Quando o Para Quedas não abre

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Às vezes alçamos vôos mais altos. Sempre buscando novas esperanças, novos rumos, novos horizontes.

Sempre foi do homem querer voar, querer ser como pássaro, livre, com asas a alcançar o infinito. Mas não as temos. Usamos como asas, nossa imaginação. E então voamos. Alto. Quase ao infinito. Mas por vezes cansamos e precisamos descer, tentamos abrir nosso para quedas. Queremos descer, retornar às nossas realidades cinzentas e obscuras. Precisamos pisar no chão firme, mas de forma suave, leve. Precisamos da dura realidade, mas doce e aconchegante (sim, somos seres antítecos). E quando tentamos abrir nosso para quedas, forçando um suave pouso, ele não abre. Tentamos abri-lo novamente, e ele teima em não abrir. E quando tentamos continuar voando, já é tarde demais, estamos muito próximos do chão. E nosso para quedas não abriu.

E assim retornamos à realidade de uma forma muito mais violenta. Voltamos aos tons de cinza (assim Doroty ao voltar de Oz para o Kansas), ao vento gélido que corta a face e a deixa marcada. De qualquer forma retornaríamos. Retornaríamos levemente, planando. Mas nosso para quedas não abriu. Esborrachamos, para ser mais popular.

Então, depois de um tempo (longo, curto, não sei), queremos voar novamente. E, usando nossos métodos, voamos. Com esperança, para que dessa vez, o para quedas não nos deixe na mão.

O Patriota vê a Ordem como as asas que nos permitem voar e também como o para quedas que não se abre. As vezes nos envolvemos muito com a Ordem e nos esquecemos da realidade que nos cerca, logo tentamos retornar. Muitas vezes, estamos “voando” e a Ordem mostra uma face totalmente aversa a que estamos acostumados. Então notamos a realidade, em um baque, como o de um para quedas que não se abre. E assim é DeMolay. Já dizia Tio Land, que DeMolay é como uma religião, difícil de explicar, difícil e entender. Você tem que viver, e plenamente.

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