Sejamos DeMolays

Um DeMolay acredita em Deus.
Um DeMolay respeita e honra todas as mulheres.
Um DeMolay ama seu Pai e sua Mãe.
Um DeMolay é idôneo.
Um DeMolay é leal aos seus ideais e amigos.
Um DeMolay pratica trabalhos honestos.
Um DeMolay não desonra sua Palavra.
Um DeMolay é cortês.
Um DeMolay é sempre um cavalheiro.
Um DeMolay é um leal patriota nos momentos de paz ou de guerra.
Um DeMolay tem uma mente pura e um corpo saudável.
Um DeMolay é inabalável na defesa das Escolas Públicas.
Um DeMolay sempre carrega a fama de um bom e correto cidadão.
Um DeMolay, por preceito e exemplo, deve sempre preservar os elevados votos aos quais prometeu ser fiel em seu juramento.

Estou colocando esse texto hoje, para lembrar que como DeMolay temos certos limites. Presencio a cada dia, DeMolays que esquecem desse “detalhe” e jogam todo o aprendizado da Ordem, por água abaixo.

Hoje, venho fazer um pedido aos DeMolays: Sejamos mais DeMolay. Tenhamos mais consciência que somos jovens diferentes. Assumimos um compromisso perante Deus que nos esforçaríamos, a troco de nossa própria honram que nos tornaríamos melhores filhos e amigos. Faço um apelo aos nossos líderes. Sejam exemplo. Vocês, mais do que qualquer outro DeMolay, devem ser dignos representantes de nossos ensinamentos, mais puros, varonis e honrados.

Meus Irmãos, sejamos DeMolays. Em toda sua plenitude.

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Aos projéteis de DeMolay

Os bons permanecem.

Quem segue princípios permanece.

Quem tem dentro de si “a chama que nunca cessa” prevalece.

Quem ama verdadeiramente a causa, prevalece.

Quem cuida, fica.

Quem luta, fica.

Li algo um dia que dizia:

“Nunca nos disseram que nossas lutas seriam fáceis, mas sim árduas. Nunca nos deram armas para lutar, mas nos colocaram na frente de todas as batalhas.”

Assim sendo, quem luta conquista. E quem já conhece os horrores da “guerra” sabe lutar com mais agilidade em outra guerra.

Continuando a frase:

“Nunca recuamos em nossas lutas.”

A persistência é o ingrediente principal da receita de “continuidade”. A Fé deve ser inabalável dentro de si.

“Porém nunca falamos para quem nos colocou na frente de batalhas que em nosso peito bate um coração (Verdadeiro) DeMolay.”

Quem tem dentro de si a essência de nossa Ordem vence qualquer batalha.

“Feito de aço. Forjado com nossa Honra e revestido com nossa Lealdade.”

Todos sabem o significado disso? Vocês que lêem sabem?

Colocam em prática, Honra, coração DeMolay, Lealdade?

Ah!!!

 

Lição n° 4:

 

Aos que brigam em seus Capítulos pela continuidade de princípios e verdade, que permaneçam sendo corretos e ajam com justiça.

Aos que brigam com o mundo profano, com o intuito verdadeiro de seguir parte do que é falado dentro dos Capítulos, tenha persistência em crer que não somos santos, mas podemos ser melhores. Homens de bem, jovens cidadãos de nossa Querida Nação.

 

É tudo uma questão de Fé, Amor, Tempo. E nada mais que Estado de Espírito, onde o DeMolímetro acusa: Espírito de Verdadeiro DeMolay.

 

Quem enxerga a bondade é porque têm a bondade dentro de si. Quem não a enxerga, ou enxerga o que é ruim é porque deve possuir as mesmas condições. Deplorável…quem sabe um dia seremos dignos dos olhares de todos os homens de bem?

 

O Reverente sabe dar tempo ao tempo, sabe rezar, sabe se defender, mas tem medo dos milhares que podem passar a crer que a Ordem não seja nada mais que outra ilusão. Eles talvez não saibam se defender dos que passam pela mesma Ordem, até porque não entendem ainda que quem não é DeMolay em Espírito, não permanece por muito tempo nas fileiras que lhe foram um dia confiadas. Por isso aconselho sempre: Fé, Amor, Tempo.

Amém.

Esses dias me mandaram um texto, para que analisasse erros de concordância ou desse opinião sobre o conteúdo.
Segue o texto:

Não me arrependo de ter um dia adentrado portões antes desconhecidos. Alegro-me! Pois sei que se ali entrei, é porque alguma missão cumpriria com afinco. Talvez grande, talvez pequena, mas decisiva capaz de mudar os rumos, trajetos e vidas.
Confesso que me dediquei muito, sofri muito, amei muito, aprendi muito e ensinei muito. Vê-se que nada foi pouco, nada foi mínimo, tudo foi extremo. Pois é notório que dentro disso não se tem meio termo, ou se é, ou então se vaga por um espaço desconhecido. Por falar nisso, há algo mais inaproveitável do que o tempo perdido?
Ali entrei, ali vivi e convivi, e foi nas convivências que aprendi o verdadeiro sentido da abstrata amizade. Não conhecia palavras, desconhecia teorias, não acreditava em princípios, coisas como honra, fidelidade, ternura, motivação era pra mim adjetivos de contos e filmes.
Foi dentro destes portões que me deparei com a nova forma de viver no mundo. Percebi que a fórmula da convivência se baseia no sentido de conveniência, misturado a dor, saudade, angústia e trabalho, ah! Quanto trabalho.
Arrependo-me, pois de ter trabalhado tanto, amado tanto, vivido tanto, algo que um dia seria descartável, não ela em relação a mim, mas eu em relação a ela.
Quando pensei que todas as portas se fechavam e nada mais aproveitaria de mim, percebi quanta coisa ainda podia fazer pelo bem, pela evolução, por quem amava e admirava e ali permanecia.
Arrependo de ter ajudado pessoas, lhes ensinado o que pude, lhes passado relatos, vivências e experiências que seriam só minhas. Seria egoísta. Mas de que adianta ensinar, se não dão valor a quem ensina. Maldito o bom professor que mesmo não sendo reconhecido insiste em permanecer na “arte de ensinar”.
Não espero reconhecimento, nem jóias, nem medalhas, nem distinções, queria apenas o valor intrínseco da palavra “Gratidão”. Gratidão por fazer crescer.
Li em um livro algo que dizia: “o segredo do céu é que uma vida afeta a outra, que afeta a outra que afeta a seguinte, mas na verdade cada vida é única e juntando todas é uma história só.” Todos que passam pela nossa vida deixam algum rastro, mas posso dizer que meus rastros foram bons, podendo até me atrever a dizer que se fossem pegadas humanas permaneceriam intactas no chão durante longo tempo e estudadas futuramente, e se fossem rastros de anjos, seriam tornados suficientes para alastrar continente inteiro.
O sentimento que sinto agora, não é o nervoso da iniciação, mas sim, o verdadeiro sentido da expressão “amargura do nunca mais”. Sei que o “nunca mais” é tempo demais.
Sei que desde o surgimento de tudo, templos foram demolidos, outros construídos, formas e cores mudaram, pessoas se aperfeiçoaram e outras simplesmente passaram. Eu não quero passar. Eu quero ficar. Eu vou ficar. E ela também vai ficar.
Meu maior arrependimento foi não saber diferenciar com precisão colegas e irmãos. Até nisso consegui evoluir. Hoje sei diferenciar. E os colegas, hoje, já não me fazem falta.
O que não me faz arrepender de ter adentrado os já velhos portões, são os amigos que lá dentro fiz. Espelhos de sabedoria e aqueles que rezam e comprovam todos os dias, o poema que diz: “Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado
e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro”
São eles, os verdadeiros, que me fazem seguir em frente…
Hoje eu entendi que amigos vão e vem, mas que não devo nunca abrir mão dos uns poucos e bons. Até porque os meus bons, não são só bons, vão além. Os bons, eu já não quero mais.
Não é que arrependimento também passa? Tenho a fé de que aqueles que um dia me fizeram mal, levará todo meu lamento, toda a minha dor e todo o meu arrependimento, pro seu lado, e viverão assim. Incapazes de olhar pra trás e entender a vida que souberam fazer. Ou não.
Aqui estará eternamente minh’alma DeMolay, com os príncipios no peito, no coração e na vida. Junto de mim, meus mais nobres “vasos”, meus suportes de uma vida leal, serão meus maiores exemplos, meus maiores amigos, e preciosa coleção.
Com todos aqueles que um dia não me deram valor e de alguma forma não aprenderam o verdadeiro sentido, restará uma placa, com os devidos escritos…
Aqui jaz mais um perdedor.

O Reverente pediu tranquilidade. Aconselhou ter fé. Não agir por impulso. E se apegar nas coisas boas da Ordem. Notar que há imperfeições, e deixá-las de lado, abrançando quem verdadeiramente confia e crê. E sugeriu uma pitada de tempo, pra tirar a amargura do momento. Fé, tempo e amor é a receita certa pra quem sabe e quer caminhar divinamente.

Por que existem tantos porquês?

Essa semana, mais uma vez, acompanhei trocentos e-mails numa lista de discussão DeMolay que faço parte. Depois de analisá-los rapidamente, percebi que alguns Irmãos, mesmo com certa experiência de vida e de Ordem DeMolay nunca passam da fase dos porquês…

Minha mãe falou que passei uns 3 ou 4 anos nessa fase, entre meus 5 e 8 anos talvez. Tudo que via queria saber o porquê, queria entender tudo sobre tudo. E perguntava, mesmo que estivesse sendo inconveniente. E olha que até hoje reclamam da minha falta de filtro… Tá certo que devemos sempre entender o porquê das coisas. Tá certo também que devamos saber o porquê de muitas coisas. Mas daí a viver eternamente com porquês absurdos é demais, não?

Vamos a um exemplo prático. Por que são Sete as Virtudes de um DeMolay e não oito? É desse tipo de pergunta a que me refiro. Imagine você saber que hoje, com a internet, todos tem acesso as Leis DeMolays, que todos podem facilmente ficar sabendo boa parte das atividades que estão sendo realizadas e ainda assim perguntam o que está se fazendo ou como se faz isso ou aquilo…

Tou é ficando cansado desse tipo de DeMolay que não sabe de nada, não sabe procurar e sempre vai pelo caminho mais fácil de perguntar as outros. Existe um porquê para cada coisa e não sou eu nem ninguém que vai conseguir explicar todos eles. Dou um doce pra quem não fica se perguntando o que está fazendo na internet quando, às 02h da madrugada, um Irmão pergunta qual é o pré-requisito pra ser MC. Um DeMolay que, segundo ele mesmo gaba-se, tem não sei quantos anos de DeMolay… aff… me faça um garapa e vai perguntar as Leis, que também falam um pouco por si… nem só de hermenêutica vale-se o direito…

Explicando

Meus Irmãos; amanhã irei prestar vestibular. Então já sabem como estou. Faz umas duas semanas que não posto. A primeira falha deve-se a eu morar no interior do interior de dentro e internet aqui falhar de forma constante. A segunda, porque eu acabei esquecendo mesmo. Mas estou me habituando a escrever minhas postagens e programá-las. No momento estou deixando umas três postagens programadas para os próximos sábados. Então, por enquanto, não deve haver falhas.

Hoje não vou me prolongar muito. Estou aqui apenas para agradecer aos Leitores do Caí de Pára-Quedas. Suas opiniões acerca de nossas postagens ajudam a construir uma Ordem DeMolay melhor. Uma Ordem DeMolay mais intelectualizada e discernida sobre nossos assuntos. Mesmo que não sejam muitos os DeMolays atingidos pelo blog. Peço ainda que ajudem a divulgar o Caí de Pára-Quedas no seu Capítulo ou Convento. Apresentem a outros irmãos nosso blog. Ficamos muito, muito gratos com isso.

E para finalizar, quem acompanha a comunidade no orkut Ordem DeMolay Brasil, pode notar toda uma movimentação sobre a unificação da Ordem DeMolay. Sinceramente, sou um pouco descrente em relação a isso, mas tomara que dê certo e tenhamos uma Ordem DeMolay unida.

Comentário pertinente

Acatando à sugestão do Fabio no meu último post (tks pela dica!), acho válido falar um pouco a respeito de puxões de orelha (pelo menos foi isso que eu entendi por “peteleco na orelha”, Fabio!). Mais ainda, falar sobre a responsabilidade que se tem ao expressar uma opinião e criticar alguém.

Certo dia minha chefe disse que quando apontamos o erro alheio acbamos por colocar do nosso lado um soldadinho, que nos vigia para que não cometamos o erro julgado. E aí a gente se sente na obrigação de não cometer aquela “gafe terrível” – tanto para não dar um tiro no pé quanto para não jogarem isso na nossa cara. Resumo da ópera: a gente mesmo sabe o peso que as nossas próprias críticas têm, a ponto de nem sempre conseguir suportá-lo.

É aquela velha história do tio Confúcio (não, gente, ele não é maçom – pelo menos até onde eu sei, né?): não devemos fazer com os outros aquilo que não gostaríamos que fizessem com a gente. E isso também vale para as críticas: se invertermos a situação e nos colocarmos no lugar de quem vai ouvir, já é um ótimo começo para não pesar a mão e evitar um nariz torcido (ou quebrado, vá saber…).

Mas tem coisas que a gente tem que falar. E algumas outras a gente tem a obrigação de falar também. “Dizem por aí” (sim, porque formalmente falando a coisa não é por aí) que o Orador é a voz do Capítulo, no sentido de normatizar, instruir quanto às regras, orientar, etc. Considerando que seja mesmo (AKA regimento interno), ele tem a obrigação de ver o que está errado e orientar para que o erro não se repita, certo? E aí vem fulano da silva e fica nervosinho com ele só porque o coitado cumpriu a obrigação! Bom, né?

Acredito que criticar exige, além do embasamento e do bom argumento, um pouco de aceitação também. E bom senso, obviamente. É necessário perceber o momento certo para falar, saber escolher as palavras certas e ter muita parcimônia e respeito ao dar ao outro o direito de resposta. Todo mundo tem direito, assim como de dar opinião, de aceitá-las ou não. Livre arbítrio, meus caros, é tudo nessa vida!

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Parece que a criatividade bate à porta dO Cortês novamente. E isso é culpa dos leitores, que ajudam, comovem e instruem! 😀

É pra falar mesmo!?

Durante reuniões não é permitido apelidinhos, palavras grotescas, ou vulgares. De vez em quando eu ouço um:

_É foda!

Dentro de reunião.

¬¬

Às vezes [não raramente] ouço demolays insistindo em querer aparecer usando um vocabulário baixo e de péssimo gosto. Palavreado torpe, que se varia desde ditongos terminados em “U” e não acentuados, até o verbo “comer” no sentido que distingue de pôr arroz e feijão no prato de lançá-los com um talher pra dentro da boca.

Pois é, por falar em de boca, falemos pois que o que nos preocupa não é o que entra nela, mas sim o que sai! [Ui!]

Sempre tem aquele demolay que quando você diz algo, ele logo grita:

OUUUUUUUUAAA!

¬¬

Mal sabe ele que a vontade da gente é enfiar o “Oua” dele no…

 

ouvido esquerdo dele! Até porque, ninguém é obrigado a conviver com um projeto de DeMolay.

 

Pensaram bobagem?!…Ah…Então temos que falar da galera que pensa bobagem antes mesmo de ler. Tudo bem, eu entendo que é automático e que talvez não temos o controle de peneirar tudo que pensamos. Mas podemos peneirar o que falamos, não?

Tem gente que não satisfeito em pensar, tem que falar pra todo mundo entender e perceber a ambigüidade ridícula da coisa!

 

E se de repente falarmos para os pais que eles usam vocabulário imbecil perto da gente, o pai pensa:

_Não foi essa a educação que dei, não sei o que acontece!

 

Alguns vão até dizer:

_A culpa é da mídia, TV fala muita bobagem!..haha [da-lhe Amoroso!]

 

Mas, engraçado é notar que na frente dos pais se comportam como querubins, mal sabem eles os filhos que têm!

 

A pergunta dessa semana é:

Você é DeMolay?!

Se sim, faça o favor de peneirar o que anda falando em orkut! Tirar da legendas coisas obscenas como “Eu e os manu pegando umas tiriça” ou junto daquela foto bonita coberta por cerveja, bebidas, Absolut, Balalaika e dizendo “ÊÊÊ Manguaça boa do carÁi”.

 

Quer beber?

Beba.

Quer fumar?

Fume.

Mas tenha a noção mínima de que: faça o que quiser fazer, mas não exponha a sua imagem e relacione isso à uma Ordem que é formada por milhares, ok?!

Não são todos iguais a você e que encharcam durante o “fds” do escambau né?!

 

Tinha uma propaganda que dizia algo interessante que reformulei! A moda do momento agora é: Senso, passe a diante! 😉

 

O Reverente cansou de mostrar palavrinhas bonitinhas pra menininhos demolayzinhos, recomendando-lhes a não falar palavrinhas feinhas porque o Papai do Céu não gosta e fica triste. O Reverente fala agora aos adolescentes precoces e que adoram se exibir mostrando que descobriu que “foda” começa agora com “PH” maiúsculo e que fazem questão de colocar isso em legendas, e perfis, assim como quer mostrar pros outros que escrever palavras com o ditongo terminado em “u” com ou sem assento é ridículo também!

Guardai as palavras sujas e obscenas que daí saem…Cala-te boca!