“In friends we trust”

Como adquirimos a confiança ?
Eis a questão que surge quando nos deparamos com situações difíceis de lidar…
A confiança é um sentimento que invade nossos corpos quando estamos acostumados com alguma situação rotineira, fácil de lidar, muitos empresários já falaram sobre a autoconfiança, devemos senti-la antes de uma entrevista de emprego ou diante de uma situação que só cabe a nós dar o destino correto.
De acordo com o dicionário confiança é: convicção, firmeza de ânimo, valor.
Muitas vezes quando nos deparamos com duas situações que exigem uma resposta imediata perdemos um pouco da certeza que sentimos, ficamos em dúvida em relação ao que fazer, talvez acertamos ou erramos mas certamente acertar ou errar quando tomamos uma decisão é sem dúvida a melhor escolha do que ficar entre uma opção e outra e não decidir nada.
Se acertamos, que bom, daremos continuidade ao plano como era de se esperar, mas quando erramos a vida trata de nos mostrar o caminho certo para que possamos consertar o que fizemos, isso é aprender com o processo.
Um exemplo bastante simples de aprender com o processo é uma criança quando aprende a andar de bicicleta, ela vê nos pais um exemplo de confiança e proteção, sabe que qualquer coisa que acontecer ali seu pai estará La para ajudá-lo, essa é a chamada confiança conquistada.
Quando entrei para ordem DeMolay não conhecia nem metade das pessoas que estavam a minha volta,estava surpreso com o local muitas dúvidas começavam a surgir a cada minuto. Daí comecei a me perguntar sobre como e quando poderia começar a confiar nas pessoas que estava prestes a conviver, não passou muito tempo e eu já estava saindo,andando com essas pessoas ou seja CONFIANDO neles.
Desde então aprendi que a confiança não é uma coisa que conseguimos do dia pra noite, ela tem que ser conquistada.
Confiem em si mesmos !
Bom…
Como meu primeiro post nos blog gostaria de passar uma mensagem com um sentido de reflexão espero que tenham gostado até sexta q vem !

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Meia vida

Já vou avisando que este post tende a ser o mais auto-ajuda de todos os tempos, beleza?

Então… Assisti um filme uns tempos atrás em que diziam uma frase bem bacana (clichê 1):

Viver com medo é viver pela metade. (clichê 2)

Penso nessa frase constantemente e tento fazer dela um mantra para continuar, sem medo, a minha vida (clichê 3). Sabemos que sentir medo, às vezes, demonstra um certo raciocínio lógico e uma precaução maior antes de enfrentar os desafios. Mas sabemos também que, se nos deixamos dominar pelo medo, nada acontece e a vida passa sem a gente nem sentir (clichê 4). Na prática é tudo bem diferente, como a maioria dos ensinamentos (clichê 5). Esperamos demais a hora certa, ensaiamos muito, sofremos por antecipação… E nem sempre temos coragem de agir. O medo acua as pessoas e, mesmo com a segurança ao nosso lado, não é toda vez que aproveitamos uma oportunidade.

Nos meus áureos tempos de DeMolay ativo, tinha desafetos entro do Capítulo – como todo mundo tem. Um deles em especial resolveu candidatar-se ao cargo de Mestre Conselheiro e, não sei porque cargas d’água, convidou-me para participar da tríade. Mesmo sabendo que eu tinha capacidade (e ele alegando isso, inclusive), não aceitei o convite e criei, automaticamente, um desconforto ainda maior entre nós dois.

Até hoje páro e penso no que poderia ter acontecido se eu tivesse aceitado o convite… Será que eu teria realmente sido um bom Conselheiro? Será que as intrigas daquela inimizade se acabariam? Será que eu teria sido Mestre Conselheiro seis meses depois? Como seria a minha vida hoje se eu tivesse dito “sim” ao convite?

Não sei. E, para a minha felicidade, nunca saberei.

Depois de algum tempo, entrei numa tríade e, seis meses depois, assumi o cargo de Mestre Conselheiro. O desafeto se afastou do Capítulo na época. A gestão, como a grande maioria, acabou bem e eu voltei a ter uma vida de DeMolay ativo. O desafeto voltava aos poucos e, alguns anos depois, ele conseguira um cargo de liderança juvenil. Coincidentemente, fomos nos encontrando informalmente e tendo mais oportunidade de conversar sobre assuntos diversos. Um belo dia, ele me convida para ser presidente da comissão organizadora de um congresso e, num piscar de olhos, tudo veio à tona.

Mas eu disse “sim”. E abri uma porta para uma amizade que, se não tivesse sido o meu “não” do passado, poderia ter vindo muito mais cedo.

Enfim, não adiantou eu ter medo: o próprio destino me colocou diante daquele mesmo desafio. Talvez as coisas seriam dierentes hoje se eu tivesse recusado novamente, mas, como disse lá em cima, ainda bem que não sei. Não teria a mesma graça. E nem teria sido agradável viver a minha vida pela metade outra vez.

*******

O Cortês ainda pensa muito sobre os resultados de suas escolhas. E sabe que é bem melhor assumir todos os riscos e viver por inteiro.

Nascido pra isso?

Joguem as pedras, eu realmente mereço pelas semanas em que estive desaparecido. O problema é que o projeto de monografia tá acabando com o meu tempo antes de eu pensar em qualquer outra coisa – um problema para futuros planos DeMolay, devo assumir. Ok, vamos ao post.

***

Ouvi muita gente dizer que quem é DeMolay nasceu pra isso. É escolhido pela Ordem. Não entrou na Ordem por coincidência. E várias e outras formas de falar a mesma coisa.

Vejam bem, eu concordo até certo ponto. Expliquemos, meus amigos!

Antes de tudo, devo explicar a filosofia na qual acredito. Acredito em algo chamado lei do karma. Ação e reação. E NÃO, NÃO TEM NADA A VER COM AQUELE LIVRO DE AUTO-AJUDA “O SEGREDO”. O ponto é bem simples: nós somos responsáveis por aquilo que fazemos ou não e nosso futuro (destino?) é construído de acordo com nossas ações. Parece óbvio e de certa forma é. Mas a obviedade é quebrada por uma coisa chamada escolha. A escolha de um cursou ou outro, de puxar o gatilho ou não, de perdoar ou guardar rancor pra sempre. De fazer boas amizades. De ter um círculo de amigos legais. De entrar em contato com certas pessoas…  e, neste caso, de aceitar ou não passar pelo processo de entrada na nossa querida instituição: iniciar na Ordem DeMolay.

Muitos questionarão então como que certas pessoas iniciam e nunca mais voltam. Ou de como alguns fazem X ou Y de ruim, contrário àquilo que ensinamos. Bem, não é tudo questão de escolha? O caminho que leva alguém a iniciar na Ordem Demolay é um, o que o iniciado percorre é outro completamente diferente. Por isso temos graus, temos que seguir determinadas regras que estipulam períodos etc.

Digo, portanto, que acredito sim, que todos que somos DeMolays estávamos fadados a nos tornar DeMolay. Para o bem ou para o mal e eu prefiro acreditar que seja para o bem. Sou otimista por natureza e essa minha filosofia me fez ver as coisas de uma maneira mais tranquila, portanto, quis compartilhar com vocês. Desejo PAZ PROFUNDA aos meus fr… Irmãos para que, se não concordarem, vejam que pelo menos nisso estamos de acordo: a escolha de dizer sim ou não a que escrevo é sua.

🙂

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