Qual é a Oitava Virtude da Ordem DeMolay?

Olá queridos irmãos leitores do Cai de Paraquedas.

Depois de um tempo hibernando, O Puro está de volta. Na verdade é o novo PURO, com mais idéias e um jeito peculiar de ver os asuntos de nossa Ordem.  Era pra este post ter saído na semana passada, mas como ainda estava em processo de “renascimento da fênix” da pureza, apenas hoje consegui minha alforria. Então como novo primeiro post, veio-me uma pergunta: Qual seria a oitava virtude de nossa querida Ordem?

Prudência, talvez esta fosse a oitava virtude que somaria com as outras sete para formar a base orientadora de nós que buscamos viver de forma correta segundo estes preceitos. Mas porque a prudência? O que seria prudência para a Ordem DeMolay? Olha… nesses breves anos (mais de 10 e menos que 20) de estrada fraternal evolutiva, já vi muita coisa ruim acontecer por conta de precipitação, pra não dizer afoitismo (se é que esta expressão existe), por parte de nossos queridos irmãos. E por que não dizer, sem querer apenas apedrejar Madalena, por minha parte também.

A prudência, quando usada de forma clean, é muito valiosa e se consegue muita coisa. Entendam, ser prudente é exercer a tolerância sem ser submisso. É usar todo o seu “traquejo” e desenvoltura para escorregar como um “lux luxo” das mãos das adversidades e das coisas pérfidas que às vezes travam nossas ações em busca de “fazer o bem e sermos melhores” (bonito isso né, eu li num livrinho branco!).

Mas, quem sabe, poderíamos ter como oitava virtude a compaixão. Putz que nome bonito pra uma virtude. COMPAIXÃO. Mas aí penso na quantidade de candidatos a Jesus Cristo que iriam aparecer obstinados por uma “crucificação poética” com um discurso muito bem escrivinhado taxando-se de Salvador… Eu hein, cruz credo! É sarcástico, mas é real. Nossa Ordem, apesar de ensinamentos de imenso valor social e filosófico, somos seres humanos e de todos os tipos, portanto vivemos ainda com personagens que gostam de estar na “Broadway” de Fraternidade, ou seja, querendo sempre estar sob os holofotes…

Mas somos quem somos, isso não podemos mudar. Aliás, não queremos mudar mesmo, já estamos com quase 1 século de vida no mundo e quase 30 no Brasil, e até hoje nossa Ordem tem se mostrado cada vez mais forte, apesar do pesares, e cada vez mais jovem… Sim, jovem por serem estes o alimento, o combustível que queima a chama das sete velas virtuosas. E por sermos jovens, com certeza, o sentimento que mais impera na juventude é a Alegria. Então porque não ser esta nossa Oitava Virtude. Quando agimos sob o efeito da ALEGRIA, somo muito mais prudentes, e realmente sentimos compaixão. Com alegria você está sempre sob os holofotes da Felicidade, e sendo Feliz a ordem rejuvenesce de novas idéias, de novas atitudes e de novas esperanças para continuar edificando o Amor entre pais e Filhos, Reverenciando nosso pai Celestial, a Boa Educação, a Amizade entre Irmãos, o Compromisso Fiel, a Verdade de Pensamentos e Ações e o Amor por nosso País.

Então que seja a ALEGRIA, nossa Oitava Virtude DeMolay.

O Puro (renovado)