CUltura???

Rit em todas as listas de discussão que participo (leia-se que não são poucos – aproximadamente 30 relacionadas à Ordem DeMolay e à Maçonaria), o Funk do Maçom foi visualizado em menos de 4 dias por mais de 1.000 desocupados (dados antigos diga-se de passagem). Diante do processo de massificação alcançado por mais esse exemplo de cUltura inútil, resolvi postar algumas reflexões acerca do assunto.

Teóricos da cultura, já diriam meus malditos professores, são extremamente críticos quanto à processos da grande mídia de divulgar massivamente ritmos como o axé, o funk e o pagode.  Se antes eu já possuía um pouco de aversão à esses rits, depois de ser produto da massificação de uma faculdade de comunicação em que se discute cultura, fiquei ainda mais raivoso (eles criticam a massificação, mas acabam tornando todos uma massa, legalz). No caso do Funk do Maçom, porém, a crítica fica um pouco mais áspera e incisiva por também ser alvo da música.

Alguns DeMolays adoraram. Eu, inclusive ri pacas com a letra medonha e a batida bizonha (gíria roubada de um colega). Mas depois parei pra refletir. Quem diabos se deu ao trabalho de criar uma porcaria como essa? É alguém ligado à Ordem, isso não tenho nem dúvidas. Mas, criar uma música em que Maçons se junta com Filha de Jó pra fazer DeMolay, vocês não acham que é pedir demais???

Primeiro, chamamos os Maçons (tios/irmãos) de pedófilos já que para serem Filhas de Jó, as meninas devem ter entre 11 e 20 anos. Segundo, chamamos as Filhas de Jó de promíscuas quando suposto relações entre tios e sobrinhas. Terceiro, os DeMolays viram o que se são filhos de Maçons e Filhas de Jó? Aff, não quero nem imaginar o quão nos rebaixaram… (BRINCADEIRINHA PESSOAL, MAS NÃO IA PERDER A PIADA).

Pois bem, se vamos divulgar, vamos divulgar com a consciência de que é uma bosta. E com a análise de que trata-se de uma cUltura inútil! Blz????