Recentemente, em uma lista nacional, circulou um e-mail sobre uma lei sancionada pelo Presidente da República. Esta lei, da certas regalías a ex-Presidentes, como servidores à disposições, carros por custo do Estado e proteção integral pela Polícia Federal.
Alguns questionaram que tal e-mail não contribuía para a Ordem.
Bom, e como se fazer um patriotismo? Cego? Acho que crítico, é a melhor opção. Formar líderes. Não é esse o objetivo de nossa Ordem? Então os formemos. Mas líderes que o realmente sejam, que acreditam em certas instituições por convicção e não por simples acreditar.
O e-mail contribuiu para uma discussão saudável. Tocou em pontos interessantes da Ordem, que são feridas, ao meu ver. Afinal, e as Escolas Públicas, tão exaltadas e “defendidas”? Quantos DeMolays realmente fazem ou fizeram parte do Sistema Público de Ensino no Ensino Fundamental e Médio? São temas interessantes à Ordem.
Infelizmente são temas que surgem poucas vezes. Quando surgem, são criticados duramente. Parece que DeMolay deve ser alheio ao mundo.
Esse tipo de informação só vem à contribuir. Para sermos líderes, devemos estar a par dos acontecimentos que nos rodeiam e construir uma opinião sobre eles. Se permanecermos na mesmice de não se discutir certas coisas dentro de nossos Capítulos, creio que não estaremos formando líderes por completo. Deve-se dar ao DeMolay a oportunidade de opinar, não só sobre assuntos da Ordem mas sobre tudo. Devemos construir um conhecimento.
O Patriota acredita em DeMolays críticos que sabem contribuir para a Ordem e para o conhecimento de seus Irmãos. Não só com Ritualística ou Administração Capitular, mas com assuntos pertinentes à formação de caráter de um cidadão de bem.
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Muito importante! O que vejo é que o jovem DeMolay está cada vez mais se fechando para o mundo ao seu redor. Não se preocupando com nada além das paredes da sala capitular. Desviando-se do propósito inicial da Ordem, que é o de preparar melhores pessoas para a sociedade, e não única e exclusivamente para o seu capítulo.
Grande novidade essa Ordem olhar para o próprio umbigo.
E a entropia caminha a passos largos e olhos vistos.
E o que fazer? Acomodar-nos?
novidade para mim é ver que fazer “vista grossa” se tornou o modo mais fácil de encerrar o assunto.