Mudança de rota.

Interessante perceber que muitas vezes em nossas vidas nos falta interesse em querer continuar. Um desânimo adentra nossas perspectivas e nos faz repensar em tudo que temos e estamos fazendo. Perguntas frequentes como: “Por que eu faço isso?”; “Qual o meu objetivo?”; “Eu preciso ou tenho mesmo que fazer isso ou aquilo?”. E aí você passa a usar uma peneira seletiva do que é realmente necessário e o que você realmente quer ser ou fazer. Assim tem sido este último mês d’O Reverente. Uma reavaliação de tudo que fez, faz e/ou quer fazer e precisa fazer.

Com este conflito de porquês, surge um bocado de conflitos internos que infelizmente só a gente mesmo pode resolver. Alguns dizem que a justificativa deste repensar é “desmotivação”, outros dizem que é “necessidade de se mudar os rumos”. Creio que sejam os dois. Mudar é bom e quando desmotivado é essencial. Todo mundo gosta de desafios e inovações. Mas isso também não quer dizer que iremos abandonar tudo para poder mudar. A mudança é simples: fazer tudo aquilo que sempre fizemos, porém de forma diferente.

Há uma frase que diz: “Não tenho um caminho novo, o que tenho de novo é o jeito de caminhar.”

Assim será.

O Reverente está de volta. Talvez igual, talvez estranho, mas continua como pensante. E promete ainda, não abandonar o barco quando se necessita de gente disposta a remar.