Fazendo a diferença

DinaMO você tem contribuído muito com nossas discussões. Obrigado!

No último post dO Reverente concordei plenamente com o comentário do DinaMO que para amar a Ordem não necessariamente é preciso estar nela ativamente. Quantos já passaram por nossas fileiras, se afastaram e ainda hoje mantém um carinho e um amor incondicional pela Ordem DeMolay e por tudo de bom que ela proporciona ao jovem? Eles são menos DeMolays dos que os que estão nela ativamente? Ou menos DeMolays dos que iniciaram há pouco tempo? Acredito que não…

Me perguntam sempre por que eu continuo tão ativo na Ordem DeMolay, mesmo depois passados alguns anos, alguns Irmãos e algumas fases da vida. A resposta simples era que trata-se de uma paixão, quase platônica, que impedia que saísse dela. Outra resposta que recorri algumas vezes é que tratava-se da fuga perfeita. Num Capítulo, as pessoas me respeitariam pelo que eu fui, pelo que eu sou, pelo que eu queria ser (sonho, né?). Mas, um jovem Irmão me mostrou o porquê d’eu permanecer na Ordem: por gostar de fazer a diferença na vida de alguém.

Quando este jovem iniciou no DeMolay eu já poderia me considerar um “macaco velh0”. Passara por tantas situações, algumas tão complicadas e complexas para a minha tenra idade que acabei não dando a atenção a ele. Imaginei eu, talvez, que ali estava apenas mais um. Só que, para aquele mais um, eu fiz a diferença. Assim como ele o fez pra mim, tempos depois. Se eu servi de exemplo para ele alguma vez, se ele se espelhou no que fiz no DeMolay e na minha vida pessoal, foi porque o DeMolay me mostrou um caminho melhor a seguir. E ele fez e faz uma grande diferença pra mim hoje, porque me mostrou que ser DeMolay não é essencialmente se destacar onde você está. É ser amoroso, é ser reverente, é ser cortês, é ser companheiro, é ser fiel, é ser puro e é ser patriota. É, simplesmente, amar o próximo como a si mesmo, como ensinara um grande mestre.

FAÇA A DIFERENÇA! Mesmo que isso custe mais do que você estava disposto a pagar. E, lembre-se, mesmo aquele mais um de agora fará a diferença pra você um dia. Afinal, nada na vida acontece por acaso.

Boa sorte em suas novas jornadas, meus queridos Irmãos! Que o Pai Celestial permaneça como um guia em suas jornadas. E sigam sendo os exemplos de homens que são!

Ser feliz ou ter razão?

Oito da noite, numa avenida movimentada..

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.

O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e  pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é  à direita.

Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira à direita e percebe então, que estava errado.

Embora com dificuldade, admite que insistiu no  caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer  saber:

-Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado devias ter insistido um pouco mais…

E ela diz:

– Entre ter  razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA:

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma  palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.

Ela usou a cena para  ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos  razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história,  tenho me perguntado com mais freqüência: ‘Quero ser feliz ou ter razão?

Outro pensamento parecido, diz o seguinte:

‘Nunca se justifique. Os Amigos não Precisam e os Inimigos não Acreditam.’

O Companheiro está sem muito tempo para o post de hoje. Perdoem-me. O texto? Recebi de uma lista DeMolay.