O pseudo-orgulho Olímpico

Quadriênios são momentos marcantes para o esporte mundial. Sempre nos anos pares, alternadamente, o Brasil pára (por favor, mantenham o acento diferencial). Uma vez pra assistir a copa do mundo de futebol. Outra, para as magestosas e enganosas Olímpiadas. Hoje, encerrou mais uma edição dos jogos olímpicos modernos (motivo pelo qual me atentarei apenas a eles) e, mais uma vez, a população assistiu à enchente de informações sobre esportes que nos outros anos ninguém nem sabe que se pratica e também para acompanhar o caminhar dos “heróis” olímpicos brasileiros. Pois é, isso é uma cena comum no imaginário do nosso querido e imenso Brasil que, infelizmente, vive a espera de heróis…

A decepção dos grandes atletas, primeiros nos rankings de seus esportes, mostrou que um País que dependem de poucos nunca poderá ser uma potência esportiva. Cielo, Maurren e as meninas do volei encheram de orgulho os brasileiros. As outras medalhas que vieram, apesar de não tão valorizadas já colocam os atletas como grandes nomes do esporte nacional. Mas isso só agora. Em 2009, quase ninguém lembrará que há esses esportes. A nossa vidinha voltará ao normal e esqueceremos nossos heróis olímpicos. E esperaremos mais quatro anos para ter orgulho de sermos brasileiros? Espero que eu esteja enganado.

Se um povo tem consciência de seu potência ele irá longe!

O Amoroso continua esperançoso e hoje quase falha com a postagem… desculpem assíduos leitores…

  • Agenda

    • janeiro 2020
      D S T Q Q S S
      « jan    
       1234
      567891011
      12131415161718
      19202122232425
      262728293031  
  • Pesquisar