Por que não pais?

Essa semana, um dos termos de busca para encontrar o CdPQ nos veículos como o Google foi a pergunta “por que os maçons são tios?”. Além da curiosidade, o questionamento faz um link com a diferença entre o DeMolay no Brasil e fora dele…

Nos primórdios da Ordem, como quase todos estão carecas de saber, FSL pensou a Ordem como um amparo para jovens, inspirado após a morte precoce do pai do primeiro DeMolay, Louis Lower. Acredito que, com essa inspiração, os Maçons tornaram-se ‘dad’s’. Lá, a DeMolay desenvolveu-se com essa tradição, em que os Maçons são chamados de pais, talvez um concepção até simplista para a importância de um pai na família. Aqui no Brasil, ao desembarcar, algumas alterações foram necessárias. Entre elas, os pais tornarem-se tios…

Mas, em grande parte, esses tios acabam se tornando pais. Em alguns casos segundos pais. Em outros, até tornam-se pais de verdade. Nas Filhas de Jó, as cerimônias públicas que tive oportunidade de assistir eram uma puxação de saco tremenda para os Maçons. Na DeMolay, o carinho e o respeito, criado a partir dos vínculos que ultrapassam a sala capitular, são grandes símbolos do relacionamento entre Maçons e DeMolays. Além de tios, eles são quase nossos pais…