E viva a opressão! :(

Nos últimos tempos venho me acostumando com maneiras de agir não convencionais por assim dizer. Um pouco do efeito da sindrome de peter pan que venho desfrutando recentemente, mas mesmo assim não deixam de ser atitudes não esperadas para irmãos e tios que convivem no seio de nossa amada Ordem.

Enfim, o que fazer quando a vontade de vários irmãos e quem sabe de alguns Capítulos é suprimida pela vontade maior de um lider, melhor, uma autoridade DeMolay? O impeto de DeMolay Ativo que ainda tem resquícios aqui dentro, me leva a resolver jogar tudo pro alto e jogar a merda no ventilador. Mas e a maturidade do Senior? Aí sim que vem a busca de um entendimento. Mas que entendimento se as ações são motivadas por perseguição pessoal?

A Ordem nos ensina a trilhar um bom caminho para contemplarmos um trabalho bem feito e por isso não devemos nos desviar desse bom caminho, quaisquer que sejam as tentações ou tribulações que passamos. É dificil, eu sei e como sei que isso é dificil, ainda mais manter a cortesia sem afetação em situações como essas descritas acima.

Lembremo-nos do grande diferencial de um bom DeMolay para os lideres fracos que encontramos em nossas vidas diárias, seja nos estudos ou no profissional, esse bom DeMolay deve saber entender as limitações dos outros, compreender que cada um tem um desenvolvimento diferenciado e mais ainda uma forma de pensar diversa.

Por mais dificil que seja encarar a opressão da vontade dos DeMolays, da União dos irmãos, esse é um caminho que iremos encarar frequentemente nessa jornada da União da Ordem.

Porém, acredito hoje que mais vale a pena permanecer calado e deixar a Ordem seguir seu rumo, do que trazer mais problemas a tona e tirar o vislumbramento dos irmãos mais novos para com a Ordem. E eles acabarão enxergando a DeMolay como um ninho de problemas e confusões.

A Ordem não tem culpa e muito menos os irmãos mais novos, mas quem sabe se agirmos assim, teremos uma geração de Seniores DeMolays mais confiantes em sua própria instituição e nas benesses que ela pode causar. Não que não tenhamos pessoas assim hoje em dia, mas não é a maioria.

Somos uma geração de Seniores que vimos discórdia, a briga por poder, a vaidade dos homens, acabamos esquecendo de enaltecer as virtudes, portamos a coroa da juventude com dignidade mesmo assim. Mas era um periodo turbulento para a Ordem, houve prejuizos, mas não podemos admitir mais ainda.

Então vamos parar de falar de problemas e nostalgias e mostrar o que temos de bom de fato?

O Companheiro vai se comprometer a melhorar suas ações e superar tudo isso hein! A começar pelas temáticas dos posts.

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Saudades…

Odeio saudosismo. Ao mesmo tempo que sou saudosista. ‘Volta e meia’ tenho uma fase meio depressiva e excessivamente nostálgica. A patroa reclama sempre, acha que é com ela, mas eu insisto dizendo que é problema comigo. E, ao que parece, a DeMolay só amplia esse sentimento…

Sexta à noite. Sair com os amigos, uma rotina comum até idos de 2005, quanto ainda era um mero mortal, sem cargos, sem preocupações financeiras e sem ‘comprometimento’ real com a faculdade. O tempo passou e, três anos depois, é a primeira vez que acontece um happy hour em 2008. Lógico que a esticada foi com Irmãos/ amigos construídos na Ordem. No dia seguinte, nosso Capítulo iria realizar um cerimônia magna e perguntávamos quem iria. Ninguém. Cada um com um compromisso diferente. A DeMolay que sempre fora uma das nossas prioridades era colocada em segundo, terceiro e até quarto plano. E o saudosismo bateu. Senti uma falta tremenda de ter tempo para participar das reuniões ativamente. De dizer que posso ajudar numa sindicância, que vou poder vender rifa pra ir pro congresso… e aí, veio a tristeza. Se tempo é uma questão de prioridades, passados alguns anos de atividade incessante pela Ordem, a prioridade parece ter começado a mudar… não só a minha, mas a de muitos…

Era março de 2005. Em uma viagem, um DeMossauro teve uma teoria que, em 5 anos, nenhum daqueles que estavam no carro (éramos 4) estaria participando da Ordem. Recém-completados três anos do episódio, começo a ver que ele tinha razão. Só restamos eu e ele. E, a dúvida de como ajudar sem prejudicar a carreira profissional/ pessoal, paira sobre mim. Daqui a dois anos serei apenas uma lembrança para os que viveram a DeMolay comigo? Daqui a dois anos o DeMolay será apenas uma lembrança boa na história da minha vida? Espero que não seja uma página virada nesse grande livro que todos nós escrevemos diariamente.

PS: O Amoroso não está inspirado. Final de semestre acaba com a liberdade criativa de qualquer mente. Desculpem…