A candidatura como altruísmo

Olá, crianças. Como vão? Estive há praticamente um mês fora, mas foram ossos do ofício, desses que tenho róído bastante e acabado no pó da alergia. Mas vá lá, sem drama vira circo, como diria um tio nosso.

Não sei se vocês acompanham a lista da DM-MG do SCODB. Se sim, compreenderão melhor o post.

Bem, é o seguinte: pela primeira vez em muito tempo parece que vai ter uma disputa para o cargo de presidente da Associação Alumni de Minas Gerais. E mais que isso: que há candidatos realmente dispostos a trabnalhar e realmente mudar a coisa que anda mal, MUITO MAL – a inoperância e ineficiência da Alumni vale um post inteiro.

Os dois candidatos a presidente se manifestaram e se apresentaram. Até aí, legal. Gente querendo trabalhar (ao que parece, né…). Afinal, é a primeira vez em muito tempo que a gente não vê no próprio dia do congresso o “candidato” que vai ocupar o fatídico peso (de acordo com as ex-gestões, que pouco fizeram). E isso é ótimo!

Há um porém, uma coisa incomum aconteceu: há candidato a presidente e vice que são da mesma região. O outro candidato a presidente é de uma região distinta. Hm… repito o que acho disso: INCOMUM. Mas vamos lá, incomum não significa ser ruim ou pior ou qualquer coisa do tipo. Digo isso porque houve um comentário – que achei bem infeliz – dizendo que apóia o candidato do sul de MG à presidência porque dois da mesma região não fica legal.

Peraí, agora a escolha do melhor candidato se resume a dividir os cargos entre regiões administrativas e pronto, tái uma boa diretoria? Eu acho que não, hein! O ponto que quero chegar é de que não podemos fazer nossas escolhas baseando neste tipo de político. Torno a repetir o dito em outros posts que o candidato ideal é aquele com quem se identifica, não pelo carisma apenas, mas pelas propostas, pelo trabalho já realizado, pela seriedade etc.

Nada contra nenhum dos candidatos. Até porque não os conheço. Mas depois disso faço questão de ler as propostas de ambos, o que cada um já fez pela sua região e estado e tudo que puder me mostrar quem é mais competente. Porque é isso que conta na hora de resolver problemas: experiência e competência.

Mesmo assim, vi uma coisa na mesma lista que me deixou muito feliz! O MCR lá do Sul de MG enviou um “manifesto” contra a políticagem que entorna a nossa Ordem e todas as mazelas resultantes. Bem, se queremos de fato que a instituição funciona, precisamos escolher melhor nossos líderes. Por isso o título do post. A candidatura deve vir de pessoas que realmente querem trabalhar sem ganhar nada: o desapego ao cargo, ao colar, à autoridade deve ser total.

Sonhar não custa, né? E a esperança é a última que morre. E por aí eu vou remando meu barquinho DeMolay. Como já viram, política é o tema que mais me interessa. Se depender de mim, pedia impugnação de muita gente, viu?

8 Comentários

  1. Felizmente no DeMolay acabamos lidando com situações no ambiente micro que nada mais são do que reproduções do ambiente macro. Se nós (falo enquanto povo brasileiro) soubéssemos realmente votar nos gestores dos nosso País por propostas e não por comodidade ou afiliação talvez vivéssemos uma outra situação.

    Como se não bastasse o erro do toma lá, dá cá, ainda existem os candidatos que apresentam propostas maravilhosas antes e durante a eleição, sumindo logo em seguido. É ou não a reprodução do ambiente macro? A diferença é que no micro dói por sermos nós os maiores prejudicados ou até mesmo porque nós ou nossos amigos foram preteridos a um candidato tecnicamente menos qualificado, porém de excelente papo. É a vida! Infelizmente!!!

  2. Como formadores de opiniões, não podemos deixar de sempre reforçar o que aprendemos a cada leitura de ritual, constituição, estatutos e porquê não emails felizes e infelizes das listas demolays?!
    Sim, eles nos ensinam muito, a separar o joio do trigo, a farinha do fubá…rs….e assim conseguimos adquirir uma experiência política meio que por osmose.
    Ah, não são cargos que fazem os verdadeiros DeMolays, conheci muitos DeMolays que não tiveram nem ambição e nem tempo para assumir cargos importantes, mas que conseguem ser melhores como “DeMolay Essência” a anos luz de muitos possuidores de colares.

    Que fique a mensagem e, que este movimento extraordinário em prol de uma ordem formadora de líderes JUSTOS e equilibrados possa ser uma constante, nas gestões de hoje, de amanhã e de depois.

    Títulos são passageiros, a essência não.

  3. Este é o post mais subliminar de todos os tempos. 😛

  4. Subliminar de mensagem subliminar ou de sublime? Rsrsrsrs

  5. Realmente seria maravilhoso se todos os candidatos correspondessem ao esteriótipo do “bom político”, que parece ser comum a todos, tanto no macro quanto no micro. Se tratando da Ordem, acho que é mais fácil encontrarmos esses tipos de candidatos. Até porque não existe aquele interesse politico-econômico (mais por vaidade) sem medidas. Em todo caso, não estamos livres de más escolhas, e acho que esse fantasma não vai nos abandonar (falo da humanidade) tão cedo!

  6. ESTEREÓTIPO (não esteriótipo) HAUShaushasuahus

  7. Se os candidatos a presidente e vice não podem ser da mesma região, como justificar o sucesso do GCEMG sendo que TODOS os GMEs eram da Central?
    Sorry, mas não esse argumento não cola.

  8. Quanta novidade…

    Quanto mais as coisas mudam, mais elas continuam as mesmas.


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