Pequeno manual de etiqueta para DeMolays (parte 1)

Depois de um final de semana agitadíssimo e com vários irmãozinhos indo e vindo de vários cantos do país, cheguei à conclusão de que nunca é demais dar umas dicas, coisinhas sobre como se ter o mínimo de educação ao sair de casa e encarar um universo paralelo durante um final de semana. Não tenho a pretensão de substituir os pais de ninguém nem enfiar a carapuça na cabeça de uns e outros: apenas acho que certos detalhes fazem toda a diferença.

1- Saindo de viagem: Aquele congresso bombante da sua região chegou, depois de tanto tempo de espera. Você fez vários contatos no MSN, agitou comunidades relacionadas do Orkut e está próximo de encontrar esse povo todo e passar um final de semana inteiro com eles. Longe de casa, sem pai nem mãe e com um monte de “cúmplices” para os atos mais ilícitos que você puder cometer… Tentador, não? Mesmo sendo, não deixe de levar itens básicos de higiene e mudas de roupa para cada dia fora de casa. E desodorantes existem e podem fazer milagres por suas axilas, além de não pesar na mala. Não se esqueça do remedinho para casos de emergência e coloque no pacotão da alegria pelo menos um cartão telefônico: ligar para a mamãe avisando que tá vivo é sempre bom e garante viagens futuras.

2- Verba: Um certo tio nosso (não conto quem foi nem sob tortura) foi bastante polêmico ao dizer num congresso que a Ordem DeMolay é para rico e que, para pobre, existe o Criança Esperança. Analisando friamente a afirmação, entendo que ela tem um pouco de verdade: DeMolay tem taxa de Iniciação, Elevação, Investidura, captação anual, mensalidade de Capítulo, Convento e o diabo a quatro… Aí aparece um congresso “com tudo o que você tem direito e que seu dinheiro possa pagar” e não há pai, mãe ou salário que agüente. Portanto, facilite a vida de quem te banca ama e pague o valor mais barato das inscrições, além de juntar os irmãozinhos num ônibus/van/pau-de-arara para baratear a viagem. E toda economia é bem-vinda nessas horas: maneirar nos gastos da mesada em nome da experiência única de ir folgado a um Congresso DeMolay pode valer a pena.

3- Alimentação: Se adolescente come muito (vivam os hormônios em fúria!), DeMolay come ainda mais! Sabe como é, né? Ficar quase duas horas enfurnado num templo com um monte de homem, com todo o perdão do duplo sentido, dá muita fome. E apesar da máxima de que “onde DeMolay vai a comida acaba”, educação é tudo nessas horas. Mesmo que você não queira abrir mão daquela última coxinha de frango com catupiry da cerimônia pública, servir refrigerante para a tia gente boa ou ajudar o pessoal do cerimonial (Ó! É o povo do seu Capítulo!) a repor a comida não vai quebrar sua mão. E se você conseguir deixar as “visitas” servirem-se primeiro, sua mãe ficará muito orgulhosa do primor de filho que ela tem!

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O Cortês tem muitas outras dicas de etiqueta que podem salvar dentes vidas. Fiquem atentos que ainda nesta semana tem mais!

4 Comentários

  1. Ótimo post, parábens…xD

    joão pedro- 473

  2. Meus companheiros, eu não sei de nada X.x

    AHAHAH! =]

  3. Gostei ^^ bastante legal + olha nem façam demolay vcs naum vão querer passar pelo o que eu passei

    flw galera

  4. acho isso uma idiotise pois na verdade todos sao como sao e nao oque devem pensar e falar das pesoas


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