir, já é um ótimo começo para não pesar a mão e evitar um nariz torcido (ou quebrado, vá saber…).

Mas tem coisas que a gente tem que falar. E algumas outras a gente tem a obrigação de falar também. “Dizem por aí” (sim, porque formalmente falando a coisa não é por aí) que o Orador é a voz do Capítulo, no sentido de normatizar, instruir quanto às regras, orientar, etc. Considerando que seja mesmo (AKA regimento interno), ele tem a obrigação de ver o que está errado e orientar para que o erro não se repita, certo? E aí vem fulano da silva e fica nervosinho com ele só porque o coitado cumpriu a obrigação! Bom, né?

Acredito que criticar exige, além do embasamento e do bom argumento, um pouco de aceitação também. E bom senso, obviamente. É necessário perceber o momento certo para falar, saber escolher as palavras certas e ter muita parcimônia e respeito ao dar ao outro o direito de resposta. Todo mundo tem direito, assim como de dar opinião, de aceitá-las ou não. Livre arbítrio, meus caros, é tudo nessa vida!

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Parece que a criatividade bate à porta dO Cortês novamente. E isso é culpa dos leitores, que ajudam, comovem e instruem! 😀

Não, obrigado

Se tem uma palavra que a gente deveria aprender a falar bem antes do “papa” e “mama” é o “não”.

Já repararam como é difícil dizer não? Mesmo os mais desinibidos e descompromissados com a opinião alheia às vezes são pegos pela dificuldade de falar o famoso “eni-á-ó-til”. Palavrinha monossílaba de três letras, duas vogais e uma consoante. Mas, mesmo aparentando ser tão simples, pode possuir infinitos significados: no Houaiss, por exemplo, são dois, divididos em inúmeras formas de uso.

Sendo assim, por que é tão complicado dizer “não”? Por que, inclusive, é tão difícil escutar um “não” como resposta?

O ser humano é capaz de muitas peripécias para sentir-se aceito. Dizer “sim” quando se quer dizer “não” a alguém é deixar que a vontade do outro prevalesça e, mais ainda, que a nossa vontade seja suprimida. E quase sempre essa ação torna-se uma rotina, fazendo com que o outro da situação também se acostu a sempre conseguir o que quer.

E o que se perde? Seus valores, sua identidade e, mais ainda, seu amor próprio. Aí a gente fica estressado por ter assumido milhões de obrigações que não são nossas e angustiados por abrir mão daquilo que queremos de verdade.

Óbvio que não existe uma receita milagrosa para aprender a dizer “não” de uma hora pra outra, mas só de se ter consciência de que é necessário mudar é um começo. E querem uma dica? Policiamento constante e bom senso. A gente sempre tende a cair em tentação, mas também uma vez ou outra o bem maior deve falar mais alto.

Tem um texto bem bacana aqui que dá outras dicas legais para se aprender a dizer não. Tá que o texto é direcionado a um certo tipo de público, mas isso a gente abafa, muda as últimas letras das palavras e fica tudo certo. Vale a pena ler!

E você: sabe dizer “não”?

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O Cortês espera que os seus irmãos que lerem este texto aprendam, mais que dizer “não”, a discernir o certo do fácil.

Enquete da Semana

Queridos leitores:

Ontem a gente já lançou a nova seção aqui no blog. Hoje trazemos para vocês a “enquete da semana”. Para participar, basta acessarem o link que está na página “Enquete da Semana”, logo ali em cima.

Participem!

Odeio os indiferentes

Créditos: SidVicious08. http://sidvicious08.deviantart.com/

Começo a reparar que o Caí de Pára-Quedas tem fomentado discussões saudáveis nas caixinhas de comentários dos nossos posts e isso me deixa profundamente feliz. Sim, pois, de certa forma, é sinal de que temos deixado por aqui idéias com algum fundamento e que, tanto pro sim quanto pro não, possuem peso e consistência no nosso universo paralelo.

Entretanto, devo confessar que fico cada dia mais preocupado com o nível de discussão criado por aqui. Como diria o tio Ben (e roubando carbono descaradamente dO Amoroso), “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”. E eu nem falo de quem comentou, mas sim de quem deixou de comentar. Já disseram por aqui que nossa forma de expressão e argumentação não deixa margem para os comentários, mas eu discordo veementemente. Prova disso é a safra de comentários que tem aparecido nas últimas duas semanas, todos muito proveitosos para cada colaborador deste blog (thanks, O Virtuoso!).

Acredito que quando não se manifesta a opinião se dá margem para ações não desejadas e um descontentamento gigantesco. Inclusive, já comentei por aqui também que a dúvida sempre existe e nem sempre temos opinião sobre os temas de nossa Ordem do Dia, mas é importante que tenhamos consciência daquilo que é dito (te dou uma alienação?) para não reclamarmos depois.

Um dos meus maiores medos é a indiferença. Em todos os lugares, em todas as circunstâncias. Segue abaixo o motivo:

“Odeio os indiferentes. Como Frederico Hebbel, acredito que ‘viver é tomar partido’. Não podem existir apenas homens, os estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário.
Indiferença é abulia, é parasitismo, é covardia, não é vida. Por isso, odeio os indiferentes. A indiferença e o peso morto da História. É a bola de chumbo para o inovador, é a matéria inerte na qual freqüentemente se afogam os entusiasmos mais esplendorosos.
A indiferença atua poderosamente na História. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade, é aquilo com o que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mais bem construídos. É a matéria bruta que se rebela contra a inteligência e a sufoca. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se deve tanto à iniciativa dos poucos que atuam, quanto a indiferença de muitos.
O que acontece não acontece tanto porque alguns o queiram, mas porque a massa de homens abdica de sua vontade, deixa de fazer, deixa enrolarem os nós que, depois, só a espada poderá cortar; deixa promulgar leis que, depois, só a revolta fará anular; deixa subir ao poder homens que, depois, só um sublevação
poderá derrubar.
Os fatos amadureceram na sombra porque mãos, sem qualquer controle a vigiá-las, tecem a teia da vida coletiva, e a massa não sabe, porque não se preocupa com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com visões restritas, os objetivos imediatos, as ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos, e a massa dos homens ignora, porque não se preocupa. Por isso, odeio os indiferentes.”

Antonio Gramsci, escritor italiano (1891 – 1937). Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/02/306644.shtml

Preciso dizer mais alguma coisa?

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O Cortês aguarda ansiosamente os comentários e espera ter incentivado os leitores do Caí de Pára-Quedas à reflexão sobre os diversos temas que permeiam nossa Ordem.

Xiitas não são bem-vindos, ok?

Vale a pena…

A Ordem DeMolay lhe dá a oportunidade de viver grandes experiências nem sempre boas, conhecer várias pessoas também nem sempre boas. Alias a juventude é uma fase de experiências intensas, bem como de descobertas.

Mas como aprendi com um irmão, o que fica não é somente o aprendizado do momento, mas o que vamos levar à diante para a nossa vida enquanto Senior DeMolay, as dificuldades que temos na Ordem,  ajudam a nos fortalecer para a vida. Será que era esse o objetido de Frank Sherman Land?

Não se sabe, quem dirá? O fato é que a Ordem DeMolay tem ajudado de diversas formas, estimulando o aprendizado, a verdadeira amizade, o auxílio ao próximo e por aí vai… Hoje em dia a Ordem DeMolay é um investimento que pesa para muitas famílias, mas que vale a pena.

Como podemos tornar a Ordem DeMolay mais acessivel à juventude? Primeiramente creio que devemos mudar paradigmas dentro da própria instituição.  Deixem os comentários, vamos abordar esse tema no próximo post.

Julgar ou não julgar?

 

É bom ser julgado?

De acordo com as falácias da Filosofia, a generalização apressada é comum graças à necessidade básica que o ser humano possui de criar julgamentos próprios. Discenir o certo do errado é essencial para que cada um de nós guie-se e defina, além do seu próprio destino, sua identidade. Já pararam para pensar o quanto a gente julga tudo o tempo todo? Isto não está bom. Eu prefiro daquele outro jeito. Tal coisa é a mais certa. Qualquer coisa é motivo para expressarmos aquilo que pensamos e criarmos pré-julgamentos. Coisas, situações, pessoas… É tão fácil dizer o que é certo e o que é errado, não é?

E quando julgam a gente? É certo? É justo? Independente de quais forem as respostas, nunca é fácil aceitar um julgamento. Não é fácil compreender a visão externa sobre nós, sobre o que consideramos tão normal e adequado para nós mesmos. Lembra quando foram uns três ou quatro DeMolays na sua casa para entrevistar você e seus pais? E quando, algum tempo depois dessa entrevista, entraram em contato com você para dizer que você tinha “sido aceito”? E na Cerimônia de Iniciação, em que “fez-se a luz” e tudo o que você via eram olhos na escuridão?

Certos julgamentos, feliz ou infelizmente, são necessários. Para nós, DeMolays, são uma forma de nos resguardar e manter um certo “padrão de qualidade” em nossas fileiras. Mas será que julgar quem entra é coerente, uma vez que o grande propósito da Ordem DeMolay é nos moldar para sermos pessoas melhores? Depois de tantas turmas de jovens que eu já vi serem iniciadas, chego à conclusão de que não há como criar-se um molde a ser seguido. Além disso, bem sabemos que não somos nós que escolhemos a Ordem, e sim ela que nos escolhe.

Independente de ser ou não necessário, a primeira impressão nem sempre é a que fica. E daí a se decepcionar ou até mesmo se surpreender é um pulo. Cuidado nunca é demais ao tentar definir o tipo de pessoa que alguém possa ser, ainda mais quando se deixa ser levado por fatores externos (roupas que usa, música que ouve, escola onde estuda, etc.) e limita-se a demarcar a “casca” de alguém. Esta muda constantemente (por mais retraída que a pessoa possa ser), mas a essência…

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Por favor, não julguem os textos dO Cortês por este e nem pelo último post. O pára-quedista ainda não pegou no tranco direito, mas a intenção é boa, ele é brasileiro e não desiste nunca!

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Temos novidade no blog, pessoal!

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