Uma nova esperança…

Prometi semana passada falar de trabalhos bem feitos. Vou fugir brevemente ao tema, porém não deixa de ser um trabalho bem feito.

Ainda hoje recebi uma publicação, chamada Jornal XVIII de Março (baixe ele aqui), uma excelente publicação, não pela extensão e conteúdos variados, mas sim pela principal noticia que é publicada. Em miúdos, a queda do Decreto 22.

Sim meus irmãos, desta vez tornou-se público e notória uma visita entre Capítulos de ambas as Administrações Federais.

De início, logo eu, O Companheiro, busquei mais informações sobre o ocorrido com irmãos do Estado e Cidade envolvida na situação. E vi umtrabalho bem feito pelos nossos Irmãos DeMolays, principalmente os Seniores DeMolays, já maçons e integrando o Conselho Consultivo dos Capítulos. 

Com essa primeira aparição pública da queda do famoso decreto, vale destacar que inúmeros outros Capítulos e Estados já vem realizando silenciosamente a intervisitação, comecei a pensar definitivamente para o que viemos?

Vamos deixar a situação como está? Vamos nos furtar de participar do processo decisório? Vamos deixar que poucos decidam em nossa instituição tão frequentemente alardeada como democrática?

Acredito meus irmãos DeMolays, que podemos começar a pensar em uma solução pacífica para o impasse. A solução que vejo, é a busca de um acordo. Um acordo entre as duas administrações, para cessar essa guerra administrativa e fraternal.

A vontade dos DeMolays deve ser preservada, creio que todos estão cansados dessa “briguinha de cumadres”, como bem caracteriza um Tio que conheço. Todos querem se unir e trabalhar em prol de DeMolay e de nossas virtudes.

Em uma fraternidade não devemos ter vencedores e vencidos. Com um acordo não temos essas duas categorias e os dois lados saem ganhando, alias a fraternidade e a juventude ganham!

Fica esse recado aos Irmãos, para refletir e se possível acreditar que juntos podemos fazer um trabalho bem feito em prol de nós mesmos e da Ordem, basta acreditar.

O Companheiro espera que a chama do Companheirismo toque a todos os Irmãos e Tios Maçons, para mantermos essa chama acessa e sempre iluminando a outro jovem ou DeMolay.

Empresa

Se vocês querem se dar bem no Vestibular, não façam como o Patriota! Coloquem títulos nos seus textos!

Caiu no meu ouvido e posso dizer que foi de pára-quedas, que estão levando a Ordem DeMolay como empresa. Que estão admnistrando ela como se fosse uma. Aí a gente pára pra pensar; não é que isso é verdade mesmo.

A grande maioria dos seniores que conheço reclamam que a Ordem de hoje, não é a mesma de ontem. Eu, pessoalmente, devia essa opinião deles por suas condições de seniores. DeMolays que ficam no Oriente usando gravatas coloridas e nada mais. Mas vejo que não é isso que os levaram a pensar assim. A Ordem DeMolay está esfriando. Suas relações, suas virtudes. Parece realmente uma empresa, uma máquina. Se preocupa-se com uma funcionalidade que parece não caber aos Capítulos. Primeiro o Capítulo paga as taxas, inicia o garotinho, faz ele passar por mil treinamentos para ser secretário, tesoureiro e Mestre Conselheiro. Depois disso tudo, ensinamos que ele deve ter amor à sua mãe, que ele deve respeitar a religião dos outros, ser educado, amigo e outras coisas a mais.

Não sou contra taxas. Sei de sua importância e pago as minhas devidamente. Mas quando a Ordem DeMolay se torna uma epresa ou passa ser vista como uma, perde-se todo o tesão, toda a magia, euforia que permeia a Ordem. Misiticamente falando, parece que a Egrégora se quebra.

Para admimistrar a Ordem, devíamos ser mais DeMolays e menos empresários.

Meu maior medo é me tornar um sênior rabugento.

Bom, minhas opiniões sobre Ordem DeMolay são bem extremistas, alguns acham que são até ortodoxas (O.o’) mas é a forma como penso e tento agir.

Prometo que na próxima postagem, serei mais patriota.

O Patriota está achando que vai começar a guardar suas opiniões para si e para seu caderninho de capa preta. Quando ele for sênior, daqui há alguns anos, ele escreve um livro que fala sobre isso tudo.

– – –

De forma alguma poderia deixar passar em branco a data de hoje. Há 49 anos atrás, desencarnava nosso Fundador, Frank Sherman Land. Hoje, milhares de Chevaliers, no mundo todo, cumprirão sua  obrigação de repartir o pão com outro Chevalier ou com um DeMolay Ativo.

Nosso Fundador falava que era o princípio que importava. Devemos saber começar bem. E, creio eu, saber começar denovo.

Que hoje, nos lembremos que houveram pessoas que lutaram por sonhos. Land foi uma delas. Nós fazemos parte desse sonho e por isso, não devemos deixar ele acabar. Seja por negligência nossa ou por egoísmo de alguns.

Que no dia de hoje, possamos viver DeMolay intensamente. Assim como Land viveu.

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