Respeito é bom e…

Se tem uma coisa que eu aprendi a evitar nessa vida é a fazer drama. E acho que isso me condicionou a ter birra de quem faz isso.

Não dá para ter respeito por quem é dramático, principalmente quando a gente sabe que o objetivo principal da atitude é bater de frente com alguém/alguma coisa. Indignação é uma coisa, mas ninguém merece implicância sem fundamento ou até mesmo birrinha. E quando o motivo é a vontade de causar para aparecer e fazer justiça com as próprias mãos a birra só tende a piorar.

E quando esse espírito drama queen assola grandes amigos e/ou irmãos, o que dá para ser feito é tentar fazer com que a pessoa em questão veja outras facetas do problema antes de se lamuriar pelos cantos. Sim, eu sou bom nisso. Mas não é sempre que eu tenho paciência. E também nem é sempre que se tem abertura para isso.

Difícil nisso tudo é quando acontece na nossa horta: temos que rever nossos conceitos a respeito de quem “dramou” planeja “dramar” ainda mais. Atitudes como esta só nos fazem ter preguiça e, infelizmente generalizar o sentimento para toda a Ordem DeMolay. E só a distância – muita, aliás – salva nessas horas.

Tudo proporciona um processo de destruição da amizade, do companheirismo e até mesmo do bom senso. A conversa morre, o contato acaba, a falta de fazer questão começa a prevalescer e a preguiça reina. E a única certeza que se tem em momentos assim é que, definitivamente, não dá para respeitar.

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O Cortês lamenta pela ausência na semana passada e espera que isso não se repita com freqüência. Quanto ao post, já deixa bem claro que não passa de um desabafo. Mas quem se sentir à vontade para amarrar a carapuça…